sábado, outubro 14, 2017

The Legend of Zelda: Skyward Sword


Depois de quase 7 meses eu termino mais um jogo da minha série preferida!

Um jogo que amado por uns e odiado por outros, mas que teve a honra de levar 40 na Famitsu,o Skyward Sword foi o Zelda definitivo para o Wii, já que o Twilight Princess foi desenvolvido originalmente para o GameCube e também lançado no Wii.

Foram 52 horas para terminá-lo e possivelmente não fiz nem metade das side quests. Esse jogo com todas as side quests e sem usar walkthrough facilmente beira as 100 horas de jogo.

É até agora o Zelda mais bonito que já joguei, superando até o Twilight Princess que para alguns seria mais bonito que este.

O primeiro grande diferencial dele é a trilha sonora toda orquestrada que dá um tom épico maior do que o normal e as várias cutscenes maravilhosas que dá nos dar um imersão fantástica!

Os controles é um ponto interessante. Algumas vezes o Link não respondia aos meus comandos, principalmente nas batalhas mais difíceis. Definitivamente prefiro o controle tradicional do que o controle de movimentos do Wii. Lógico que a Nintendo tinha que experimentar esse tipo de jogabilidade, mas graças a Deus essa fase passou e também esse aspecto não prejudica o jogo.

Esse jogo tem um dos melhores calabouços da franquia e a quantidade de itens para utilizar é bem vasta também com alguns clássicos e algumas novidades. O desafio final para pegar a Triforce é muito interessante e bem diferente!

Esse jogo foi muito criticado pela sua linearidade. Realmente ele é mais linear que os outros, sendo que dificilmente ficamos sem saber o que fazer, mas há várias sidequests para fazer para aqueles que gostam de sair um pouco do trilho da história principal. Eu não me importe, inclusive achei até boa essa linearidade me envolvendo mais na história que eles queriam contar. Se fosse mais aberto, a imersão facilmente poderia ser perdida.

Esse é o 10º jogo da franquia que eu termino e em breve iniciarei a mais nova jornada que saiu para o Switch e que muitos consideram como o melhor Zelda já feito.

O Skyward Sword facilmente ficaria no meu TOP 3 dentre os jogos da franquia (achei ele melhor que o próprio Ocarina Of Time...)!


quinta-feira, outubro 12, 2017

SteamWorld Dig 2


Não tem jeito! O gênero Metroidvania continua sendo um dos meus favoritos ao lado do Plataforma e do Action-RPG.

Não faz nem dois meses que terminei o Super Metroid do SNES e hoje termino mais um com 10 horas jogadas.

O SteamWorld Dig 2 acabou de ser lançado para várias plataformas, mas decidi pegar no Switch, pois esse console está se mostrando o melhor para se jogar em pequenas doses, que é a maneira que minha rotina permite eu jogar.

Não estava esperando muita coisa desse jogo e que bom que me enganei! O jogo é fantástico, com dungeons super prazerosas de se explorar, power-ups excelentes e até a história é bem legal.

Terminei descobrindo 63% das áreas, mas não faço questão de terminar com 100%, mesmo sabendo que esse gênero incentiva esse tipo de objetivo.

A vontade que deu foi de jogar o 1º para voltar a esse mundo fantástico de exploração de minas!


sábado, setembro 30, 2017

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


Um mês depois de ter comprado o Nintendo Switch, nada mais normal do que a biblioteca desse console começar sua expansão na minha coleção.

Além disso, esse foi o 2º mês consecutivo que não peguei nada na PS Plus, contribuindo para o mês de setembro ser inteiramente dedicado à Nintendo.

Foram dois cartuchos de jogos exclusivos do console e mais um indie que saiu para outras plataformas também.


terça-feira, setembro 05, 2017

Samsung Galaxy S8+


Era novembro de 2010 e eu comprava o meu 1º iPhone. Nesse dia eu definitivamente estava entrando no mundo móvel que está guiando boa parte da nossa vida nessa década.

Relembrando agora, o 1º contato com um Smartphone é algo mágico. Estávamos saindo de uma mentalidade de PC de mesa e estávamos iniciando a nossa vida com um "computador de bolso" e com a possibilidade de ter internet em todo os lugares.

Veio dezembro de 2011 e a compra do 2º iPhone foi inevitável. Comprei o 4S que me acompanhou até janeiro de 2014 quando comprei o 5S. No mesmo ano de 2014, em dezembro, troquei pelo 6 e a 5ª e última troca foi em novembro de 2015 quando comprei o 6S Plus.

A cada troca eu era apresentando a uma gama de novas aplicações e novas maneiras de consumir conteúdo e interagir com o mundo digital. Entretanto, os dois últimos modelos posso dizer que foram muito pouco impactantes para mim. O modelo 6 ainda teve um impacto interessante por trazer uma tela de 4.7' que eu gostei bastante. Tanto é que no 6S eu comprei o modelo Plus com a tela de 5.5'. A grande novidade nesse modelo foi o 3D Touch que achei totalmente dispensável.

Desde então vinha sentindo que, mesmo tendo um excelente aparelho em mãos, eu estava meio parado no tempo sem saber o que estava acontecendo ao meu redor. Foram quase 7 anos vivendo a experiência que a Apple desenhou e isso me cansou!

Com essa sensação de desânimo, chegou até mim o lançamento do novo aparelho da Samsung: o Galaxy Note 8 que foi apresentando no último dia 23 de agosto. Achei o aparelho sensacional e fazia muito tempo que não sentia uma ansiedade por um celular. Fiquei pensando nesses últimos dias que talvez estava na hora de desembarcar do iOS e experimentar o mundo Android!

Li bastante nesses últimos dias e cheguei a conclusão que o celular ideal para mim neste momento não seria o Galaxy Note 8 e sim o Galaxy S8+. As únicas coisas que o Note 8 tem a mais que o S8+ seria uma câmera um pouco melhor, 0.1' a mais de tela e uma caneta para escrever na tela. Por apenas esses 3 itens não valeria esperar mais alguns meses até ele ser lançado no Brasil (o lançamento nos EUA ainda será no dia 15/09 e ainda sem previsão de chegar aqui) e sem contar o preço que virá mais alto do que o S8+.

Aproveitei o meu perfil de conta na Vivo e comprei pelo site deles por R$ 1.850,00 e em dois dias úteis o celular chegou até mim!

As primeiras impressões estão sendo excelentes! Se a tela de 5.5' do iPhone 6S já me impressionava, essa tela AMOLED de 6.2' é um show! Essa foi uma dos principais características que me fez comprar o modelo plus e valeu cada centavo!

Abandono o iPhone (por enquanto?) sem nenhum arrependimento! Foram 7 excelentes anos, mas tem hora que a mudança faz bem e testar novas maneiras de interação com o mundo digital é uma das paixões da minha vida e o Samsung com o sistema operacional do Google irão me propiciar isso nos próximos anos!

quinta-feira, agosto 31, 2017

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


O mês foi de novidades com um novo console entrando na coleção e trazendo consigo 8 novos jogos!

Além disso, dois jogos de PC que estavam em promoção e não pude deixar de aproveitar.

Nesse mês nem peguei nada da PS Plus, pois minha conta encerrou no mês passado e só irei renovar agora em setembro. Então nesse mês de agosto, não pude pegar nenhum jogo (se bem que nem tinha tantos interessantes assim...).

Se não fosse pelo Switch, o mês teria sido o pior desde que comecei a controlar a coleção.



terça-feira, agosto 29, 2017

Super Metroid


Finalmente consegui terminar esse clássico!!!

Esse jogo me atormenta há vários anos. Já iniciei ele umas 5 vezes e em todas elas eu empacava em algum lugar e acabava desistindo. Comecei jogando em um emulador do Mac, depois no Windows, no PSP e por último agora fiz do jeito certo: comprei a versão oficial na eShop do 3DS.

Dessa vez prometi para mim mesmo que iria terminar, nem que eu tivesse que olhar de vez em quando um walkthroug. E foi o que eu fiz...

Olhei algumas poucas vezes apenas para saber se estava no caminho certo e quando me sentia muito perdido quando voltava ao jogo depois de algumas semanas sem jogar.

Consegui terminar hoje no avião voltando de uma viagem à trabalho. Foram 7 horas de jogatina e peguei 59% dos itens, sendo que seu terminasse o jogo em menos de 3 horas eu teria visto a Samus de outra maneira no final. Isso só mostra que é possível terminar o jogo rapidamente, mas essa habilidade eu não tenho!

Não precisa nem dizer que o jogo é fantástico! Ele consolidou um gênero que foi criado lá no NES, sendo que até hoje é considerado o melhor jogo da franquia.

O desafio é na medida certa e basta ter um pouco de paciência e uma boa memória para conseguir terminá-lo.


domingo, agosto 20, 2017

Nintendo Switch


Há dois anos atrás o excelente Wii U não estava indo bem no mercado de consoles de mesa. Na época ele já tinha 3 anos de mercado, mas o PS4 e o XONE que foram lançados um anos depois dele, vendiam muito mais e mesmo o XONE sendo um console bem pior (na minha opinião) estava vendendo mais. Com isso a Nintendo teve que jogar a toalha e desistir desse maravilhoso console.

E exatamente nessa época começaram os rumores do próximo console da Nintendo. Quem acompanha mais de perto a indústria de videogames sabe que logo após o lançamento de um console a empresa já inicia o desenvolvimento do próximo. Pelo menos as idéias e conceitos que guiarão a empresa já começam a ser discutidos. Em 2015 começaram a surgir notícias mais concretas de que realmente a Nintendo estava focada em seu novo console que tinha o codinome de NX.

Desde então, muita especulação foi noticiada e praticamente todas elas rondavam a ideia de um console híbrido, ou seja, ao mesmo portátil e de mesa.

Em 20 de outubro de 2016, uma simples quinta-feira onde eu estava voltando de Rio Verde/GO de uma viagem à trabalho, às 12:03 (horário de Brasília) a Nintendo lança um trailer de 3min37s apresentando o seu novo console para o mundo: Nintendo Switch.

Bastou esses 217 segundos para a Nintendo novamente encantar os jogadores e mostrar o porquê dela ser o que é hoje! Inovação na veia e trilhando o seu próprio caminho sem se importar com a direção que a Sony e a Microsoft escolheram.

No dia 07 de dezembro o Miyamoto e o Fils-Aimé (Presidente da Nintendo USA) foram até ao programa The Tonight Show do Jimmy Fallon mostrar ao vivo pela 1ª vez o Switch em ação rodando The Legend of Zelda: Breath of the Wild. Anunciaram também que em janeiro a Nintendo mostraria mais informações sobre o console.

E no dia 13 de janeiro desse ano às 03:00 (horário de Brasília) eu assisti ao vivo a Nintendo mostrando os últimos detalhes do console, com o preço e a data de lançamento que seria no dia 03 de março.

O dia 03 de março chegou e desde então vem sendo um loucura a venda desse console! Esgotado nas principais lojas ao redor do mundo e quando o estoque é renovado, o mesmo não dura mais do que poucos dias. Nesse ritmo de vendas tinha decidido que compraria o meu lá pelo Natal, esperando as coisas se acalmarem mais e tentar pegar num preço mais bacana.

Entretanto, estava eu olhando o Facebook hoje pela manhã e me deparo com um anúncio aqui de Brasília com um cara vendendo um Switch praticamente na caixa com um pacote pra lá de generoso em acessórios!

Além do Breath of the Wild em versão física, vinha mais 7 jogos no formato digital e o preço que a pessoa estava cobrando era de R$ 2.799,00!

Comecei a fazer umas contas e vi que o preço estava muito bom. Coloquei numa planilha para ter certeza e cheguei no seguinte cenário:


Pensei durante alguns minutos e levando em consideração essa economia, fechei a compra e me dirigi até Águas Claras para colocar as mãos no meu mais novo videogame!

Hoje só deu para configurar algumas coisas e rapidamente jogar uma partida de Mario Kart 8, mas a paixão é verdadeira!!

Quando eu comprei o PS4 ele já tinha sido lançado há 17 meses e o XONE eu comprei 3 anos após o lançamento! Mas Nintendo é Nintendo e bastou 5 meses para o seu mais novo lançamento estar em minhas mãos!

quarta-feira, agosto 16, 2017

Arctic: Cold Brew Coffee


Novamente me rendi ao Kickstarter! No dia 23 de dezembro do ano passado estava navegando pela plataforma de crowdfunding e encontrei essa interessante cafeteira.

Diferentemente do café tradicional, essa cafeteira prepara um café gelado por infusão com água gelada por quase 24 horas. É uma forma diferente de consumir o café, bem disseminada nos EUA, mas pouco por aqui no Brasil.

O anúncio chamou bem a minha atenção e resolvi ser uma apoiador pagando US$ 75 pela cafeteira, sendo US$ 49 pelo produto e mais US$ 26 pelo frete.

A campanha foi um sucesso!! Eles pediram $15.000 e arrecadaram $613.387. Foram 8.128 apoiadores sendo que fui o de nº 4.447.

Após um leve atraso no envio do produto (normal para um produto do kickstarter) minha encomenda foi despachada no dia 25/07 e chegou no meu condomínio no dia 14/08. O produto veio da China e tive a sorte de não ser taxado pela Receita!!



Peguei ontem na administração do meu condomínio e já deixei logo pela manhã preparando a primeira infusão.

Tomei hoje pela manhã a primeira dose e o gosto realmente é diferente do café quente tradicional. Não vou dizer que achei bom nesse 1º teste, mas creio que o café que eu usei também não ajudou. Além dele ser um café bem comum de supermercado (mais palha que grão), ele também estava numa moagem extremamente fina, praticamente uma farinha de trigo. Creio que uma moagem mais grosseira e apenas grãos, irá propiciar uma bebida mais saborosa.

Porém uma coisa é certa, mesmo esse primeiro teste que eu fiz não saindo tão saboroso, o gosto foi muito melhor do que o Iced Coffee vendido pela Dunkin' Donuts!! Aquela bebida é horrível! Já experimentei duas vezes e na última vez até joguei fora o final, pois não aguentava mais o sabor ruim!

Em uma primeira análise rápida, posso dizer que o produto que eles prometerem realmente eles entregaram. O atraso de 4 meses foi recompensando com um produto muito elegante e a embalagem também bastante reforçada por se tratar de um produto bem frágil. O medo que eu estava da jarra chegar quebrada estava bem alto!

Dos seis produtos que já apoiei via Kickstarter, creio que esse foi o que mais cumpriu a promessa juntamente com o Pebble.



sábado, agosto 12, 2017

Hyper Light Drifter


Em abril de 2016, o site Jogabilida.de abordou em seu Podcast Vértice nº 72 um jogo chamado Hyper Light Drifter. A crítica foi muito positiva e vendo alguns vídeos na época, o jogo me interessou e foi para a minha lista de desejos da Steam.

Em junho último a Steam fez mais uma de suas famosas sales e comprei o jogo por R$ 18,49 e no final do mês passado comecei a jogá-lo.

Realmente o jogo é tudo isso mesmo que a crítica disse! O jogo é maravilhoso, com uma ambientação fantástica e com uma jogabilidade super fluída.

O jogo é bem desafiador, mas sem ser difícil. Daria até para fazer uma comparação com a série Souls no quesito dificuldade, ou seja, nós morremos porque queremos resolver de forma apressada o combate e se tivermos paciência e um pouco de estratégia conseguimos passar pelos desafios.

Terminei com um pouco mais de 13 horas matando todos os chefes, mas logicamente sem pegar todos os itens. Há muita coisa escondida e para tentar achar tudo teria que jogar facilmente o dobro do tempo que joguei.


segunda-feira, julho 31, 2017

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


Igual o mês passado, novamente estou preferindo não comprar tantos jogos, por pura falta de tempo de jogar.

Tirando os jogos da PS Plus para o PS Vita, consegui dois jogos gratuitos para o PC e comprei apenas um jogo mesmo para o Xbox One.

O Ryse: Son of Rome foi o único que joguei dessa lista e o Forza em breve jogarei.



terça-feira, julho 11, 2017

Sapiens: Uma breve história da humanidade


Nos últimos dias resolvi voltar à ler. Estava vendo que em alguns momentos de descanso em casa eu estava gastando meu tempo zapeando os canais de TV, sendo que poderia estar fazendo coisas mais úteis.

Iniciei novamente nessa empreitada com um livro que peguei emprestado do meu irmão. Trata-se do livro Sobre a China do Henry Kissinger. O livro é bom, principalmente o início, mas chegando na metade eu cansei um pouco dele, pois o autor detalha demais alguns assuntos e começou a ficar desinteressante para mim.

Pesquisando algumas listas na internet vi que muita gente estava falando bem de um livro que resolvi comprar para o meu Kindle. Trata-se do best seller Sapiens, escrito por um historiador israelense.

O livro é fantástico!!! O autor narra a história de nossa espécie, ou seja, como nós humanos nos destacamos dentro todo os outros animais da natureza, inclusive das outras espécies humanas que chegaram a conviver conosco.

Baseado em várias pesquisas científicas e por belas deduções, o autor traça um panorama desde a pré-história até os dias atuais, mostrando os vários caminhos que nos levaram a ser o que nós somos hoje.

É uma leitura indispensável para quem quer entender um pouco de onde viemos e para onde podemos ir!

sexta-feira, junho 30, 2017

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


Não foi por falta de oportunidade, mas o mês foi mais "fraco" por opção mesmo. Nessa semana houve um Steam Sale, mas eu me segurei e comprei apenas um jogo.

Aproveitando outras promoções ao longo do mês, comprei mais um jogo pro XONE e para o PS4 e um clássico do SNES pro 3DS.

Além disso teve o jogo "gratuito" da PS Plus e mais um gratuito de verdade oferecido pelo Steam que foi o Outland (excelente por sinal).

A falta de tempo para jogar e a enorme quantidade de excelentes jogos que eu nem toquei ainda, me conscientiza para eu diminuir um pouco o ritmo na compra de jogos. O problema são as promoções!! Quem resiste a uma quando aquele produto que você ama está com um bom preço! Maldito capitalismo...


quinta-feira, junho 08, 2017

Cooperativismo Financeiro: Virtudes e Oportunidades


Trabalho no cooperativismo financeiro há quase 13 anos e posso afirmar com certeza que é um trabalho ao mesmo tempo apaixonante e desafiador.

Apaixonante, pois estamos lidando com a vida financeira de milhares de pessoas e por causa da nossa dedicação, muitos brasileiros estão produzindo e gerando riqueza. O mais bonito é que essa riqueza é gerada no interior do País e por lá fica, trazendo benefício para toda a comunidade local.

Desafiador pois o cooperativismo financeiro moderno ainda engatinha no País. Mesmo tendo cooperativas centenárias, gosto de pensar que apenas na metade da década de 90 com a criação dos bancos cooperativos é que o cooperativismo de crédito (que agora é mais plausível em chamar de cooperativismo financeiro) alçou a um novo patamar. Ainda há muito para construir e fazer parte desse mundo é muito gratificante.

Diante desse cenário o Diretor de Operações do Bancoob, Ênio Meinen, lançou no final do ano passado o livro Cooperativismo Financeiro: Virtudes e Oportunidades.

No livro o autor discorre o cenário atual do cooperativismo e as oportunidades que o setor deve buscar para cada vez mais ser relevante e cumprir o seu papel social que só o cooperativismo é capaz.

Há temas bem provocativos que nos faz refletir sobre os caminhos que deveremos trilhar caso queiramos um cooperativismo cada vez mais forte e próximo do nosso associado.

Leitura recomendadíssima para quem atua no setor e para aqueles que querem conhecer mais esse movimento que tem o poder de mudar a realidade de muitos brasileiros.

sábado, junho 03, 2017

Brothers: A Tale of Two Sons


Fazia um tempo que não jogava o Xbox One e decidi jogá-lo ontem à noite. Entretanto me deparei com uma atualização de 3,7GB que não me deixa jogar antes de aplicar essa atualização. Por causa da minha internet super lenta o download do arquivo se arrastava e decidi jogar outra coisa enquanto isso.

Hoje pela manhã resolvi ligar o PS3 para voltar ao ICO, entretanto me deparei com esse jogo que há muito tempo atrás eu tinha apenas testado e nunca mais tinha voltado à ele.

O gráfico meu agradou bastante e lembrando que é um jogo de 2013 ele me deixou mais impressionado ainda. O controle é o o grande diferencial desse jogo, onde cada irmão é controlado por um dos direcionais analógicos.

A premissa do jogo é simples e trata-se de um clássico puzzle onde os irmãos vão se ajudando para passar dos obstáculos.

O jogo é muito bem ambientado e vamos aos poucos nos conectando aos irmãos até chegar ao final que é ao mesmo tempo belo e triste .

Terminei o jogo em apenas uma sessão (fazia tempo que não fazia isso). Ele não é longo, mas também não é tão curto. Para mim foi na medida certa!


quarta-feira, maio 31, 2017

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


Mês um pouco caído com poucas boas aquisições.

A exceção fica pelo ótimo Plasma Puncher que zerei no mesmo dia que comprei e o Alan Wake que comprei aproveitando uma excelente promoção, já que ele estava sendo retirado das lojas.

Gostaria de ter jogado o Abzu esse mês, mas por falta de tempo não deu.

Uma frustração foi o Jedi Knight que eu comprei mas não rodou no meu computador!! Ele fica travando. Tentei achar a solução pela internet mas não consegui. Pelo menos foi bem barato.


sábado, maio 27, 2017

Certificado de Recebíveis do Agronegócio - CRA


Um dos desafios de quem trabalha no mercado de financiamento ao agronegócio é novas maneiras de financiar esse setor.

O Sistema Nacional de Crédito Rural - SNCR foi criado em 1965 pela Lei nº 4.829 e até hoje é a principal forma do produtor acessar crédito para a sua atividade. Além disso, ela é a principal ferramenta de Política Agrícola que o Governo Federal dispõe.

Entretanto, o produtor rural é apenas um dos elos da cadeia do agronegócio e os demais entes já se acostumaram a se financiar de outras maneiras, já que o SNCR é destinado para poucos beneficiários. O financiamento privado, o barter e o mercado de capitais somados já são bem maiores do que o SNCR e cada vez mais essas formas de financiamento vem ganhando relevância e substituindo a forma tradicional de financiamento direto ao produtor.

Uma grande mudança ocorreu em dezembro de 2004 com a publicação da Lei nº 11.076 que instituiu os "Novos Títulos do Agronegócio" que são: CDA/WA, CDCA, LCA e o CRA.

Na época eu estava completando 3 meses de banco e ainda não tinha noção do motivo da criação desses instrumentos e se um dia iríamos trabalhar com eles. Anos se passaram e o sistema onde trabalho começou a utilizar a LCA para fomentar o agronegócio nas cooperativas de crédito.

O próximo desafio é iniciar a utilização do CRA que nos últimos anos vêm tendo um bom crescimento e nesse cenário de queda da Selic que estamos vivendo ela será uma boa fonte de captar recursos para o financiamento ao setor.

Pesquisando sobre o assunto para obter o conhecimento necessário para lançarmos esse produto, encontrei uma dissertação de mestrado de um advogado chamado Marcelo Franchi Winter onde ele apresentou em 2014 perante a PUC/SP na obtenção deste título.

O texto é muito bom e me serviu para ter uma visão muito boa desse título. Ele até analisou um caso concreto da 1ª distribuição de CRA que ocorreu em 2012.

O texto está disponível no Sistema de Publicação Eletrônica de Teses da PUC/SP e para quem quiser aprender mais sobre o assunto recomendo muito esse texto.

sábado, maio 13, 2017

Plasma Puncher


Sempre é uma grata surpresa ver a indústria nacional produzir jogos tão interessantes que não deve nada a indústria internacional.

Plasma Puncher foi feito pela desenvolvedora Tomato Trap por dois cearenses e lançado essa semana no Steam.

O jogo pode ser considerado um beat 'em up onde você joga como uma célula branca e o objetivo é derrotar uma infecção no organismo. Ondas e mais ondas de inimigos vão surgindo e a medida que vamos derrotando os inimigos é possível comprar power-ups para melhorar os golpes e a vitalidade do personagem.

Fazia muito tempo que eu não jogava um jogo do início ao fim sem parar. Levei um pouco mais de 2 horas para terminar e foi muito prazeroso o tempo que passei com ele. O preço de R$7,99 é altamente recompensando pela diversão que o jogo traz.

Joguei no modo normal e mesmo nesse modo o jogo é desafiador. Existem outros modos mais difíceis para quem quiser um desafio a mais.

Altamente recomendado, não apenas por ser feito por brasileiros, mas também por ser diversão garantida por algumas horas!


domingo, maio 07, 2017

Metroid: Other M


Metroid é uma série que tenho uma relação de amor e ódio!

Eu amo o estilo de jogo que esse série criou, além da personagem ser super cativante e a ambientação dos jogos serem excelentes. Entretanto, nunca consegui terminar nenhum jogo dessa série.

Já joguei o Metroid do NES, o Super Metroid do SNES, o Metroid Prime do GameCube, o Metroid Prime Hunters do DS, entretanto nunca consegui terminar nenhum deles. Seja pela dificuldade do próprio cenário onde fiquei perdido sem saber para onde ir (NES e do SNES) ou pela dificuldade dos chefes principais (GameCube e DS).

O que eu cheguei mais longe, creio que parei no último chefe, foi o Prime Hunters do DS. Mas a dificuldade era tão grande, que se tornou frustrante tentar derrotar o chefe, chegando a doer minha mão de tanto que eu ficava tenso com o DS.

Mesmo assim não desisto dessa série e iniciei um novo jogo da série, o controverso Other M lançado para o Wii.

Ele foi criticado por dar uma ambientação mais cinematográfica com a Samus falando a todo o momento e por ser um pouco linear, fugindo do tradicional gameplay de labirinto.

Mesmo com essas críticas eu adorei o jogo e finalmente consegui terminar um jogo da série!

Os gráficos estão excelentes e como quase todo o jogo se passa em 3ª pessoa podemos ver a Samus em todo o seu esplendor. Poucas vezes precisamos ficar na visão de 1ª pessoa e mesmo nesses momentos o desafio é recompensador.

Depois de terminar meu 1º jogo da série a vontade é de voltar para os outros da série. Mas a minha falta de habilidade nesses jogos me faz pensar duas vezes...

segunda-feira, maio 01, 2017

Shovel Knight: Specter of Torment


É hora de voltar para o DLC gratuito do excepcional Shovel Knight! Gratuito para aqueles que compraram o jogo no início, como eu.

Aqui temos um prequel do que acontece no jogo principal, narrando a aventura de um dos cavaleiros que nós lutamos contra. A história é até interessante, mas o que pega mesmo é a jogabilidade.

Novamente remetendo à grande escola de 8 bits, temos aqui um excelente jogo de plataforma com uma trilha sonora impecável. O jogo tem uma dificuldade bem balanceada e a evolução do personagem com as habilidades que vamos comprando ao longo do jogo faz com que joguemos fase após fase sem querer desgrudar do console.

Não joguei o 1º DLC que saiu em 2015, mas esse está mais do que aprovado!


domingo, abril 30, 2017

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


Mês fraco, onde apenas alguns jogos da PS Plus e mais alguns que eu comprei em promoções da Steam e da Ubisoft entraram para a coleção.

O Deadlight entrou de forma atrasada na coleção, pois eu já tinha até zerado em outubro do ano passado, mas eu tinha esquecido de colocá-lo no controle.

Uma boa aquisição do mês foi o clássico StarCraft que a Blizzard deu de graça e foi muito bom relembrar como esse jogo é bom!

Outro que não paguei nada foi o Saints Row 2 que o Steam deu de graça.


Quebra-Cabeça Clementoni


Em 2006 eu comprei um quebra-cabeças de 1000 peças da Grow com a imagem da Santa Ceia, porém eu desisti de completá-lo pela dificuldade excessiva que foi montar sozinho um quebra-cabeças desse tamanho.

Em 2008 novamente eu comprei um de 1000 peças, achando que a dificuldade tinha sido a imagem que eu tinha escolhido. Comprei de uma imagem de Dubai, mas novamente não consegui terminá-lo.

No mês passado eu tentei voltar para o quebra-cabeças da Santa Ceia com minha esposa e nós conseguimos avançar bem, porém novamente não conseguimos terminar e ele voltou pra caixa.

Nessa semana por causa de uma viagem à trabalho, tive a oportunidade de ir à Ponta Porã/MS e atravessando a fronteira temos a cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, onde fomos no Shopping China fazer algumas compras.

Me deparei com uma marca de quebra-cabeças chamada Clementoni. É uma empresa italiana e as imagens me chamaram mais a atenção do que as que a Grow vende. Decidi comprar 3 imagens, só que dessa vez de 500 peças. Cada uma saiu por US$ 7 e US$ 9.

Comecei a montar ontem com minha esposa e hoje pela manhã, finalmente conseguimos terminar nosso primeiro quebra-cabeça! Devemos ter levado em torno de 5 horas para completá-lo.

Agora é emoldurar e escolher qual local da casa irá ganhar esse quadro.

sexta-feira, abril 21, 2017

Super Mario World


Minha infância foi regada a muitos jogos da Sega. Eu tinha um Master System e minha vizinha tinha um Mega Drive, além disso outros amigos também tinham Master e Mega. O meu contato com o Super Nintendo foi um pouco depois com alguns colegas que foram entrando para a turma e principalmente quando eu ia à Goiânia e alugava o console com meu primo.

Um dos jogos que certamente me marcou e até hoje posso dizer tranquilamente que é o meu jogo favorito dessa franquia foi o Super Mario World. Eu amo esse jogo possivelmente por ter sido o 1º jogo do Mario que eu joguei, só depois que fui jogar os Marios do NES.

Não tinha um jogo desse tipo nos consoles da Sega. Lógico que havia jogos de plataforma, porém com a cadência do Mario não havia nada igual. Aqueles mundos enormes, um monte de fase variadas com saídas secretas e uma jogabilidade super fluída, me conquistaram de imediato.

Para reviver esse clássico, comprei ele no Virtual Console do 3DS e levei quase 6 horas para terminá-lo do jeito certo: com as 96 saídas todas abertas!

Foi uma delícia reviver esse jogo e ver que ele realmente se sustenta até hoje com desafios na medida certa.


domingo, abril 16, 2017

Ghouls'n Ghosts


Na época do meu Master System um dos jogos que eu mais gostava era a continuação do aclamado Ghosts 'n Goblins: o Ghouls'n Ghosts!

Na época eu não sabia que ele era a continuação do Goblins que eu tanto jogava no fliperama e que me frustrava tanto por ser difícil. Eu achava que o Ghosts era uma versão do jogo do arcade para os consoles domésticos.

Eu tinha a versão do Master System, mas joguei também a versão do Mega Drive, além do 3º título da franquia que foi lançado para o SNES com o prefixo Super no nome.

A franquia nunca foi muito fácil, entretanto a versão do Master System eu terminei várias vezes e tinha na minha memória que o jogo nesse console era fácil.

Fui tentar jogar hoje novamente pelo emulador no PSP e eu lembrei de quase tudo no jogo e mesmo assim levei quase uma hora para zerar. Creio que obtive uma memória muscular desse jogo e por esse motivo até hoje consigo terminá-lo sem grandes problemas.


quinta-feira, abril 13, 2017

Zagg Folio

Não é de hoje que tento tornar móvel o ato de trabalhar em computador. Em 2006 comprei meu 1º notebook um Toshiba Satellite de 17' que estreei no MBA que fiz na FGV. Ele me acompanhou o curso todo e facilitou muito meus estudos. Em 2008 quando iniciei o curso de Direito eu comecei com ele, entretanto no fim de 2009 quando eu fui para Portugal eu compre um Netbook Asus Eee PC 1101HA. Esses mini computadores estavam muito na moda e eu entrei também na onda, visando principalmente autonomia de bateria e de quebra eu tornava "mais portátil" meu equipamento, saindo de um trambolho de 17" que pesava mais de 2kg para um de 11.6" de 1,3kg.

Desde 2010 quando comprei meu 1º iPad eu já vinha pensando em como o tablet poderia substituir por completo o Netbook. Em 2011 quando comprei meu 2º iPad comecei a testar com mais ênfase essa substituição e aos poucos fui aposentando o Asus Eee PC.

Ainda sentia um leve desconforto em digitar no teclado virtual do iPad e para reuniões mais longas como as viagens que fazia para as cooperativas o teclado virtual atrapalhava um pouco. Visando sanar essa situação comprei em 2012 uma capa que tinha espaço para embutir um teclado de Mac nele (TouchType), mas não funcionou a longo prazo e novamente voltei para o teclado virtual.

Em 2014 eu comprei meu 3º e atual iPad e tentei novamente voltar para o teclado físico, só que dessa vez sem o teclado ficar solto, ou seja, o teclado se dobrava sob o tela do iPad igual um notebook tradicional. Comprei um Zagg Cover nos EUA, só que tive o azar dele vir quebrado de fábrica, só funcionando quando plugado na energia.

Tentei usá-lo algumas vezes, entretanto essa dependência de sempre estar ligado a uma fonte de energia me desanimou ao ponto de tentar novamente uma outra solução.

Comprei um outro teclado da Zagg no Mercado Livre só que agora funcionando plenamente! É o modelo Folio que diferente do modelo que comprei anteriormente ele tem uma proteção para a parte traseira do iPad.

Já fiz um pequeno teste aqui em casa e a experiência é a mesma que tive no 1º Zagg só que agora realmente móvel!

Cheguei a cogitar a abandonar o iPad e partir para uma solução mais robusta e comprar o Microsoft Surface Pro 3 ou 4, mas o investimento iria ser muito alto e o iPad já me atendia bem faltando apenas um bom teclado físico para algumas situações. Além do que, a bateria do Surface dura bem menos do que do iPad e não gostaria de ter que sacrificar esse aspecto.

Espero ter chegado numa boa solução que me atenda nos próximos anos. Não tenho a inocência de que essa será a solução definitiva, pois a evolução tecnológica esta aí para provar o que aconteceu nessa última década!