quarta-feira, abril 06, 2016

Killzone: Mercenary


Finalmente finalizo meu 1º jogo no PS Vita e não poderia deixar de ser um aclamado título pela crítica e considerado o melhor FPS já lançado para um portátil.

Killzone: Mercenary é um FPS de primeira linha que não deve em nada ao gênero e bate de frente com os jogos de console de mesa. A jogabilidade é fluida, fazendo um bom uso da parte traseira tátil do portátil.

O jogo é todo dublado em português e até gostei do trabalho de dublagem, fazendo com que a imersão seja maior ainda comparado com um jogo em inglês. Por mais que eu entenda inglês razoavelmente, nada melhor do que jogar um título na nossa língua.

O jogo não é difícil e nem muito fácil, ou seja, uma dificuldade bem balanceada com check-points estratégicos que não deixa o jogo frustrante. Empaquei em algumas partes, mas uma leve persistência foi suficiente para passar desses desafios.

Há uma ótima variedade de armas e acessórios que deixa o jogo com um gameplay bem variado. Como o jogo não é muito longo, ele não dá aquela sensação que estamos fazendo as mesmas missões que acaba cansando para quem gosta de jogos do estilo.

É um jogo recomendadíssimo e compra obrigatória para quem tem um PS Vita!


terça-feira, abril 05, 2016

Game Collector: Colocando Ordem na Coleção


Já tem alguns anos que utilizo a solução de catalogação de CDs da Collectorz e hoje senti necessidade de comprar também o seu programa para catalogar jogos.

A coleção aumentou sem eu perceber e quase me vi comprando essa semana um jogo que eu já tinha!

Depois de tudo devidamente catalogado, fiz algumas observações interessantes. Primeiramente que o PC virou minha plataforma principal, seguida pelo PS3 e pelo PS Vita. O PC aparece em primeiro, pois comprei muitos jogos no Humble Bundle e nos consoles da Sony é explicado pela assinatura da PS Plus que todo mês a Sony nos oferece de graça alguns jogos.


Tanto é que a grande maioria dos meus jogos está no formato digital, isto é, está ou na Steam, ou na PSN ou no Virtual Console da Nintendo. O 2º formato que mais tenho jogos é da PS+ que é exatamente a assinatura anual que tenho com a Sony. Pago US$50 para manter essa biblioteca de jogos e que pode aumentar todo mês caso tenha algum jogo que me interessa da lista. Deixei eles separados da categoria digital, pois se um dia parar de pagar a anuidade eu perco todos esses jogos e da categoria digital não, pois estes foram comprados mesmo. Mídia física tenho um volume considerável também, com destaque para o Wii U e o Wii que tenho bastante jogos. Cartucho é basicamente do Nintendo 3DS.


A minha paixão pela Nintendo é traduzida no ranking dos desenvolvedores dos jogos que tenho. É praticamente a Big N dominando a minha coleção com a Valbe bem atrás, mas num sólido 2º lugar e depois tem o restante.


E por último as franquias que mais tenho jogos e já esperava que The Legend of Zelda ia estar em primeiro, pois passei os últimos anos procurando por jogos da série e meu objetivo maior será um dia ter jogado todos os jogos da série. Já estou bem adiantado, mas ainda falta muito jogo pela frente.


sábado, abril 02, 2016

God of War


Um dos motivos de ter comprado um PS2 foi ter a possibilidade de jogar alguns clássicos que não joguei na época. Um desses clássicos seria a franquia God of War que nunca joguei nenhum.

Acabei por não utilizar o meu PS2 para jogar o 1º jogo da franquia e sim o PS Vita, aproveitando uma promoção que teve na PSN no pacote com os dois primeiros jogos.

O jogo é bem desafiante, me fazendo até empacar em alguns puzzles que exige uma destreza bem alta para passar.

Jogar na "telinha" do Vita foi bem interessante, contribuindo para uma imersão bem legal, pois a tela do aparelho fica a poucos centímetros de nosso olhos.

Como disse, comprei o pacote com os dois primeiros jogos e o III já está ali na estante esperando a sua vez de ser experimentado!


quinta-feira, março 31, 2016

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


Nesse 2º mês de acompanhamento da coleção de jogos tive novamente um bom desempenho com 7 novos jogos.

Dessa vez a plataforma da Nintendo reinou soberana com jogos para seus últimos dois consoles e para o seu portátil mais atual.

Para o Wii U eu praticamente já tenho quase tudo que eu gostaria de ter desse console. O Hyrule Warriors era um dos últimos títulos que faltava para minha coleção.

Para o PC, aproveitei uma promoção de jogos da Ubisoft e comprei meu 1º Assassin's Creed e um RPG que foi bem aclamado pela crítica.

terça-feira, março 22, 2016

Iron Maiden: The Book of Souls Tour


Há exatos 5 anos atrás estava assistindo pela 2ª vez a minha banda do coração em solo brasiliense. E não é que hoje foi a vez deles pisarem pela 3ª vez na capital federal e logicamente não podia perder o Maiden tocando na minha cidade.

Fomos novamente eu e a mulher, só que dessa vez o show foi no ginásio Nilson Nelson. Assistimos um pouco mais longe, da arquibancada.

O show teve a abertura da banda do filho do Steve Harris, a Raven Age, além do Anthrax. Chegamos na metade do show do Anthrax e já deu pra perceber que o som estava bem embolado com a acústica do ginásio não propiciando um som mais cristalino.

O Maiden fez desfilou 6 músicas do novo CD e outros clássicos que não podem faltar nos shows, além de alguns clássicos que não eram tocados a muito tempo ao vivo.

Houve até um sacrifício em pleno palco, com o Bruce arrancando o coração do Eddie e jogando em um caldeirão na música The Book Of Souls.




No set list tivemos as seguintes músicas (em negrito são do novo álgum):

1. If Eternity Should Fail
2. Speed of Light

3. Children of the Damned
4. Tears of a Clown
5. The Red and the Black

6. The Trooper
7. Powerslave
8. Death or Glory
9. The Book of Souls

10. Hallowed Be Thy Name
11. Fear of the Dark
12. Iron Maiden

Bis:
13. The Number of the Beast
14. Blood Brothers
15. Wasted Years

Depois desse show eu acredito que a cidade possa ter entrado em definitivo na rota do Maiden e quando eles resolverem voltar aqui, estarei lá para saudá-los e cantar suas músicas a plenos pulmões!







segunda-feira, março 21, 2016

Post Número 400!!


Dessa vez demorou mesmo!!

Se na época de quando escrevi o meu 300º post eu já tinha demorado, dessa vez bati o recorde!

Fazendo as contas;

  • Para o 100º post levei 1 ano e 9 meses
  • Para o 200º post levei 1 ano e 7 meses
  • Para o 300º post levei 2 anos e 8 meses
  • Para o 400º post levei 3 anos e 3 meses
As publicações foram de Janeiro/2013 a Março/2016 e ao longo desse período foram 6.700 visualizações, sendo que o tráfego foi gerado 76,5% no Brasil, 9% nos EUA, 2% na Rússia e o restante em vários outros países. Em relação as cidades brasileiras tive São Paulo com 16,8%, Brasília com 11% e Rio de Janeiro com 4,2%.

O post mais acessado foi de maio/2015 sobre a antena externa para melhor o sinal de 3G que comprei para o Vivo Box. Teve um post também de maio/2011 sobre o surgimento de Brasília que teve um bom acesso. Nesse período de quase 3 anos e meio fiquei um tempo sem coletar informações, pois a ferramente de análise estatísticas do Google mudou e fiquei vários meses sem ligar o blog à nova ferramenta.

O ritmo de publicação aumentou consideravelmente desde o ano passado. Com isso espero que a publicação do 500º post não leve mais 3 anos...

domingo, março 20, 2016

A Riqueza da Nação no Sécula XXI


Bernardo Guimarães é Mestre em Economia pela USP, Doutor pela Universidade de Yale e atualmente professor na FGV-EESP e autor desse fantástico livro que explica resumidamente os principais aspectos da economia brasileira.

O livro trata de alguns temas que estão diariamente no noticiário e que grande parte da população acha que entende, mas o autor desmistifica de forma simples e direta vários dogmas que achávamos que sabíamos.

São temas que vão desde como funciona a Política Monetária no Brasil, o papel do BNDES nas matrizes econômicas que o País tem desde o Governo FHC, a famigerada Lei do Conteúdo Local que obriga as empresas comprarem parte do seus insumos da indústria nacional, como funciona as contas do Governo, as implicações das leis trabalhistas, etc.

O autor faz uma apanhado bem geral de onde o PT errou e acertou em todo esse tempo que esteve no poder, lembrando que muitas ideias que o partido rechaçava no passado, virou a sua principal bandeira como o próprio Bolsa Família.

Com um viés liberal, o autor demonstra com vários dados e exemplos de como nós acertamos e erramos na economia nos últimas duas décadas e que tínhamos tudo para dar certo, mas os políticos atuais com sua política desenvolvimentista acabou por enterrar novamente a economia!

quarta-feira, março 16, 2016

The Legend of Zelda: The Wind Waker HD


Hoje foi o dia de terminar mais um jogo da franquia The Legend Of Zelda e o capítulo da vez foi o fantástico e aclamado Wind Waker lançado originalmente para o Gamecube (cujo jogo meu irmão até hoje tem em sua coleção).

Entretanto a versão que joguei foi o relançamento para o Wii U em uma versão HD, lançada em 2013 comemorando 10 anos do lançamento original do jogo.

Comprei o jogo em 2014 quando adquiri meu Wii U nos EUA com um monte de jogos juntos. Fiquei até hoje sem jogá-lo, pois queria aproveitá-lo em um momento que teria tempo de apreciá-lo e nada melhor do que nas minhas férias desse ano que nesse momento já está chegando aos seus últimos dias.

Não preciso nem escrever aqui como o jogo é fantástico com o Link estando melhor do que nunca com uma expressão facial que apenas esse tipo de gráfico permite. Engana-se quem acha que o mapa é vazio pela aventura se passar em um grande oceano com várias ilhas espalhadas. O mapa é enorme e cada ilha (são dezenas delas) tem a sua parte de exploração que já é característico da franquia.

Terminei o jogo em 39 horas e facilmente poderia ter levado quase o dobro disso. Logicamente deixei algumas side quests de lado já que não sou aquele tipo de jogador que precisa fazer TODAS as missões para poder aproveitar o jogo e logicamente tive que usar guias em algumas partes, mais até para me guiar mais rapidamente entre as ilhas e encontrar alguns itens mais escondidos. Sem esse guia rápido teria que gastar muitas horas a mais que na minha idade não posso despender, pois tenho outros jogos para apreciar e o trabalho para conciliar.

Continuo na minha saga para jogar e tentar terminar todos os jogos da franquia. Tenho mais dois ali na estante esperando para serem apreciados e mais dois instalados no meu 3DS.


segunda-feira, março 14, 2016

Ori and the Blind Forest


Atualmente, poucos são os jogos que me fazem jogar por mais de uma hora. Normalmente eu jogo em pequenas doses e por esse motivo eu demoro a terminar (tem jogo que levei mais de ano para terminar) ou a maioria fica pela metade mesmo.

Sempre gostei do gênero metroidvania, mesmo que não tenha conseguido terminar muitos por achar um gênero difícil em grande parte dos jogos e que requer paciência e dedicação para finalizar.

Mas esse lançamento exclusivo da Microsoft me pegou de jeito e possivelmente posso cravar sem receio que é o melhor metroidvania que já joguei!

Ori and the Blind Forest foi um lançamento exclusivo do Xbox One e para o PC. Antes de voltar a ter um PC eu cogitava seriamente a comprar um Xbox One só para jogá-lo, porém com a compra do meu novo PC e com uma bela promoção no Steam tratei de comprar essa obra-prima.

Começando pelo enredo que é muito bom e até um pouco dramático, Ori brilha mesmo é na jogabilidade. Super fluída e gostosa de se jogar, tanto é que quando vi que já estava me aproximando do final, fiz questão de voltar em áreas do mapa onde não podia ir antes por não ter as habilidades necessárias apenas para conseguir as técnicas restantes e prolongar um pouco mais o jogo. Nunca tive vontade de andar todo o mapa nesse tipo de jogo, mas em Ori a vontade foi de explorar cada pedacinho do mapa!

O level design é brilhante com todo muito bem conectado e o mapa de navegação foi muito bem feito nos fazendo a ter vontade de explorar tudo e não se sentir perdido. A dificuldade é excelente também, sendo que praticamente traveis em apenas 2 partes e por simples falta de atenção mesmo, nada frustrante.

Os gráficos não precisa nem dizer, pois essa geração está sendo um deleite para os olhos. Para quem cresceu jogando Super Metroid é super gratificante ver como o gênero evoluiu e conseguiu evoluir não ficando preso em fórmulas passadas!


quinta-feira, março 10, 2016

Manifesto do Nada na Terra do Nunca


Meu mergulho na obra do Lobão, que iniciou no fim de janeiro com o seu mais novo álbum e livro, finaliza agora com a leitura do seu 2º livro lançado em 2013.

O livro foi escrito logo após a publicação da sua autobiografia e é meio uma continuação do seu 1º livro com histórias recentes de sua vida, porém o mote principal do livro é sua análise da situação atual do País, abordando aspectos culturais e políticos.

O livro serviu para o autor se desconstruir e jogar fora várias ideias erradas que ele tinha sobre o País e deixar claro qual é a sua posição politica e o que ele pensa sobre a cultura brasileira atual.

Um dos melhores capítulos é quando o autor narra toda a trajetória do seu engajamento político e o que levou ele abrir os olhos e ver que ele sempre se posicionou errado e que agora ele tenta buscar ideias melhores para o nosso País e as defende com argumentos sólidos.

sexta-feira, março 04, 2016

A Nova Era e a Revolução Cultural: Fritjof Capra & Antonio Gramsci


Depois da leitura desse livro, acho que comecei a entender os motivos de boa parte da população brasileira odiar esse autor e tentar desmoralizá-lo sempre que possível.

Ler Olavo de Carvalho não é para qualquer um (eu mesmo me perdi em alguns de seus raciocínios), mas é uma benção o Brasil ter a sua disposição um pensador como esse e é uma pena que não aplicamos seus ensinamentos que seriam muito uteis para tirar o nosso País desse lamaçal de problemas que vivemos há décadas.

O livro em questão pode ser considerado a sua 1ª publicação editorial, lançada originalmente em 1994. A edição que li é a 4ª que foi publicada em 2014 na comemoração dos 20 anos da 1ª edição.

O livro pode ser divido em 4 partes: a 1ª que ele desmistifica as ideias do físico Fritjof Capra em relação a Nova Era que ele vinha pregando nas últimas décadas e que chegou a palestrar no Brasil na década de 90 sobre o assunto. A 2ª parte (que é a mais extensa) ele explica como as ideias do filósofo italiano Antonio Gramsci estão sendo aplicadas perfeitamente no Brasil e o que isso vem acarretando para a nossa sociedade. A 3ª parte são várias ensaios que ele publicou em jornais brasileiros entre 1999 e 2012 sempre abordando as ideias de Gramsci na política nacional. A 4ª parte é uma entrevista que ele concedeu em 2014 revivendo os princípios que ele tratou na 1ª edição do livro lá em 1994 fazendo um paralelo com os esquemas de domínio que a esquerda brasileira efetuou no País (mais notadamente o PT).

Uma pena que um pensador como Olavo de Carvalho tenha que viver fora do País e que as ideias dele não ecoam como precisariam ecoar. Ideias assim que precisaríamos para efetivamente mudar o destino da nossa nação!

segunda-feira, fevereiro 29, 2016

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


Em novembro de 2007 comecei a utilizar esse espaço para acompanhar a minha coleção de CDs que há anos sempre foi minha principal paixão.

Entretanto, em março de 2014 fiz minha última postagem sobre esse acompanhamento e desde então parei de colecionar CDs, apenas mantendo o que adquiri até aquele momento. Um dos motivos foi o meu baixo interesse em bandas novas e o preço proibitivo dos disquinhos prateados.

Com a minha nova paixão em jogos aflorada nos últimos anos e com a consequência expansão dos jogos que venho comprando, decidi acompanhar a minha coleção de jogos da mesma maneira que acompanhei a de CDs.

Nesse 1º mês de acompanhamento, comprei 8 jogos e o PC foi o grande responsável por esse número. Com a compra do meu novo PC no mês passado, aproveitei algumas promoções na Steam e mandei ver em alguns jogos que não poderia ter no meu MAC e que nos consoles saíram mais caro.

Ainda consegui comprar o Skyward Sword que estava procurando há meses, propiciando que minha coleção de jogos da série The Legend Of Zelda cresça.

O Nintendo Land para o Wii U foi um achado, pois um rapaz aqui de Brasília anunciou por um preço bem bacana e mesmo eu não procurando esse jogo para minha coleção, tive que comprá-lo. Ainda mais por se tratar de um jogo que teve a missão de tentar vender o videogame da Nintendo.


quinta-feira, fevereiro 25, 2016

Game Boy Advance SP: O Verdadeiro Portátil


Nos anos de 2002/2003, na época da faculdade de Agronomia, tive a companhia inseparável de um gadget que, depois da minha calculadora científica, era o equipamento que eu mais utilizava: um Game Boy Advance SP ou simplesmente GBA SP.

O portátil era do meu irmão, porém quando ele trocou o seu GBA original, que era um trambolho para ficar levando na rua, por esse novo modelo SP eu pirei e naquele momento achei que a indústria de jogos tinha achado o design perfeito para um portátil: uma pequena caixa quadrada que ao abrir do flip mostrava a tela na parte superior e os botões na face de baixo e mais dois gatilhos nos cantos superiores.

Ele era tão portátil que literalmente eu o carregava no bolso para qualquer lugar, juntamente com meu celular Nokia e minha carteira, e não incomodava em nada. Com isso jogava praticamente em qualquer tempo livre, tanto é que tive que parar com esse costume, pois os estudos estavam começando a ser relegados e como já estava quase formando, não podia cometer esse erro.

Posso dizer que esse foi meu canto do cisne no mundo dos jogos, pois quando larguei o GBA foi quando iniciou meu período sabático abandonando os jogos e só voltando a jogar com mais regularidade a partir de 2012.

Desde quando voltei à jogar estou na tarefa de resgatar todos meus antigos consoles e um que faltava na minha coleção era o querido GBA SP. Alguns anos atrás o meu enteado me deu dois GBA SP que eram seus e que não estavam funcionando mais, mas ele me alertou que poderia ser apenas problema de bateria.

Joguei os dois consoles numa gaveta e eles ficaram lá adormecidos até essa semana, quando vi um anúncio da venda de um GBA SP aqui em Brasília e resolvi verificar se os meus estavam funcionando.

Percebi que tinha em mãos os dois modelos SP que foram lançados: o AGS-001 e o AGS-101. Porém, o AGS-101 estava sem a bateria e a própria tampa da bateria. Carreguei a  única bateria que tinha e testei nos dois consoles e que para minha surpresa ambos ligaram! O receio começou quando as três velhas fitas que estavam no pacote não funcionou em nenhum deles.

E hoje ao comprar um cartucho EZ Flash para testar neles, consigo fazer funcionar o modelo AGS-001, porém o modelo AGS-101 (que é o melhor modelo por possuir iluminação backlight) continua não lendo o cartucho, mas vou continuar tentando buscar uma solução para fazê-lo funcionar.

Portanto, hoje posso dizer que volto a ter o "pequeno notável" na minha coleção, fechando a lista dos portáteis que já tive!

domingo, fevereiro 14, 2016

50 Anos a Mil: Lobão


Após terminar de ler o excelente O Rigor e a Misericórdia no mês passado, nada mais natural do que ler a 1ª obra literária do músico que é sua autobiografia.

Como jã tinha dito anteriormente, nunca fui muito fã do artista, mas sempre gostei das suas músicas mais populares. Nada melhor do que conhecer profundamente o artista para que possamos apreciá-lo da forma devida.

Li o livro de quase 600 páginas em duas semanas e sempre intercalando com a audição dos seus discos assim que avançava na história. Isso propiciou que eu entendesse por completo cada fase que o artista passou e entender o processo de composição de várias canções.

Após a leitura do livro, podemos afirmar sem medo de errar que Lobão foi sim um caso de injustiça e de perseguição pela mídia tradicional. Ele lutou pelas suas ideia em um momento que a democracia brasileira estava ressurgindo e por isso boa parte da sociedade não o entendeu e preferiu jogá-lo ao ostracismo e tentar acabar com a sua iniciante carreira.

Lobão foi um guerreiro que lutou pelo seus ideais e por sua música, nunca pedindo tratamento diferenciado, mas que ao menos fosse tratado como os demais. Isso permitiu que ele chegasse em pleno século XXI como praticamente o único artista relevante da sua geração e um dos poucos que ainda fazem rock de qualidade no País!

sábado, fevereiro 13, 2016

The Stanley Parable


Pela primeira vez pude aproveitar as promoções da Steam, pois antigamente com o Mac eu ficava muito restrito aos jogos dessa plataforma. Agora com um PC com a minha configuração, poderia comprar qualquer jogo da loja sem nenhum tipo de amarras!

No meio dessa semana comprei alguns jogos que estavam com um preço muito bom e um deles foi o The Stanley Parable por meros R$ 7,49.

O pessoal do Jogabilidade já tinha comentado bem sobre esse jogo e decidi dar uma chance e jogar algo diferente.

A sensação de iniciar o jogo e terminá-lo no mesmo dia e só depois de 1h30min perceber que já tinha terminado pelo menos umas 4-5 vezes o jogo é que me toquei que estava diante de um jogo diferenciado.

Não há nada parecido que eu já tenha jogado e em alguns momentos senti até um pouco de medo pela solidão do meu personagem que era quebrada apenas pelo narrador que nos acompanha quase todo o jogo. A sensação de alguém ir narrando a sua vida antes de você fazer a ação foi amedrontadora em alguns momentos e me deixou atônito em vários outros.

Quando percebi que já tinha visto uns 4-5 finais diferentes, decidi parar já que estava satisfeito pela experiência. Entretanto, deu pra perceber que daria para descobrir mais coisas se eu continuasse a jogar e fizesse escolhas diferentes das que eu tinha feito. Será interessante voltar à jogá-lo daqui uns anos e fazer diferentes escolhas narrativas.

O jogo vale muito a pena até se estiver um pouco mais caro do que esse valor que eu paguei.


domingo, janeiro 31, 2016

Portal


Há 3 anos atrás, mais precisamente em dezembro de 2012, eu jogava pela 1ª vez o grande clássico da Valve que lançado despretensiosamente em 2007 logo foi elevado a categoria dos grandes jogos: Portal.

Portal é um jogo fascinante e que para melhor aproveitamento deve ser jogado de uma vez só e foi o que eu não fiz em 2012. Na época eu joguei até a fase 14 (sabendo que iria até a 19 com o próprio jogo mostrando isso) e parei para jogar outra coisa e nunca mais toquei no jogo. Sempre me interessava em voltar a jogá-lo, mas as mecânicas de utilização da Portal Gun já não me era tão frescas na mente e o melhor seria começar novamente. E foi o que fiz ontem!

Decidido a finalizar esse grande jogo, comecei a jogar na tarde de ontem e finalizei na madruga desse domingo quando o relógio já apontava para as 03:00! Logicamente que joguei em duas sessões, até porque o jogo é curto. Joguei de uma vez só até a fase 16, fui jantar e finalizei na 2ª sessão que durou até a madrugada.

O jogo tem uma curva de aprendizado que poucos jogos já conseguiram fazer. Chegamos na última fase com tanto domínio das mecânicas que a criatividade em resolver os puzzles aflora de uma forma tão natural que nos faz ter aquela boa sensação de perceber nosso cérebro funcionando em seu pleno potencial.

Portal deveria ser um jogo obrigatório não só para os gamers e sim para toda a sociedade, pois nele conseguimos desenvolver nosso intelecto de uma maneira que as outras mídias não conseguem!


sábado, janeiro 30, 2016

Valiant Hearts: The Great War


Ganhei esse jogo por esse assinante da PS Plus e depois de um longo período que deixei ele de lado para jogar outras coisas, consegui terminá-lo.

Trata-se de um adventure com puzzles não tão complicados, pois o mote principal do jogo é contar as mazelas da 1ª Guerra Mundial.

Temos 4 personagens que se alternam no gameplay onde suas vidas se entrelaçam e que de imediato criamos uma empatia enorme. Pessoas que não queriam estar ali, mas foram obrigadas a participar de uma guerra que não era sua.

O jogo alterna momentos de gameplay com storytelling, trazendo curiosidades de fatos e objetos da Grande Guerra (como ficou conhecida na época).

Valiant Hearts é um jogo que vale a pena ser jogado, pois nos traz o conhecimento de uma guerra que não paramos muito para pensar sobre ela e que parece que vive sob a sombra da 2ª Guerra Mundial. É um jogo rápido e bem tranquilo de se jogar, situação rara nos dias de hoje.


sexta-feira, janeiro 29, 2016

Lobão: O Rigor e a Misericórdia


Estava navegando pelo Whiplash, quando me deparo com a resenha do novo lançamento do Lobão. Nunca fui um fã do artista, mas sempre o admirei por lutar contra o sistema (desde o seu lançamento em carreira independente) e não ficar em cima do muro em seu posicionamento político. Logicamente que há sempre gostei de algumas músicas dele, principalmente da fase, digamos "clássica".

Como o a resenha falou muito bem do álbum, decidi escutá-lo e a porrada foi forte! Músicas pesadas com um instrumental que me agradou bastante, além de algumas músicas acústicas que deu um tom bem diversificado ao álbum, mesmo que ele demonstre uma linha mestra a seguir que é a situação atual da política nacional.

A única coisa que me desagradou um pouco é o jeito dele cantar que às vezes sinto que foge da métrica da melodia. Entretanto, nada que desabone o trabalho e creio que é mais uma questão estética que não agrada tanto meus ouvidos, mas a parte instrumental e a intensidade como ele canta é o que conta!

Fui pesquisar um pouco sobre quando que o álbum tinha sido lançado e me deparo com a notícia que ele publicou um livro também que narra o processo de composição do álbum que ele fez inteiramente sozinho! Fiquei super curioso em saber a história por trás dessa epopeia.

O livro é excelente e expõe com detalhes o processo de composição das músicas e as motivações que o levou a escrever as letras. Muito interessante saber como funciona o seu processo de composição atual e como ele veio evoluindo como músico.

Ao final fiquei com vontade de ler os outros dois livros anteriores dele o que devo fazer em breve, já que a sua biografia eu dei para minha mãe de presente há alguns anos atrás e o outro encontra fácil por ai.

quarta-feira, janeiro 20, 2016

Novo Computador: PC Gamer


Há um mês atrás eu me desfazia do meu Mac Mini e hoje chega a minha nova máquina que me acompanhará nos próximos anos!

Logo depois de vender o Mac, comecei a pesquisar os componentes que iria comprar, pois estava determinado a montar meu computador do zero. Iria comprar tudo separado e montar eu mesmo como já fiz muito no passado. Entretanto, vi que teria que aprender muita coisa de novo e como queria um PC que fosse possível rodar todos os atuais jogos, mas com um bom custo X benefício, teria que ter muito conhecimento de como balancear o melhor hardware para a minha situação.

Decidi comprar um computador já montado e vi que várias lojas na Internet fazem esse tipo de serviço. Após pesquisar em algumas lojas e comparar várias modelos, decidi comprar na Pichau Informática o modelo que eles chamam de Flux.

Pelo que pude ler nos últimos dias trata-se de uma boa máquina intermediária com os seguintes componentes:

  • Processador: AMD FX-6300, clock 3.5GHz
  • Placa-mãe: Gigabyte GA-78LMT-S2
  • Memória RAM: 8 GB Kingston HyperX
  • Placa de Vídeo: NVIDIA GeForce GTX 960 (2 GB)
  • HD: 1TB
  • Fonte: 500W, certificado 80 Plus
Já veio até com o Windows 10 instalado. Agora é aproveitar a máquina com o OS que eu estou acostumado e rodar os jogos que o Mac não me proporcionava.

domingo, janeiro 03, 2016

Uncharted 2: Among Thieves



Vinte e seis meses depois de zerar o primeiro jogo da série e inicar o segundo, hoje finalmente eu termino o Uncharted 2!

Fiquei tanto tempo sem jogá-lo que tive que iniciar novamente para lembrar os primeiros 5 capítulos que eu tinha jogado lá em 2013. Nesses últimos dois anos foram tantos outros jogos que passaram na frente que o Uncharted ficou esquecido, mas agora consegui sanar esse problema e terminei um dos melhores jogos do PS3.

O jogo tem umas cenas de ação que me deixou sem fôlego e algumas transições de cutscenes com o gameplay é tão suave que nem percebemos que temos que mexer no controle para fugir da situação complicada que se encontra o protagonista.

Preciso iniciar com urgência o terceiro jogo da série, pois o quarto título está prometido para esse ano e terá que ser jogado em seu lançamento pelo tamanho do alvoroço que ele certeza terá!


sábado, janeiro 02, 2016

Toren


Ano passado foi lançado o primeiro jogo brasileiro financiado pela Lei Rouanet pelo estúdio gaúcho Swordtales.

Toren bebe diretamete do famoso estúdio Temei Ico que desenvolveu duas pérolas para a Sony (Ico e Shadow of the Colossus) e consegue se sair muito bem demonstrando uma história e protagonista bem interesantes.

A jogabilidade se aproxima bem do Ico, porém a Criança da Lua deve praticamente seguir a sua jornada sozinha com o objetivo de restaurar a Lua e acabar com o dominio do Sol em seu Planeta.

Há alguns pequenos glitches, mas nada que atrapalhe a beleza do jogo e em torno de 3 horas é possível terminar o jogo. Comprei o jogo na terça-feira passada em uma promoção na PlayStation Store e hoje já terminei em apenas duas sessões.

Mais do que um bom jogo que ele é, Toren serviu como um marco para mostrar que a Lei de incentivo a cultura também pode financiar jogos!


sexta-feira, janeiro 01, 2016

Filmes Vistos em 2015

Sempre gostei muito de filmes e na minha adolescência eu praticamente ia todos os fins de semana ao cinema. Tinha o ritual de abrir o jornal de sábado, escolher o filme e ir com meus amigos à algum cinema de Brasília.

Com o passar dos anos fui perdendo um pouco do interesse em filmes e gostando cada vez mais das séries norte-americanas. Capaz de eu ter passado um ano inteiro sem ver nenhum filme ou quem sabe 2 ou 3. Cinema então, passava longe! Dos poucos filmes que vi nos últimos anos foi em casa.

Mas de uns 3 anos pra cá voltei a ter interesse em filmes e comecei até a anotar pelo aplicativo do IMDB os que que ia vendo . Acredito que o ano passado foi o meu ápice de quantidade de filmes assistidos rivalizando com o meu tempo de adolescente.

Cheguei à marca de 52 filmes assistidos, sendo que a maioria foram de lançamentos de 2014. Cheguei a ver alguns filmes lançados em 2015 e algumas velharias foram revistas também. O filme de 1981 foi Mad Max 2, aproveitando o hype do novo Mad Max que vi no cinema.


Nessa lista consta 3 séries que contei como um grande filme cada um, pois assisti todos os seus episódios lançados até então: Narcos, Shigatsu wa Kimi no Uso e Black Mirror.

Os meses mais movimentados foram no 2º semestre, mais para o fim do anos e só passei 2 meses sem assistir nenhum filme.
  • Janeiro (5):  Moonrise Kingdom, Os Cavaleiros do Zodíaco, 12 Anos de Escravidão, Maze Runner e O Segredo da Cabana;
  • Fevereiro (7): Whiplash, Birdman, A Teoria de Tudo, Foxcatcher, Unbroken, O Grande Hotel Budapeste e Sniper Americano;
  • Março (2): Corações de Ferro e O Jogo da Imitação;
  • Abril: -
  • Maio (4): O Abutre, Mad Max: Estrada da Fúria, Mad Max 2: A Caçada Continua e Malévola
  • Junho (5): Como Treinar o Seu Dragão 2, Atari: Game Over, Interestelar, Ex-Machina e Kingsman;
  • Julho: -
  • Agosto (4): Dia de Treinamento, Desafiando Gigantes, Poder Além da Vida e Missão: Impossível;
  • Setembro (3): Missão: Impossível 2, Narcos e Clube dos Cinco;
  • Outubro (5): A Vida é Bela, Shigatsu wa Kimi no Uso, Mamonas pra Sempre, Truque de Mestre e Divertida Mente;
  • Novembro (11): Downloaded, A Hora Mais Escura, Missão: Impossível 3, Para Sempre Alice, De Volta para o Futuro II, Missão: Impossível - Protocolo Fantasma, Que Horas Ela Volta?, Missão: Impossível - Nação Secreta, Jurassic World, Vingadores: Era de Ultron e Capitão Philips;
  • Dezembro (6): An Honest Liar, Contágio, Blackfish, Black Mirror, O Patriota e Maverick.
Esse ano pretendo ir mais ao cinema e sempre que possível assistir um bom filme em casa com minha esposa. Que seja na telona, via Netflix, na Tv a Cabo ou pelo Torrent, o importante é aproveitar tantas histórias que são contadas por essa arte!

domingo, dezembro 27, 2015

A Guerra dos Consoles


Existiram momentos na história dos videogames onde uma empresa se destacou tanto que fica até difícil dizer que houve concorrência na geração e outros momentos em que as empresas até se equivaleram, tanto que podemos até considerar um empate técnico.

Porém a 4ª geração dos consoles que foi de 1987 a 1996, pode ser considerada aquela que moldou a indústria que conhecemos e o grande pano de fundo foi a famosa guerra que a Nintendo e a Sega travaram em território norte-americano pela supremacia do maior mercado de jogos que sempre foi os Estados Unidos.

A Nintendo vinha de uma vitória incontestável na 3ª geração com o seu NES onde ela revitalizou uma indústria que estava acabada e finalizou a geração com mais de 90% de participação de mercado nos EUA.

A Sega que vinha tentando se firmar também, deu o pontapé na geração dos 16 bits com o seu Mega Drive (Genesis nos EUA), porém com uma estratégia aquém do potencial do console. Coube ao executivo Tom Kalinske comandar a Sega of America e iniciar uma batalha sem paralelo na indústria dos jogos.

O livro narra com riqueza de detalhes a briga entre as duas companhias, os seus bastidores e as estratégias que cada uma adotou, polarizando um mercado onde você tinha que escolher o lado e defendê-lo até o final.

sexta-feira, dezembro 18, 2015

Voltando ao Mundo Windows



A Apple, atualmente a empresa de tecnologia mais amada e odiada do mundo faz parte de mim há 11 anos! Em 2004 eu conheci de leve a magia de um produto Apple ao comprar meu 1º iPod e três anos depois já comprava o meu 2º iPod, pois o primeiro quebrou. Em 2010 flertei um pouco mais comprando meu 1º iPhone e iPad. Há 4 anos atrás, em outubro de 2011, eu pulava de cabeça no mundo Apple substituindo meu desktop por um Mac e entrando no ciclo de troca anual de iPhone, além de trocar o iPad por um novo.

Na época profetizei que teria que me acostumar a mexer em outro sistema operacional e desde então venho tentando me adaptar ao OS X. O sistema é muito bonito e prático, porém meu relacionamento com o OS X nunca teve a mesma fluidez que eu tenho com o Windows. Já tem alguns meses que venho sentido saudades da minha agilidade no Windows e por ter voltado a jogar em 2012, vinha pensando em vender o Mac, pois é sabido que o OS X não é tão amigável aos jogos.

Semana passada decidi anunciar o meu Mac Mini e hoje me despeço da Apple e volto aos braços da Microsoft pelo menos no mundo desktop.

Já comecei a pesquisar o meu novo PC e até a empolgação que eu tinha quando era adolescente voltou, de saber que terei a possibilidade de comprar as peças separadas e montar o computador na exata configuração que eu quero, coisa que a Apple não deixa nós fazermos.

quinta-feira, dezembro 17, 2015

Guia Politicamente Incorreto da Economia Brasileira


Após terminar o livro Para de Acreditar no Governo na semana passada, comprei mais um da mesma temática e hoje, 5 dias depois da compra, termino a leitura no meio do voo voltando para Brasília de uma viagem à trabalho.

O livro é da série de Guias Politicamente Incorretos que tratam de quebrar alguns mitos e paradigmas que o tema tenha. No caso específico o autor trata da economia brasileira e várias crendices populares são desmistificadas como as causas da desigualdade no Brasil, como milhões de pessoas saíram da pobreza no Governo do Lula, como as leis trabalhistas atrapalham o empregado, por que as mulheres ganham menos, etc.

Livro essencial para quem quer entender um pouco da nossa economia e para nos mostrar como a midia e os políticos nos manipulam com informações distorcidas para que não saibamos a realidade dos fatos.

sexta-feira, dezembro 11, 2015

Pare de Acreditar no Governo


Eis que terminou meu primeiro livro no Kindle, o qual comprei juntamente com na promoção do Black Friday no mês passado.

A leitura no Kindle se mostrou muito satisfatória! O peso e o tamanho das letras contribuíram para que eu lesse um livro de 300 páginas em poucos dias com mais ou menos 6-7 sessões de leitura. A facilidade de ler no escuro sem a vista cansar, grifar notas e apertar um botão e continuar de onde parei são coisas que realmente me faz pensar seriamente em cada vez mais abandonar a leitura de livro físico e sempre que possível optar pelo digital.

Falando do livro, o autor Bruno Garschagen, que descobri recentemente ao escutar o Podcast do Instituto Ludwig von Mises Brasil, conseguiu escancarar de maneira simples e didática o motivo da nossa conduta com a política e com os políticos.

Voltando até o descobrimento do Brasil e passando por todos os nossos Governantes (de Dom João VI até Dilma) o autor nos mostra que a nossa mentalidade atual é fruto de vários séculos de ideologias que foram implementadas de forma "torta" no País. Ideologias essas que muitas vezes nem deram certo lá fora e a implantação em solo brasileiro foi pior ainda.

Pelo menos ao final o autor nos mostra uma luz no fim do túnel, mostrando o que devemos tentar fazer para sair dessa situação. A solução não é simples e nem rápida, mas com o esforço individual e persistência nós poderemos ter o País que sempre sonhamos.

sábado, dezembro 05, 2015

Kindle: Rendi-me ao eBook

Sempre fui um leitor voraz de livros!

Desde minha adolescência, passando pelos tempos de faculdade e até o início da minha vida profissional eu lia bastante. Logicamente não era nenhum fenômeno, lendo em torno de 10 livros por ano com uma média de 300-400 páginas cada, mas cheguei a ler 18-20 livros em um ano.

Entretanto fui tendo dificuldades na leitura com um problema de memória, pois ao terminar um livro praticamente já tinha esquecido quase tudo dele em pouquíssimo tempo e isso foi me desmotivando na prática da leitura. Pra que ler um livro se dali algumas semanas eu já ia ter esquecido de seu conteúdo.

Portanto, nos últimos 6-7 anos eu praticamente só li coisas para o meu trabalho e na época da faculdade de Direito (2008-2012) eu li também alguns poucos livros jurídicos, porém bem aquém do que deveria ter lido em um curso desse tipo.

Essa situação sempre me incomodou e pensava no que poderia fazer para vencer esse problema, pois sempre acreditei que os livros são a principal fonte de diversão e conhecimento que uma pessoa pode ter a sua disposição.

Nesses últimos dias tenho pensando com mais força nessa situação, pois gostaria de estudar alguns assuntos, porém por conta própria. Sei que o conhecimento que preciso adquirir eu não precisaria passar por uma faculdade e que bastaria o estudo dos livros para eu me qualificar.

Depois de pensar por alguns dias decidi fazer um novo investimento e tentar ir por um outro caminho e tentar se eu volto a ter uma leitura eficaz e prazerosa. Decidi comprar um leitor de livros digitais e após pesquisar sobre os modelos disponíveis decidi pelo mais novo lançamento da Amazon o Kindle Paperwhite (3ª geração).

Além do leveza do aparelho e da tela que não cansa a vista (ler em tablet tem essas duas dificuldades), a possibilidade de marcar partes do texto me chamou a atenção, pois me possibilitaria ter com facilidade um resumo do livro e sempre a disposição trechos da obra que eu poderia utilizar em alguma ocasião.

Torço para que meu cérebro volte a gostar da leitura, pois já tive vários prazeres ao longo da vida que foram propiciados pelo simples ato da leitura!