sábado, maio 13, 2017

Plasma Puncher


Sempre é uma grata surpresa ver a indústria nacional produzir jogos tão interessantes que não deve nada a indústria internacional.

Plasma Puncher foi feito pela desenvolvedora Tomato Trap por dois cearenses e lançado essa semana no Steam.

O jogo pode ser considerado um beat 'em up onde você joga como uma célula branca e o objetivo é derrotar uma infecção no organismo. Ondas e mais ondas de inimigos vão surgindo e a medida que vamos derrotando os inimigos é possível comprar power-ups para melhorar os golpes e a vitalidade do personagem.

Fazia muito tempo que eu não jogava um jogo do início ao fim sem parar. Levei um pouco mais de 2 horas para terminar e foi muito prazeroso o tempo que passei com ele. O preço de R$7,99 é altamente recompensando pela diversão que o jogo traz.

Joguei no modo normal e mesmo nesse modo o jogo é desafiador. Existem outros modos mais difíceis para quem quiser um desafio a mais.

Altamente recomendado, não apenas por ser feito por brasileiros, mas também por ser diversão garantida por algumas horas!


domingo, maio 07, 2017

Metroid: Other M


Metroid é uma série que tenho uma relação de amor e ódio!

Eu amo o estilo de jogo que esse série criou, além da personagem ser super cativante e a ambientação dos jogos serem excelentes. Entretanto, nunca consegui terminar nenhum jogo dessa série.

Já joguei o Metroid do NES, o Super Metroid do SNES, o Metroid Prime do GameCube, o Metroid Prime Hunters do DS, entretanto nunca consegui terminar nenhum deles. Seja pela dificuldade do próprio cenário onde fiquei perdido sem saber para onde ir (NES e do SNES) ou pela dificuldade dos chefes principais (GameCube e DS).

O que eu cheguei mais longe, creio que parei no último chefe, foi o Prime Hunters do DS. Mas a dificuldade era tão grande, que se tornou frustrante tentar derrotar o chefe, chegando a doer minha mão de tanto que eu ficava tenso com o DS.

Mesmo assim não desisto dessa série e iniciei um novo jogo da série, o controverso Other M lançado para o Wii.

Ele foi criticado por dar uma ambientação mais cinematográfica com a Samus falando a todo o momento e por ser um pouco linear, fugindo do tradicional gameplay de labirinto.

Mesmo com essas críticas eu adorei o jogo e finalmente consegui terminar um jogo da série!

Os gráficos estão excelentes e como quase todo o jogo se passa em 3ª pessoa podemos ver a Samus em todo o seu esplendor. Poucas vezes precisamos ficar na visão de 1ª pessoa e mesmo nesses momentos o desafio é recompensador.

Depois de terminar meu 1º jogo da série a vontade é de voltar para os outros da série. Mas a minha falta de habilidade nesses jogos me faz pensar duas vezes...

segunda-feira, maio 01, 2017

Shovel Knight: Specter of Torment


É hora de voltar para o DLC gratuito do excepcional Shovel Knight! Gratuito para aqueles que compraram o jogo no início, como eu.

Aqui temos um prequel do que acontece no jogo principal, narrando a aventura de um dos cavaleiros que nós lutamos contra. A história é até interessante, mas o que pega mesmo é a jogabilidade.

Novamente remetendo à grande escola de 8 bits, temos aqui um excelente jogo de plataforma com uma trilha sonora impecável. O jogo tem uma dificuldade bem balanceada e a evolução do personagem com as habilidades que vamos comprando ao longo do jogo faz com que joguemos fase após fase sem querer desgrudar do console.

Não joguei o 1º DLC que saiu em 2015, mas esse está mais do que aprovado!


domingo, abril 30, 2017

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


Mês fraco, onde apenas alguns jogos da PS Plus e mais alguns que eu comprei em promoções da Steam e da Ubisoft entraram para a coleção.

O Deadlight entrou de forma atrasada na coleção, pois eu já tinha até zerado em outubro do ano passado, mas eu tinha esquecido de colocá-lo no controle.

Uma boa aquisição do mês foi o clássico StarCraft que a Blizzard deu de graça e foi muito bom relembrar como esse jogo é bom!

Outro que não paguei nada foi o Saints Row 2 que o Steam deu de graça.


Quebra-Cabeça Clementoni


Em 2006 eu comprei um quebra-cabeças de 1000 peças da Grow com a imagem da Santa Ceia, porém eu desisti de completá-lo pela dificuldade excessiva que foi montar sozinho um quebra-cabeças desse tamanho.

Em 2008 novamente eu comprei um de 1000 peças, achando que a dificuldade tinha sido a imagem que eu tinha escolhido. Comprei de uma imagem de Dubai, mas novamente não consegui terminá-lo.

No mês passado eu tentei voltar para o quebra-cabeças da Santa Ceia com minha esposa e nós conseguimos avançar bem, porém novamente não conseguimos terminar e ele voltou pra caixa.

Nessa semana por causa de uma viagem à trabalho, tive a oportunidade de ir à Ponta Porã/MS e atravessando a fronteira temos a cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, onde fomos no Shopping China fazer algumas compras.

Me deparei com uma marca de quebra-cabeças chamada Clementoni. É uma empresa italiana e as imagens me chamaram mais a atenção do que as que a Grow vende. Decidi comprar 3 imagens, só que dessa vez de 500 peças. Cada uma saiu por US$ 7 e US$ 9.

Comecei a montar ontem com minha esposa e hoje pela manhã, finalmente conseguimos terminar nosso primeiro quebra-cabeça! Devemos ter levado em torno de 5 horas para completá-lo.

Agora é emoldurar e escolher qual local da casa irá ganhar esse quadro.

sexta-feira, abril 21, 2017

Super Mario World


Minha infância foi regada a muitos jogos da Sega. Eu tinha um Master System e minha vizinha tinha um Mega Drive, além disso outros amigos também tinham Master e Mega. O meu contato com o Super Nintendo foi um pouco depois com alguns colegas que foram entrando para a turma e principalmente quando eu ia à Goiânia e alugava o console com meu primo.

Um dos jogos que certamente me marcou e até hoje posso dizer tranquilamente que é o meu jogo favorito dessa franquia foi o Super Mario World. Eu amo esse jogo possivelmente por ter sido o 1º jogo do Mario que eu joguei, só depois que fui jogar os Marios do NES.

Não tinha um jogo desse tipo nos consoles da Sega. Lógico que havia jogos de plataforma, porém com a cadência do Mario não havia nada igual. Aqueles mundos enormes, um monte de fase variadas com saídas secretas e uma jogabilidade super fluída, me conquistaram de imediato.

Para reviver esse clássico, comprei ele no Virtual Console do 3DS e levei quase 6 horas para terminá-lo do jeito certo: com as 96 saídas todas abertas!

Foi uma delícia reviver esse jogo e ver que ele realmente se sustenta até hoje com desafios na medida certa.


domingo, abril 16, 2017

Ghouls'n Ghosts


Na época do meu Master System um dos jogos que eu mais gostava era a continuação do aclamado Ghosts 'n Goblins: o Ghouls'n Ghosts!

Na época eu não sabia que ele era a continuação do Goblins que eu tanto jogava no fliperama e que me frustrava tanto por ser difícil. Eu achava que o Ghosts era uma versão do jogo do arcade para os consoles domésticos.

Eu tinha a versão do Master System, mas joguei também a versão do Mega Drive, além do 3º título da franquia que foi lançado para o SNES com o prefixo Super no nome.

A franquia nunca foi muito fácil, entretanto a versão do Master System eu terminei várias vezes e tinha na minha memória que o jogo nesse console era fácil.

Fui tentar jogar hoje novamente pelo emulador no PSP e eu lembrei de quase tudo no jogo e mesmo assim levei quase uma hora para zerar. Creio que obtive uma memória muscular desse jogo e por esse motivo até hoje consigo terminá-lo sem grandes problemas.


quinta-feira, abril 13, 2017

Zagg Folio

Não é de hoje que tento tornar móvel o ato de trabalhar em computador. Em 2006 comprei meu 1º notebook um Toshiba Satellite de 17' que estreei no MBA que fiz na FGV. Ele me acompanhou o curso todo e facilitou muito meus estudos. Em 2008 quando iniciei o curso de Direito eu comecei com ele, entretanto no fim de 2009 quando eu fui para Portugal eu compre um Netbook Asus Eee PC 1101HA. Esses mini computadores estavam muito na moda e eu entrei também na onda, visando principalmente autonomia de bateria e de quebra eu tornava "mais portátil" meu equipamento, saindo de um trambolho de 17" que pesava mais de 2kg para um de 11.6" de 1,3kg.

Desde 2010 quando comprei meu 1º iPad eu já vinha pensando em como o tablet poderia substituir por completo o Netbook. Em 2011 quando comprei meu 2º iPad comecei a testar com mais ênfase essa substituição e aos poucos fui aposentando o Asus Eee PC.

Ainda sentia um leve desconforto em digitar no teclado virtual do iPad e para reuniões mais longas como as viagens que fazia para as cooperativas o teclado virtual atrapalhava um pouco. Visando sanar essa situação comprei em 2012 uma capa que tinha espaço para embutir um teclado de Mac nele (TouchType), mas não funcionou a longo prazo e novamente voltei para o teclado virtual.

Em 2014 eu comprei meu 3º e atual iPad e tentei novamente voltar para o teclado físico, só que dessa vez sem o teclado ficar solto, ou seja, o teclado se dobrava sob o tela do iPad igual um notebook tradicional. Comprei um Zagg Cover nos EUA, só que tive o azar dele vir quebrado de fábrica, só funcionando quando plugado na energia.

Tentei usá-lo algumas vezes, entretanto essa dependência de sempre estar ligado a uma fonte de energia me desanimou ao ponto de tentar novamente uma outra solução.

Comprei um outro teclado da Zagg no Mercado Livre só que agora funcionando plenamente! É o modelo Folio que diferente do modelo que comprei anteriormente ele tem uma proteção para a parte traseira do iPad.

Já fiz um pequeno teste aqui em casa e a experiência é a mesma que tive no 1º Zagg só que agora realmente móvel!

Cheguei a cogitar a abandonar o iPad e partir para uma solução mais robusta e comprar o Microsoft Surface Pro 3 ou 4, mas o investimento iria ser muito alto e o iPad já me atendia bem faltando apenas um bom teclado físico para algumas situações. Além do que, a bateria do Surface dura bem menos do que do iPad e não gostaria de ter que sacrificar esse aspecto.

Espero ter chegado numa boa solução que me atenda nos próximos anos. Não tenho a inocência de que essa será a solução definitiva, pois a evolução tecnológica esta aí para provar o que aconteceu nessa última década!

sexta-feira, março 31, 2017

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


O mês foi de poucas, porém ótimas aquisições. Além dos jogos normais da PS Plus, entrou na coleção alguns lançamentos e outros clássicos.

O Nintendo 3DS foi a plataforma beneficiada nesse mês. Além de voltar a ter o Mario Kart 7 na coleção, comprei dois clássicos do Super Nintendo para ele. O Link do The Past eu já tinha zerado em um emulador no PSP, então a compra foi para apoiar a Nintendo e tê-lo na minha coleção.

Para o PS4 foi a vez de dois lançamentos para a plataforma o Horizon e o Nioh. O Horizon eu joguei bastante durante esse mês por causa das minhas férias.

O Hollow Knight para o PC foi um achado. É um excelente metroidvania que joguei durante umas 5 horas e a sensação é que nem arranhei direito ainda o jogo. Ele é enorme e dificilmente o terminarei, mas já valeu jogá-lo por esse tempo.


quarta-feira, março 22, 2017

The Legend of Zelda


Hoje realmente foi o dia de finalizar uns jogos que estavam pendentes. Pela manhã terminei o Link's Awakening e agora à noite foi a vez do 1º título da franquia lançado lá em 1986 no NES.

Já tinha começado ele no ano passado, porém empaquei na penúltima masmorra e por isso larguei na época. Entretanto, com o ânimo de ter terminado um jogo pela manhã, decidi voltar ao jogo e com mais pouco de persistência consegui terminar o jogo.

É bem óbvio falar que o jogo é bem difícil. A primeira dificuldade é no mapa que você tem que praticamente decorar em sua mente e ir descobrindo os caminhos na tentativa mesmo, já que são poucas as dicas que o jogo oferece. Passei uma boa parte do jogo sem olhar qualquer guia, porém chegou uma hora que para eu conseguir terminá-lo em tempo hábil tive que recorrer há um mapa e nas duas últimas masmorras tive que seguir o walkthrough também.

Principalmente na última masmorra que além de ser enorme é bem difícil e só um jogador bem treinado consegue finalizá-la. Se não fosse o mapa da masmorra e a utilização de save state, dificilmente eu conseguiria terminar o jogo.

Mas posso dizer que esse jogo é bem prazeroso de se jogar e é impressionante o que eles conseguiram criar há mais de 30 anos atrás. Realmente esse jogo merece ser aclamado pela sua importância, já que ele foi um criador de gênero e várias fórmulas foram criadas aqui!


The Legend of Zelda: Link's Awakening


Mais um jogo da série finalizado!

Esse foi o 4º título da série lançado e o primeira para um portátil. Ele foi lançado originalmente para o Game Boy em 1993 e relançado em 1998 para o Game Boy Color com o prefixo DX. Foi essa versão do GBC que eu joguei no meu 3DS.

O jogo segue a mesma mecânica do seu antecessor (Link to the Past) e fico impressionado como um jogo desse porte foi lançado para um portátil com as limitações que o Game Boy tinha. Ele é tão desafiador quanto o o jogo do SNES, sendo apenas um pouco menor. Entretanto os desafios continuam e pra variar tive que usar um walkthrough para poder passar de algumas partes.

Foram necessárias 20 horas para terminá-lo e isso usando o walkthrough. Fico imaginando quanto tempo levaria sem usar nenhum tipo de ajuda e tentando fazer 100% do jogo. Facilmente passaria das 30 horas...


domingo, março 19, 2017

Mesa Madeira Para a Churrasqueira


Voltando de Jussara/GO na semana passada, passando por Alexânia nós resolvemos parar para ver os preços das mesas e cadeiras de madeira que tanto eles vendem na beira da rodovia.

Gostamos tanto do preço que o dono da loja fez para nós que ficou impossível não encomendar e hoje ele nos entregou a nossa nova mesa!

A mesa tem comprimento de 3,20m. o tampão é feito de ipê com os pés feitos de angico. A cadeira é feita de angelim pedra tornando-a leve para uma cadeira desse porte.

Com essa mesa não precisamos mais alugar mesas de plástico, fazendo um par perfeito com a churrasqueira.