sexta-feira, abril 21, 2017

Super Mario World


Minha infância foi regada a muitos jogos da Sega. Eu tinha um Master System e minha vizinha tinha um Mega Drive, além disso outros amigos também tinham Master e Mega. O meu contato com o Super Nintendo foi um pouco depois com alguns colegas que foram entrando para a turma e principalmente quando eu ia à Goiânia e alugava o console com meu primo.

Um dos jogos que certamente me marcou e até hoje posso dizer tranquilamente que é o meu jogo favorito dessa franquia foi o Super Mario World. Eu amo esse jogo possivelmente por ter sido o 1º jogo do Mario que eu joguei, só depois que fui jogar os Marios do NES.

Não tinha um jogo desse tipo nos consoles da Sega. Lógico que havia jogos de plataforma, porém com a cadência do Mario não havia nada igual. Aqueles mundos enormes, um monte de fase variadas com saídas secretas e uma jogabilidade super fluída, me conquistaram de imediato.

Para reviver esse clássico, comprei ele no Virtual Console do 3DS e levei quase 6 horas para terminá-lo do jeito certo: com as 96 saídas todas abertas!

Foi uma delícia reviver esse jogo e ver que ele realmente se sustenta até hoje com desafios na medida certa.


domingo, abril 16, 2017

Ghouls'n Ghosts


Na época do meu Master System um dos jogos que eu mais gostava era a continuação do aclamado Ghosts 'n Goblins: o Ghouls'n Ghosts!

Na época eu não sabia que ele era a continuação do Goblins que eu tanto jogava no fliperama e que me frustrava tanto por ser difícil. Eu achava que o Ghosts era uma versão do jogo do arcade para os consoles domésticos.

Eu tinha a versão do Master System, mas joguei também a versão do Mega Drive, além do 3º título da franquia que foi lançado para o SNES com o prefixo Super no nome.

A franquia nunca foi muito fácil, entretanto a versão do Master System eu terminei várias vezes e tinha na minha memória que o jogo nesse console era fácil.

Fui tentar jogar hoje novamente pelo emulador no PSP e eu lembrei de quase tudo no jogo e mesmo assim levei quase uma hora para zerar. Creio que obtive uma memória muscular desse jogo e por esse motivo até hoje consigo terminá-lo sem grandes problemas.


quinta-feira, abril 13, 2017

Zagg Folio

Não é de hoje que tento tornar móvel o ato de trabalhar em computador. Em 2006 comprei meu 1º notebook um Toshiba Satellite de 17' que estreei no MBA que fiz na FGV. Ele me acompanhou o curso todo e facilitou muito meus estudos. Em 2008 quando iniciei o curso de Direito eu comecei com ele, entretanto no fim de 2009 quando eu fui para Portugal eu compre um Netbook Asus Eee PC 1101HA. Esses mini computadores estavam muito na moda e eu entrei também na onda, visando principalmente autonomia de bateria e de quebra eu tornava "mais portátil" meu equipamento, saindo de um trambolho de 17" que pesava mais de 2kg para um de 11.6" de 1,3kg.

Desde 2010 quando comprei meu 1º iPad eu já vinha pensando em como o tablet poderia substituir por completo o Netbook. Em 2011 quando comprei meu 2º iPad comecei a testar com mais ênfase essa substituição e aos poucos fui aposentando o Asus Eee PC.

Ainda sentia um leve desconforto em digitar no teclado virtual do iPad e para reuniões mais longas como as viagens que fazia para as cooperativas o teclado virtual atrapalhava um pouco. Visando sanar essa situação comprei em 2012 uma capa que tinha espaço para embutir um teclado de Mac nele (TouchType), mas não funcionou a longo prazo e novamente voltei para o teclado virtual.

Em 2014 eu comprei meu 3º e atual iPad e tentei novamente voltar para o teclado físico, só que dessa vez sem o teclado ficar solto, ou seja, o teclado se dobrava sob o tela do iPad igual um notebook tradicional. Comprei um Zagg Cover nos EUA, só que tive o azar dele vir quebrado de fábrica, só funcionando quando plugado na energia.

Tentei usá-lo algumas vezes, entretanto essa dependência de sempre estar ligado a uma fonte de energia me desanimou ao ponto de tentar novamente uma outra solução.

Comprei um outro teclado da Zagg no Mercado Livre só que agora funcionando plenamente! É o modelo Folio que diferente do modelo que comprei anteriormente ele tem uma proteção para a parte traseira do iPad.

Já fiz um pequeno teste aqui em casa e a experiência é a mesma que tive no 1º Zagg só que agora realmente móvel!

Cheguei a cogitar a abandonar o iPad e partir para uma solução mais robusta e comprar o Microsoft Surface Pro 3 ou 4, mas o investimento iria ser muito alto e o iPad já me atendia bem faltando apenas um bom teclado físico para algumas situações. Além do que, a bateria do Surface dura bem menos do que do iPad e não gostaria de ter que sacrificar esse aspecto.

Espero ter chegado numa boa solução que me atenda nos próximos anos. Não tenho a inocência de que essa será a solução definitiva, pois a evolução tecnológica esta aí para provar o que aconteceu nessa última década!