quinta-feira, setembro 10, 2026

Samsung Galaxy Z Fold 8 Ultra


Durou pouco!

Em julho registrei aqui no blog a troca do meu Galaxy S23 Ultra pelo Galaxy S24. Naquela ocasião, a mudança não havia sido exatamente uma escolha minha. O S23 Ultra que eu utilizava, fornecido pelo Banco, teve a tela quebrada e foi substituído pelo S24, que é o modelo utilizado atualmente para o meu cargo.

Logo de cara eu já sabia que teria que me readaptar a uma tela menor. O Galaxy S24 possui uma tela de 6,2" e, desde o Galaxy S8+ em 2017, eu não utilizava um celular desse tamanho.

Tentei me acostumar.

Não consegui!

Depois de anos utilizando aparelhos grandes, principalmente o S23 Ultra, percebi que uma tela de 6,2" simplesmente não atendia mais ao que eu esperava de um celular no dia a dia. E foi justamente essa insatisfação que acabou me fazendo olhar novamente para uma categoria de aparelho que eu conheço muito bem: os dobráveis.

Cinco anos depois, estou de volta!

Comprei o Samsung Galaxy Z Fold 8 Ultra, meu segundo celular dobrável.

O primeiro foi justamente o Galaxy Z Fold 3, adquirido em outubro de 2021. Na época, fiquei extremamente empolgado com aquela nova categoria de aparelhos. Desde o anúncio do primeiro Galaxy Fold, em 2019, eu já acompanhava com curiosidade a proposta de carregar no bolso um celular que pudesse se transformar praticamente em um pequeno tablet.

Esperei até a terceira geração para entrar nesse mundo e, naquele momento, o Z Fold 3 foi provavelmente o celular mais diferente que eu havia utilizado até então.

Fiquei com ele por quase dois anos (23 meses).

A experiência foi muito boa no início, principalmente pela enorme tela interna. Com o tempo, porém, alguns aspectos começaram a incomodar. A tela externa era estreita demais e praticamente me obrigava a abrir o aparelho para quase tudo. O abre e fecha constante acabou ficando cansativo e, depois de algumas quedas, a dobradiça também sofreu danos e o aparelho deixou de abrir completamente plano.

Em agosto de 2023 resolvi abandonar os dobráveis e voltar para um celular convencional com o Galaxy S23 Ultra.

Naquela época achei que minha experiência com os Fold tinha terminado.

Só que cinco anos se passaram desde aquela terceira geração.

E cinco gerações de evolução tecnológica fizeram muita diferença.

O salto do Z Fold 3 para o Z Fold 8 Ultra é enorme. O aparelho está mais refinado, mais fino e passa uma sensação muito diferente daquela de produto ainda experimental que existia nas primeiras gerações.

Mas talvez o ponto que mais tenha me chamado a atenção seja justamente algo que sempre esteve no centro das discussões sobre celulares dobráveis: o vinco da tela interna.

No Fold 3 ele era claramente perceptível, tanto visualmente quanto ao passar o dedo pelo centro da tela. No Fold 8 Ultra a evolução é impressionante. O vinco continua existindo (afinal, a tela continua dobrando), mas ficou muito menos evidente. É uma daquelas diferenças que mostram claramente o quanto essa tecnologia amadureceu nesses cinco anos.

Outra curiosidade é a rapidez com que comprei esse aparelho após seu lançamento.

Quando comprei o Z Fold 3 em 2021, registrei aqui no blog que aquela havia sido a menor janela entre o lançamento mundial de um celular e a minha compra: 35 dias.

Cinco anos depois consegui diminuir esse recorde.

O Galaxy Z Fold 8 Ultra foi lançado em 7 de agosto de 2026 e estou comprando o aparelho apenas 34 dias depois do lançamento.

Um dia a menos!

Pode parecer uma estatística completamente inútil, mas este blog existe também para registrar exatamente esse tipo de coisa. Daqui a alguns anos vou gostar de voltar aqui e lembrar disso.

E há algo curioso nesse retorno aos dobráveis.

Em 2021 eu estava entrando em uma categoria nova, ainda tentando descobrir se aquele formato realmente fazia sentido para mim. Em 2026 estou voltando sabendo exatamente quais são as vantagens e as limitações desse tipo de aparelho.

Só que agora volto para uma tecnologia muito mais madura.

Depois de passar pelo Galaxy Z Fold 3, Galaxy S23 Ultra, outro Galaxy S23 Ultra e pelo breve Galaxy S24, chego agora ao Galaxy Z Fold 8 Ultra.

Meu segundo dobrável. Cinco gerações depois do primeiro.

E, pelo menos nas primeiras impressões, parece que finalmente estou utilizando aquela versão amadurecida do conceito que tanto me impressionou em 2021.

Agora vamos ver quanto tempo esse vai durar!



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