quinta-feira, junho 08, 2017

Cooperativismo Financeiro: Virtudes e Oportunidades


Trabalho no cooperativismo financeiro há quase 13 anos e posso afirmar com certeza que é um trabalho ao mesmo tempo apaixonante e desafiador.

Apaixonante, pois estamos lidando com a vida financeira de milhares de pessoas e por causa da nossa dedicação, muitos brasileiros estão produzindo e gerando riqueza. O mais bonito é que essa riqueza é gerada no interior do País e por lá fica, trazendo benefício para toda a comunidade local.

Desafiador pois o cooperativismo financeiro moderno ainda engatinha no País. Mesmo tendo cooperativas centenárias, gosto de pensar que apenas na metade da década de 90 com a criação dos bancos cooperativos é que o cooperativismo de crédito (que agora é mais plausível em chamar de cooperativismo financeiro) alçou a um novo patamar. Ainda há muito para construir e fazer parte desse mundo é muito gratificante.

Diante desse cenário o Diretor de Operações do Bancoob, Ênio Meinen, lançou no final do ano passado o livro Cooperativismo Financeiro: Virtudes e Oportunidades.

No livro o autor discorre o cenário atual do cooperativismo e as oportunidades que o setor deve buscar para cada vez mais ser relevante e cumprir o seu papel social que só o cooperativismo é capaz.

Há temas bem provocativos que nos faz refletir sobre os caminhos que deveremos trilhar caso queiramos um cooperativismo cada vez mais forte e próximo do nosso associado.

Leitura recomendadíssima para quem atua no setor e para aqueles que querem conhecer mais esse movimento que tem o poder de mudar a realidade de muitos brasileiros.

sábado, junho 03, 2017

Brothers: A Tale of Two Sons


Fazia um tempo que não jogava o Xbox One e decidi jogá-lo ontem à noite. Entretanto me deparei com uma atualização de 3,7GB que não me deixa jogar antes de aplicar essa atualização. Por causa da minha internet super lenta o download do arquivo se arrastava e decidi jogar outra coisa enquanto isso.

Hoje pela manhã resolvi ligar o PS3 para voltar ao ICO, entretanto me deparei com esse jogo que há muito tempo atrás eu tinha apenas testado e nunca mais tinha voltado à ele.

O gráfico meu agradou bastante e lembrando que é um jogo de 2013 ele me deixou mais impressionado ainda. O controle é o o grande diferencial desse jogo, onde cada irmão é controlado por um dos direcionais analógicos.

A premissa do jogo é simples e trata-se de um clássico puzzle onde os irmãos vão se ajudando para passar dos obstáculos.

O jogo é muito bem ambientado e vamos aos poucos nos conectando aos irmãos até chegar ao final que é ao mesmo tempo belo e triste .

Terminei o jogo em apenas uma sessão (fazia tempo que não fazia isso). Ele não é longo, mas também não é tão curto. Para mim foi na medida certa!


quarta-feira, maio 31, 2017

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


Mês um pouco caído com poucas boas aquisições.

A exceção fica pelo ótimo Plasma Puncher que zerei no mesmo dia que comprei e o Alan Wake que comprei aproveitando uma excelente promoção, já que ele estava sendo retirado das lojas.

Gostaria de ter jogado o Abzu esse mês, mas por falta de tempo não deu.

Uma frustração foi o Jedi Knight que eu comprei mas não rodou no meu computador!! Ele fica travando. Tentei achar a solução pela internet mas não consegui. Pelo menos foi bem barato.


sábado, maio 27, 2017

Certificado de Recebíveis do Agronegócio - CRA


Um dos desafios de quem trabalha no mercado de financiamento ao agronegócio é novas maneiras de financiar esse setor.

O Sistema Nacional de Crédito Rural - SNCR foi criado em 1965 pela Lei nº 4.829 e até hoje é a principal forma do produtor acessar crédito para a sua atividade. Além disso, ela é a principal ferramenta de Política Agrícola que o Governo Federal dispõe.

Entretanto, o produtor rural é apenas um dos elos da cadeia do agronegócio e os demais entes já se acostumaram a se financiar de outras maneiras, já que o SNCR é destinado para poucos beneficiários. O financiamento privado, o barter e o mercado de capitais somados já são bem maiores do que o SNCR e cada vez mais essas formas de financiamento vem ganhando relevância e substituindo a forma tradicional de financiamento direto ao produtor.

Uma grande mudança ocorreu em dezembro de 2004 com a publicação da Lei nº 11.076 que instituiu os "Novos Títulos do Agronegócio" que são: CDA/WA, CDCA, LCA e o CRA.

Na época eu estava completando 3 meses de banco e ainda não tinha noção do motivo da criação desses instrumentos e se um dia iríamos trabalhar com eles. Anos se passaram e o sistema onde trabalho começou a utilizar a LCA para fomentar o agronegócio nas cooperativas de crédito.

O próximo desafio é iniciar a utilização do CRA que nos últimos anos vêm tendo um bom crescimento e nesse cenário de queda da Selic que estamos vivendo ela será uma boa fonte de captar recursos para o financiamento ao setor.

Pesquisando sobre o assunto para obter o conhecimento necessário para lançarmos esse produto, encontrei uma dissertação de mestrado de um advogado chamado Marcelo Franchi Winter onde ele apresentou em 2014 perante a PUC/SP na obtenção deste título.

O texto é muito bom e me serviu para ter uma visão muito boa desse título. Ele até analisou um caso concreto da 1ª distribuição de CRA que ocorreu em 2012.

O texto está disponível no Sistema de Publicação Eletrônica de Teses da PUC/SP e para quem quiser aprender mais sobre o assunto recomendo muito esse texto.

sábado, maio 13, 2017

Plasma Puncher


Sempre é uma grata surpresa ver a indústria nacional produzir jogos tão interessantes que não deve nada a indústria internacional.

Plasma Puncher foi feito pela desenvolvedora Tomato Trap por dois cearenses e lançado essa semana no Steam.

O jogo pode ser considerado um beat 'em up onde você joga como uma célula branca e o objetivo é derrotar uma infecção no organismo. Ondas e mais ondas de inimigos vão surgindo e a medida que vamos derrotando os inimigos é possível comprar power-ups para melhorar os golpes e a vitalidade do personagem.

Fazia muito tempo que eu não jogava um jogo do início ao fim sem parar. Levei um pouco mais de 2 horas para terminar e foi muito prazeroso o tempo que passei com ele. O preço de R$7,99 é altamente recompensando pela diversão que o jogo traz.

Joguei no modo normal e mesmo nesse modo o jogo é desafiador. Existem outros modos mais difíceis para quem quiser um desafio a mais.

Altamente recomendado, não apenas por ser feito por brasileiros, mas também por ser diversão garantida por algumas horas!


domingo, maio 07, 2017

Metroid: Other M


Metroid é uma série que tenho uma relação de amor e ódio!

Eu amo o estilo de jogo que esse série criou, além da personagem ser super cativante e a ambientação dos jogos serem excelentes. Entretanto, nunca consegui terminar nenhum jogo dessa série.

Já joguei o Metroid do NES, o Super Metroid do SNES, o Metroid Prime do GameCube, o Metroid Prime Hunters do DS, entretanto nunca consegui terminar nenhum deles. Seja pela dificuldade do próprio cenário onde fiquei perdido sem saber para onde ir (NES e do SNES) ou pela dificuldade dos chefes principais (GameCube e DS).

O que eu cheguei mais longe, creio que parei no último chefe, foi o Prime Hunters do DS. Mas a dificuldade era tão grande, que se tornou frustrante tentar derrotar o chefe, chegando a doer minha mão de tanto que eu ficava tenso com o DS.

Mesmo assim não desisto dessa série e iniciei um novo jogo da série, o controverso Other M lançado para o Wii.

Ele foi criticado por dar uma ambientação mais cinematográfica com a Samus falando a todo o momento e por ser um pouco linear, fugindo do tradicional gameplay de labirinto.

Mesmo com essas críticas eu adorei o jogo e finalmente consegui terminar um jogo da série!

Os gráficos estão excelentes e como quase todo o jogo se passa em 3ª pessoa podemos ver a Samus em todo o seu esplendor. Poucas vezes precisamos ficar na visão de 1ª pessoa e mesmo nesses momentos o desafio é recompensador.

Depois de terminar meu 1º jogo da série a vontade é de voltar para os outros da série. Mas a minha falta de habilidade nesses jogos me faz pensar duas vezes...

segunda-feira, maio 01, 2017

Shovel Knight: Specter of Torment


É hora de voltar para o DLC gratuito do excepcional Shovel Knight! Gratuito para aqueles que compraram o jogo no início, como eu.

Aqui temos um prequel do que acontece no jogo principal, narrando a aventura de um dos cavaleiros que nós lutamos contra. A história é até interessante, mas o que pega mesmo é a jogabilidade.

Novamente remetendo à grande escola de 8 bits, temos aqui um excelente jogo de plataforma com uma trilha sonora impecável. O jogo tem uma dificuldade bem balanceada e a evolução do personagem com as habilidades que vamos comprando ao longo do jogo faz com que joguemos fase após fase sem querer desgrudar do console.

Não joguei o 1º DLC que saiu em 2015, mas esse está mais do que aprovado!


domingo, abril 30, 2017

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


Mês fraco, onde apenas alguns jogos da PS Plus e mais alguns que eu comprei em promoções da Steam e da Ubisoft entraram para a coleção.

O Deadlight entrou de forma atrasada na coleção, pois eu já tinha até zerado em outubro do ano passado, mas eu tinha esquecido de colocá-lo no controle.

Uma boa aquisição do mês foi o clássico StarCraft que a Blizzard deu de graça e foi muito bom relembrar como esse jogo é bom!

Outro que não paguei nada foi o Saints Row 2 que o Steam deu de graça.


Quebra-Cabeça Clementoni


Em 2006 eu comprei um quebra-cabeças de 1000 peças da Grow com a imagem da Santa Ceia, porém eu desisti de completá-lo pela dificuldade excessiva que foi montar sozinho um quebra-cabeças desse tamanho.

Em 2008 novamente eu comprei um de 1000 peças, achando que a dificuldade tinha sido a imagem que eu tinha escolhido. Comprei de uma imagem de Dubai, mas novamente não consegui terminá-lo.

No mês passado eu tentei voltar para o quebra-cabeças da Santa Ceia com minha esposa e nós conseguimos avançar bem, porém novamente não conseguimos terminar e ele voltou pra caixa.

Nessa semana por causa de uma viagem à trabalho, tive a oportunidade de ir à Ponta Porã/MS e atravessando a fronteira temos a cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, onde fomos no Shopping China fazer algumas compras.

Me deparei com uma marca de quebra-cabeças chamada Clementoni. É uma empresa italiana e as imagens me chamaram mais a atenção do que as que a Grow vende. Decidi comprar 3 imagens, só que dessa vez de 500 peças. Cada uma saiu por US$ 7 e US$ 9.

Comecei a montar ontem com minha esposa e hoje pela manhã, finalmente conseguimos terminar nosso primeiro quebra-cabeça! Devemos ter levado em torno de 5 horas para completá-lo.

Agora é emoldurar e escolher qual local da casa irá ganhar esse quadro.

sexta-feira, abril 21, 2017

Super Mario World


Minha infância foi regada a muitos jogos da Sega. Eu tinha um Master System e minha vizinha tinha um Mega Drive, além disso outros amigos também tinham Master e Mega. O meu contato com o Super Nintendo foi um pouco depois com alguns colegas que foram entrando para a turma e principalmente quando eu ia à Goiânia e alugava o console com meu primo.

Um dos jogos que certamente me marcou e até hoje posso dizer tranquilamente que é o meu jogo favorito dessa franquia foi o Super Mario World. Eu amo esse jogo possivelmente por ter sido o 1º jogo do Mario que eu joguei, só depois que fui jogar os Marios do NES.

Não tinha um jogo desse tipo nos consoles da Sega. Lógico que havia jogos de plataforma, porém com a cadência do Mario não havia nada igual. Aqueles mundos enormes, um monte de fase variadas com saídas secretas e uma jogabilidade super fluída, me conquistaram de imediato.

Para reviver esse clássico, comprei ele no Virtual Console do 3DS e levei quase 6 horas para terminá-lo do jeito certo: com as 96 saídas todas abertas!

Foi uma delícia reviver esse jogo e ver que ele realmente se sustenta até hoje com desafios na medida certa.


domingo, abril 16, 2017

Ghouls'n Ghosts


Na época do meu Master System um dos jogos que eu mais gostava era a continuação do aclamado Ghosts 'n Goblins: o Ghouls'n Ghosts!

Na época eu não sabia que ele era a continuação do Goblins que eu tanto jogava no fliperama e que me frustrava tanto por ser difícil. Eu achava que o Ghosts era uma versão do jogo do arcade para os consoles domésticos.

Eu tinha a versão do Master System, mas joguei também a versão do Mega Drive, além do 3º título da franquia que foi lançado para o SNES com o prefixo Super no nome.

A franquia nunca foi muito fácil, entretanto a versão do Master System eu terminei várias vezes e tinha na minha memória que o jogo nesse console era fácil.

Fui tentar jogar hoje novamente pelo emulador no PSP e eu lembrei de quase tudo no jogo e mesmo assim levei quase uma hora para zerar. Creio que obtive uma memória muscular desse jogo e por esse motivo até hoje consigo terminá-lo sem grandes problemas.