sexta-feira, abril 21, 2017

Super Mario World


Minha infância foi regada a muitos jogos da Sega. Eu tinha um Master System e minha vizinha tinha um Mega Drive, além disso outros amigos também tinham Master e Mega. O meu contato com o Super Nintendo foi um pouco depois com alguns colegas que foram entrando para a turma e principalmente quando eu ia à Goiânia e alugava o console com meu primo.

Um dos jogos que certamente me marcou e até hoje posso dizer tranquilamente que é o meu jogo favorito dessa franquia foi o Super Mario World. Eu amo esse jogo possivelmente por ter sido o 1º jogo do Mario que eu joguei, só depois que fui jogar os Marios do NES.

Não tinha um jogo desse tipo nos consoles da Sega. Lógico que havia jogos de plataforma, porém com a cadência do Mario não havia nada igual. Aqueles mundos enormes, um monte de fase variadas com saídas secretas e uma jogabilidade super fluída, me conquistaram de imediato.

Para reviver esse clássico, comprei ele no Virtual Console do 3DS e levei quase 6 horas para terminá-lo do jeito certo: com as 96 saídas todas abertas!

Foi uma delícia reviver esse jogo e ver que ele realmente se sustenta até hoje com desafios na medida certa.


domingo, abril 16, 2017

Ghouls'n Ghosts


Na época do meu Master System um dos jogos que eu mais gostava era a continuação do aclamado Ghosts 'n Goblins: o Ghouls'n Ghosts!

Na época eu não sabia que ele era a continuação do Goblins que eu tanto jogava no fliperama e que me frustrava tanto por ser difícil. Eu achava que o Ghosts era uma versão do jogo do arcade para os consoles domésticos.

Eu tinha a versão do Master System, mas joguei também a versão do Mega Drive, além do 3º título da franquia que foi lançado para o SNES com o prefixo Super no nome.

A franquia nunca foi muito fácil, entretanto a versão do Master System eu terminei várias vezes e tinha na minha memória que o jogo nesse console era fácil.

Fui tentar jogar hoje novamente pelo emulador no PSP e eu lembrei de quase tudo no jogo e mesmo assim levei quase uma hora para zerar. Creio que obtive uma memória muscular desse jogo e por esse motivo até hoje consigo terminá-lo sem grandes problemas.


quinta-feira, abril 13, 2017

Zagg Folio

Não é de hoje que tento tornar móvel o ato de trabalhar em computador. Em 2006 comprei meu 1º notebook um Toshiba Satellite de 17' que estreei no MBA que fiz na FGV. Ele me acompanhou o curso todo e facilitou muito meus estudos. Em 2008 quando iniciei o curso de Direito eu comecei com ele, entretanto no fim de 2009 quando eu fui para Portugal eu compre um Netbook Asus Eee PC 1101HA. Esses mini computadores estavam muito na moda e eu entrei também na onda, visando principalmente autonomia de bateria e de quebra eu tornava "mais portátil" meu equipamento, saindo de um trambolho de 17" que pesava mais de 2kg para um de 11.6" de 1,3kg.

Desde 2010 quando comprei meu 1º iPad eu já vinha pensando em como o tablet poderia substituir por completo o Netbook. Em 2011 quando comprei meu 2º iPad comecei a testar com mais ênfase essa substituição e aos poucos fui aposentando o Asus Eee PC.

Ainda sentia um leve desconforto em digitar no teclado virtual do iPad e para reuniões mais longas como as viagens que fazia para as cooperativas o teclado virtual atrapalhava um pouco. Visando sanar essa situação comprei em 2012 uma capa que tinha espaço para embutir um teclado de Mac nele (TouchType), mas não funcionou a longo prazo e novamente voltei para o teclado virtual.

Em 2014 eu comprei meu 3º e atual iPad e tentei novamente voltar para o teclado físico, só que dessa vez sem o teclado ficar solto, ou seja, o teclado se dobrava sob o tela do iPad igual um notebook tradicional. Comprei um Zagg Cover nos EUA, só que tive o azar dele vir quebrado de fábrica, só funcionando quando plugado na energia.

Tentei usá-lo algumas vezes, entretanto essa dependência de sempre estar ligado a uma fonte de energia me desanimou ao ponto de tentar novamente uma outra solução.

Comprei um outro teclado da Zagg no Mercado Livre só que agora funcionando plenamente! É o modelo Folio que diferente do modelo que comprei anteriormente ele tem uma proteção para a parte traseira do iPad.

Já fiz um pequeno teste aqui em casa e a experiência é a mesma que tive no 1º Zagg só que agora realmente móvel!

Cheguei a cogitar a abandonar o iPad e partir para uma solução mais robusta e comprar o Microsoft Surface Pro 3 ou 4, mas o investimento iria ser muito alto e o iPad já me atendia bem faltando apenas um bom teclado físico para algumas situações. Além do que, a bateria do Surface dura bem menos do que do iPad e não gostaria de ter que sacrificar esse aspecto.

Espero ter chegado numa boa solução que me atenda nos próximos anos. Não tenho a inocência de que essa será a solução definitiva, pois a evolução tecnológica esta aí para provar o que aconteceu nessa última década!

sexta-feira, março 31, 2017

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


O mês foi de poucas, porém ótimas aquisições. Além dos jogos normais da PS Plus, entrou na coleção alguns lançamentos e outros clássicos.

O Nintendo 3DS foi a plataforma beneficiada nesse mês. Além de voltar a ter o Mario Kart 7 na coleção, comprei dois clássicos do Super Nintendo para ele. O Link do The Past eu já tinha zerado em um emulador no PSP, então a compra foi para apoiar a Nintendo e tê-lo na minha coleção.

Para o PS4 foi a vez de dois lançamentos para a plataforma o Horizon e o Nioh. O Horizon eu joguei bastante durante esse mês por causa das minhas férias.

O Hollow Knight para o PC foi um achado. É um excelente metroidvania que joguei durante umas 5 horas e a sensação é que nem arranhei direito ainda o jogo. Ele é enorme e dificilmente o terminarei, mas já valeu jogá-lo por esse tempo.


quarta-feira, março 22, 2017

The Legend of Zelda


Hoje realmente foi o dia de finalizar uns jogos que estavam pendentes. Pela manhã terminei o Link's Awakening e agora à noite foi a vez do 1º título da franquia lançado lá em 1986 no NES.

Já tinha começado ele no ano passado, porém empaquei na penúltima masmorra e por isso larguei na época. Entretanto, com o ânimo de ter terminado um jogo pela manhã, decidi voltar ao jogo e com mais pouco de persistência consegui terminar o jogo.

É bem óbvio falar que o jogo é bem difícil. A primeira dificuldade é no mapa que você tem que praticamente decorar em sua mente e ir descobrindo os caminhos na tentativa mesmo, já que são poucas as dicas que o jogo oferece. Passei uma boa parte do jogo sem olhar qualquer guia, porém chegou uma hora que para eu conseguir terminá-lo em tempo hábil tive que recorrer há um mapa e nas duas últimas masmorras tive que seguir o walkthrough também.

Principalmente na última masmorra que além de ser enorme é bem difícil e só um jogador bem treinado consegue finalizá-la. Se não fosse o mapa da masmorra e a utilização de save state, dificilmente eu conseguiria terminar o jogo.

Mas posso dizer que esse jogo é bem prazeroso de se jogar e é impressionante o que eles conseguiram criar há mais de 30 anos atrás. Realmente esse jogo merece ser aclamado pela sua importância, já que ele foi um criador de gênero e várias fórmulas foram criadas aqui!


The Legend of Zelda: Link's Awakening


Mais um jogo da série finalizado!

Esse foi o 4º título da série lançado e o primeira para um portátil. Ele foi lançado originalmente para o Game Boy em 1993 e relançado em 1998 para o Game Boy Color com o prefixo DX. Foi essa versão do GBC que eu joguei no meu 3DS.

O jogo segue a mesma mecânica do seu antecessor (Link to the Past) e fico impressionado como um jogo desse porte foi lançado para um portátil com as limitações que o Game Boy tinha. Ele é tão desafiador quanto o o jogo do SNES, sendo apenas um pouco menor. Entretanto os desafios continuam e pra variar tive que usar um walkthrough para poder passar de algumas partes.

Foram necessárias 20 horas para terminá-lo e isso usando o walkthrough. Fico imaginando quanto tempo levaria sem usar nenhum tipo de ajuda e tentando fazer 100% do jogo. Facilmente passaria das 30 horas...


domingo, março 19, 2017

Mesa Madeira Para a Churrasqueira


Voltando de Jussara/GO na semana passada, passando por Alexânia nós resolvemos parar para ver os preços das mesas e cadeiras de madeira que tanto eles vendem na beira da rodovia.

Gostamos tanto do preço que o dono da loja fez para nós que ficou impossível não encomendar e hoje ele nos entregou a nossa nova mesa!

A mesa tem comprimento de 3,20m. o tampão é feito de ipê com os pés feitos de angico. A cadeira é feita de angelim pedra tornando-a leve para uma cadeira desse porte.

Com essa mesa não precisamos mais alugar mesas de plástico, fazendo um par perfeito com a churrasqueira.

quinta-feira, março 16, 2017

Ar Condicionado LG para o Quarto


No final do mês passado eu resolvi instalar um ar condicionado na minha sala para resolver o problema da temperatura no meu ambiente de jogos. No mesmo dia da instalação nós fomos tentar mudar o local do ar condicionado do nosso quarto e por azar o aparelho quebrou de vez!

Esse ar condicionado já vinha dando problemas e ele já estava fadado a quebrar um dia e esse dia tinha chegado.

O jeito foi comprar um ar condicionado par ao quarto também. O antigo era de 12.000 BTUs e dependendo da época do ano aqui em Brasília, ele apenas deixava o quarto mais ameno, sendo que às vezes até tinha que usar ventilador.

Por esse motivo resolvi comprar um de 18.000 BTUs da LG, modelo Split Inverter Libero E+ (LG US-Q182CSG3).

Agora com dois ar condicionados excelentes em casa, difícil vai ser querer sair de casa nos momentos de lazer...

terça-feira, fevereiro 28, 2017

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


Esse mês parecia que ia ser uma repetição de janeiro com poucos jogos entrando na coleção. Ia ter apenas os jogos da PS Plus e mais dois jogos PC que comprei no início do mês.

Entretanto, ao longo do mês comprei mais dois jogos de PC e o The Last Guardian para o PS4. Além disso, comprei três novos consoles (um deles hoje, no último dia do mês) e dois deles vieram com bastante jogos e o outro eu comprei um cartucho para ele.

Então, até que o mês foi bom com a entrada de 27 novos jogos!




Foram 27 novos jogos, entretanto comprei 29 jogos. No pacote de jogos que veio com o Mega Drive, vieram o Sonic 1 e 2 que eu já tinha para PC e como esses jogos são os clássicos do Mega Drive, eu substitui eles no controle pela versão do Mega Drive. Por isso que o saldo de PC tem apenas 2 jogos sendo que eu comprei 4 novos, pois os dois Sonic's que eu tinha no PC eu não contabilizo mais.

Atari 2600


O meu primeiro videogame, ao contrário da grande maioria, não foi um Atari. Foi um Odyssey2 da Magnavox. Sempre foi muito interessante ver as reações das pessoas quando me perguntavam se meu 1º videogame tinha sido o Atari e eu respondia que não, que tinha sido um tal de Odyssey.

Logicamente que joguei muito Atari na casa de alguns amigos, mas como logo depois eu ganhei um Master System, jogar o Atari se mostrava muito antiquado.

Mesmo assim adorava alguns jogos como os clássicos como Seaquest, River Raid, Enduro, Pitfall e o meu preferido: Keystone Kappers.

Desde que comecei a coleção, sempre fiquei namorando a compra de um Atari, mas não encontrava com bons preços e quando encontrava, o console estava mal conservado.

Até que hoje eu encontrei um anúncio aqui de Brasília mesmo e consegui comprar um Atari modelo Vader extremamente bem conservado e com 7 fitas no pacote. A maioria dos cartuchos estavam com as etiquetas bem destruídas, mas o console parece que tinha apenas poucos meses de uso. Realmente conseguiram conservar bem esse console.

Vieram dois controles um do modelo nacional e outro modelo norte-americano, bem bonito por sinal com a logo da empresa em um dos cantos.

Novamente pedi pros meus fornecedores de caixas e etiquetas fazerem as mesmas para aí sim expor os cartuchos na estante de maneira digna.

segunda-feira, fevereiro 27, 2017

Ar Condicionado Carrier para a Sala


Com a compra da estante de jogos no ano passado e da reforma do sofá que fiz na semana passada, a sala da minha casa estava praticamente pronta para aproveitar meus jogos.

Entretanto faltava um item fundamental para aproveitar por completo a minha coleção: conforto!

O problema não é o sofá e sim a extrema claridade que a sala tem ao longo do dia, pelo sol bater diretamente na sala no período da tarde, além de deixá-la quente e abafada.

Para resolver a questão da claridade, colocamos uma boa cortina com blackout na semana passada e para resolver a questão da temperatura instalamos um ar condicionado na sala.

Por causa da metragem da sala ser de pouco mais de 90m2, o ideal seria um ar condicionado de mais de 50.000 BTUs, entretanto essa potência tem um preço proibitivo para uma residência.

Resolvi comprar um de 22.000 BTUs da Carrier, modelo Hi Wall Inverter X-Power Frio (38FVCA22C5).

Logicamente que o ambiente não fica gelado,entretanto fica bem confortável deixando a sala com uma temperatura bem agradável.

Com esse combo (cortina+ar condicionado) posso jogar tranquilamente no meio de tarde com a sala bem escura e climatizada!

domingo, fevereiro 26, 2017

Mega Drive


Com a compra do Game Boy na semana passada, eu terminei de comprar todos os consoles que já passaram pela minha casa. Mesmo que não tenha sido meu, mas era do meu irmão.

Agora eu inicio uma nova etapa na coleção com um aqueles que eu não tive, mas que de alguma forma fizeram parte da minha vida.

Logicamente eu tinha que começar pelo maior sucesso da Sega: o Mega Drive! Eu não tive esse console, mas quase posso considerar que tive.

Alguns amigos meus tinham esse console, incluindo a minha vizinha de porta e meu outro vizinho que morava na mesma portaria que a minha, porém no 6º andar (eu morava no 1º). Quando eu não estava jogando em casa no meu Master System eu estava na casa deles jogando o Mega Drive.

Joguei muito esse console! Com certeza mais que os consoles das 5ª e da 6ª geração. Foram muitas horas em Castle of Illusion, Moonwalker, Populous, Sonic 1 e 2, Kid Chameleon, entre vários outros.

Igual quando eu comprei o Super Nintendo em outubro do ano passado, consegui comprar um Mega Drive modelo japonês com 11 jogos inclusos no pacote. Vários clássicos vieram junto como os próprios Sonic 1, 2 e Knuckles, Alex Kidd, Streets of Rage, Clastle of Illusion, Altered Beast, Ecco the Dolphin, entre outros.

Essa 2ª fase da coleção será bem mais breve que a 1ª que foi a compra de todos os consoles que já teve na minha família. Nessa 2ª fase ainda terei que comprar o Atari, o Dreamcast e o Game Gear. Depois iniciarei uma 3ª fase que provavelmente irá durar pouco também para aí sim fechar a coleção.

sábado, fevereiro 18, 2017

Game Boy Color


Mais um portátil chegando à coleção e nada melhor que um dos clássicos do final da década de 90.

Eu mesmo nunca tive um Game Boy Color, mas meu irmão teve. Lembro dele jogar muito Pokémon e Mario Tennis em seu GBC.

Como nunca tivemos o Game Boy clássico em nossa casa, esse foi o 1º portátil que tivemos em casa. Não cheguei a jogá-lo muito, mas o seu sucessor (o GBA) esse sim foi bem aproveitado por mim.

O preço foi excelente (R$ 100) e está bem conservando para um console que tem quase 20 anos. Faltando apenas a tampinha das pilhas que devo comprar nos próximos dias. Ele veio com uma fita paralela com vários jogos de Game Boy clássico.

Pretendo comprar um Pokémon para ele também para sentir o que foi jogar um jogo da franquia nesse portátil.

sexta-feira, fevereiro 17, 2017

Reforma do Sofá da Sala


Um dos investimentos que fiz quando construí minha casa foi num excelente sofá para a sala visando o meu projeto futuro de transformar a sala no meu ambiente de jogos.

Ao longo desses últimos quase 4 anos, o sofá sofreu bastante com a poeira do condomínio, as sucessivas obras de melhorias na casa que fiz, além das patas sujas dos meus cachorros.

Ele já estava clamando por uma reforma em seu tecido e já que tínhamos resolvido a questão do Fox não pisar mais em lama perto do portão da garagem, nós resolvemos reformar o sofá. Como o sofá é muito bom, não precisamos trocar nenhuma parte dele, apenas o tecido mesmo.

Aproveitando que estávamos reformando-o, resolvemos fazer uma outra parte dele tornando-o do tamanho ideal para a sala e para a estante dos videogames.

Agora sim temos um sofá de respeito que combina bem com o tamanho da sala com a possibilidade de sentar 8 pessoas com bastante conforto.

domingo, fevereiro 12, 2017

Uncharted 3: Drake's Deception


Um ano após terminar o 2º jogo da séria, finalmente termino o 3º capítulo da saga de Nathan Drake!

Realmente o jogo é uma evolução dos dois primeiros no quesito cinematografia. Há vários momentos épicos que são dignos dos melhores filmes de ação que Hollywood já produziu.

O gráfico houve uma melhora sensível também, porém depois de jogar The Last of Us vemos que o Uncharted 3 ainda não seria a obra prima da 7ª geração.

Os jogos da série Uncharted sempre me divertiram, porém não consigo jogá-los por horas. Sinto que os desafios são bem repetitivos com os puzzles de escaladas intercalados pelos tiroteios utilizando cobertura. É divertido, mas cansa depois de umas duas horas de jogatina. Esse é um dos motivos que fez eu levar um ano para finalizá-lo.

O 4º e último capítulo da saga do Nathan Drake já está na minha estante só esperando para iniciá-lo. Vou dar um tempo na franquia e daqui um tempo volto novamente para um dos melhores jogos de ação da plataforma Sony.


sexta-feira, fevereiro 10, 2017

The Legend of Zelda: Spirit Tracks


Posso dizer que a franquia The Legend Of Zelda é uma das minhas preferidas juntamente com a do Mario. Já terminei (na sequência) o Ocarina of Time; Phantom Hourglass; Link Between Worlds; Twilight Princess; Link to the Past e o Wind Waker. Larguei apenas o 1º jogo da franquia (The Legend of Zelda) quase no final, por não conseguir passar de jeito nenhum de uma parte de uma das últimas dungeons e o Majora's Mask que larguei pela metade por não ter gostado muito dele (quem sabe um dia volto à ele).

O Spirit Tracks eu joguei pela 1ª vez há muito anos ainda no DS que era do meu irmão. Creio que foi lá pela época do lançamento em 2009. Acredito que não devo ter ido muito longe e agora muitos anos depois reiniciei o jogo no meu 3DS com um cartucho europeu.

O jogo é muito bom com a jogabilidade igual do Phantom Hourglass que às vezes cansa (ainda prefiro a jogabilidade tradicional no direcional).

Cheguei ao último chefe sem desbloquear o principal golpe giratória da espada e com "apenas" 8 corações. Depois de muitas tentativas frustradas, percebi que não conseguiria vencer o chefe e que deveria ter chegado um pouco mais forte para conseguir derrotá-lo.

Infelizmente não tenho muito tempo para jogar e seria um desperdício de tempo em voltar novamente ao mapa para cumprir algumas missões para ficar mais forte, apenas para derrotar o último chefe. Não teve jeito: assisti um gameplay no YouTube só para ver o final mesmo e "finalizar" essa jornada.

Considero que finalizei o jogo, pois o que importa mesmo é a jornada e apenas pela questão do personagem estar um pouco fraco, não consegui passar do último desafio com minhas próprias mãos.


sábado, fevereiro 04, 2017

Mi Band 2


Em março de 2013 eu tive minha 1ª experiência com um dispositivo Wearable com smartwatch Pebble. Utilizei durante um bom tempo, porém fui desistindo dele e hoje ele jaz em uma gaveta. Até tentei voltar algumas vezes, mas o destino final foi o mesmo.

Decidi testar mais uma vez a utilização de um dispositivo desses, porém não queria investir muito. A escolha mais lógica portanto não poderia ser diferente: comprei a pulseira Mi Band 2 da gigante chine Xiaomi.

Custando apenas US$ 26,21 (ou R$ 99,32 já incluído o IOF) essa pulseira tem o melhor custo benefício do mercado e caso, novamente, eu não gostasse não ficaria com tanto peso na consciência de encostá-lo.

Comprei no dia 07.12.2016, porém o pacote só foi postado nos Correios no dia 13.12.2016 e apenas no dia 27.01.2016 é que o produto chegou na minha casa. Pelo menos veio sem tributação!

Após uma semana de uso, posso dizer que o aparelhinho é realmente muito bom pelo que preço que é cobrado. Ele é bem discreto e com um design bem elegante ele não incomoda quando utilizo camisa com manga comprida. O Pebble as vezes incomodava.

Todas as funções estão funcionando bem (contagem de passos, quilometragem, monitoramento do sono e medição da frequência cardíaca) e a bateria após esses 7 dias ainda está em 74%.

Tenho consciência que um dia irei aposentá-lo, mas acho bacana a experiência e ver como funciona um nicho de mercado que surgiu nos últimos anos e que ainda está tentando se encontrar.

terça-feira, janeiro 31, 2017

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


2017 começou lento! Mas também foram tantas aquisições nos últimos meses que posso até dizer que estou satisfeito com os jogos que tenho hoje.

Lógico que sempre tem um ou outro que gostaríamos de ter, mas estou com tanto jogo bom pra jogar que prefiro pegar alguns que tenho em mente quando estiverem bem em promoção.

Se não fosse a Plus desse mês teria sido ainda mais fraco, pois mais da metade dos jogos foram os jogos mensais que acesso "gratuitamente" ao manter minha assinatura. Aproveitei também um preço bom de um anúncio em um grupo do Facebook no New Super Mario Bros 2 do 3DS para tê-lo novamente na coleção e compre o Doom clássico para PC por um preço quase que de graça.

A briga ali pelo posto de 4º lugar está acirrada entre o 3DS e o PS4! Creio que o PS4 deve se distanciar no médio prazo, pois há vários jogos que vou comprar ainda desse console e o 3DS está quase chegando ao fim do seu ciclo.


sexta-feira, janeiro 27, 2017

Revista Época Negócios


Em abril de 2010 eu me aventurava novamente no mundo das revistas para me manter informado sobre o meu trabalho. Eu compre durante um tempo a Dinheiro Rural, porém com o tempo fui cansando dela e parei de comprar.

No mês passado eu assinei a Game Informer, porém para me manter informado sobre o meu hobby.

Já assino no meu trabalho a Agroanalysis, revista publicada pela FGV focada em matérias sobre o agronegócio.

Alguns meses atrás me deparei com a Época Negócios (mais precisamente a edição de outubro/2016) e gostei do que li. A revista trazia matérias interessantes de aspecto geral e pensei que essa abordagem mais generalista poderia agregar para o meu conhecimento. Como a assinatura da edição digital é bem barata (R$4,90/mês), decidi assinar!

A primeira edição que ficou disponível foi esta da foto. Seria uma edição especial com várias pequenas entrevistas sobre vários assuntos com as mais diversas pessoas.

Creio que irei gostar de acompanhar essa revista por um bom tempo e no dia que cansar, vou atrás de outra...

quinta-feira, janeiro 19, 2017

Shantae and the Pirate's Curse


Metroidvania é um estilo que sempre me agradou, mesmo tendo terminado poucos títulos desse gênero.

Quando comprei esse jogo em um Humble Bundle no ano passado eu instalei no meu 3DS e joguei apenas alguns poucos minutos e nunca mais toquei nele. Na época nem desconfiava que se tratava de um metroidvania.

Nos últimos dias vi o pessoal do Jogabilidade comentar sobre essa franquia e resolvi dar mais uma chance a esse jogo e realmente tive uma grata surpresa!

O jogo é muito bom com uma jogabilidade bem gostosa de jogar. Além disso, não é um jogo muito difícil, bastando ter atenção em alguns detalhes para saber quando você precisará fazer os famosos backtrackings que é característico do gênero.

O gráfico do jogo remete aos 16 bits com um polimento melhor e no 3DS o jogo ficou ótimo, pois esse é um jogo que não dá vontade de jogar horas a fio e sim pequenas partidas e o portátil é ótimo para isso.

Não finalizei com 100%, mas as 8 horas de jogatina foram suficientes para me entreter.

domingo, janeiro 08, 2017

Shadow of the Colossus



Lá em novembro de 2012 quando comprei o PS2 eu comecei a jogar um dos maiores clássicos desse console, quiça de toda a história dos videogames!

Entrar pela 1ª vez no mundo de Shadow of the Colossus, mesmo 7 anos após o seu lançamento, foi uma experiência única! Aquele campo vasto praticamente sem trilha sonora, apenas eu e meu cavalo, dava uma sensação de solidão que poucas vezes senti na vida.

Joguei mais algumas vezes durante os próximos dias e, como de praxe, encostei o jogo para experimentar outros jogos.

Alguns anos depois, o jogo foi disponibilizado na PS Plus e resolvi voltar ao jogo só que agora na versão remasterizada no PS3. Comecei desde o inicio e novamente matei alguns colossus e encostei o jogo.

Com o lançamento no mês passado do aguardado The Last Guardian, resolvi voltar pela última vez à "Terra Proibida" e enquanto não terminasse essa jornada eu não pegaria outro jogo!

Não vou mentir que em algumas vezes o jogo me frustrou bastante com o Wander não respondendo aos meus comandos do jeito que eu queria e nem o seu cavalo Agro. Depois de terminá-lo e agora olhando com mais calma, é interessante perceber que uma das belezas do jogo reside exatamente aí. Lógico que o cavalo não ia responder exatamente aos meus comandos, pois um cavalo nem sempre obedece ao seu cavaleiro. E a movimentação do Wander tinha que ser difícil mesmo, pois encarar esses colossus não deve ser coisa fácil!

O jogo faz jus a sua fama e qualquer um que aprecia um bom jogo deve no mínimo experimentá-lo e fazer o possível para terminá-lo. Nem que para isso leve 4 anos!!


segunda-feira, janeiro 02, 2017

Virginia


Não é a primeira vez que tento jogar um Walking Simulator. Já experimentei The Walking Dead, Dear Esther, Life is Strange e mais um ou outro. Todos eu larguei bem no início sem vontade de voltar à jogá-los. no Life is Strange eu cheguei a cochilar com 10-15 minutos de jogo.

Decidi tentar mais um por causa da excelente crítica que ele recebeu na Game Informer e pela comunidade em geral. Decidi aproveitar uma promoção na Steam e joguei o Virginia.

Pelo menos posso dizer que pelo menos esse jogo eu consegui finalizar, mas realmente chego à conclusão que esse não é meu tipo de jogo!

Videogame para mim é mecânica, é conseguir com a minha destreza passar dos desafios que o jogo impõe. Creio que jogos de puzzle, que não exige destreza e sim uma visão crítica do que está acontecendo na tela para tentar resolver, seja o limite do que me entretém. Porém, apenas ficar seguindo uma história com leitura esporádica não é algo que eu procuro em jogos. Para isso eu vejo um filme!

Admiro que exista esse tipo de jogo e acho muito importante a existência desse gênero, apenas diria que não é para mim.


domingo, janeiro 01, 2017

Filmes Vistos em 2016


Mais um ano se passou e é hora de olhar pra trás e relembrar quais os filmes que assisti ao longo de 2016.

Ano passado fiz essa mesma lista e na ocasião contei 52 filmes visto em 2015. Esse ano dediquei menos tempo à Sétima Arte e só vi 33 filmes inéditos. Digo inéditos, pois não estou contando os filmes que revi (só nos últimos dois dias eu revi os episódios IV, V, VI e VII de Star Wars na sequência), pois a ideia é listar os novos filmes que vi.

Repetindo um fenômeno do ano retrasado, quando a maioria dos filmes que eu tinha assistido era do anterior (no caso 2014), no ano passado a maioria dos filmes foi de 2015. O mais antigo foi um de 1993 que foi o clássico Feitiço do Tempo estrelado por Bill Murray. Na lista ainda consta uma série que contei como um "grande filme" que foi a Stranger Things.


Apenas em novembro que não assisti nenhum filme novo, sendo que o 1º semestre foi o mais movimentado:

  • Janeiro (4): Star Wars: O Despertar da Força, Os Oito Odiados, Steve Jobs e Perdido em Marte
  • Fevereiro (4): O Regresso, Sem Limites, O Novíssimo Testamento e Feitiço do Tempo
  • Março (4): Beasts of No Nation, Homem-Formiga, Ponte dos Espiões e A Grande Aposta
  • Abril (2): Spotlight e Divergente
  • Maio (4): O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos, Kung Fury, Drive e Sicario
  • Junho (3): O Quarto de Jack, Jogos Vorazes: A Esperança-Parte 1 e Jogos Vorazes: A Esperança-O Final
  • Julho (2): Dragonball Evolution e Stranger Things
  • Agosto (2): Universidade Monstros e O Dia em que a Terra Parou
  • Setembro (2): Rota de Fuga e De Volta ao Jogo
  • Outubro (3): Mogli, Invictus e X-Men: Apocalipse
  • Novembro: -
  • Dezembro (3): Tickled, Busca Implacável 2 e A Chegada