quarta-feira, novembro 10, 2021

Galaxy Buds2


Quem comprou o Galaxy Z Fold 3 no mês de lançamento, a Samsung deu de brinde o seu novo fone de ouvido: Galaxy Buds2.

Em 2019 comprei um fone de ouvido sem fio da Xiaomi, porém achei um pouco confuso ligá-lo toda vez que precisava usar.

Só que esse modelo da Samsung me agradou bastante e até mudou minha opinião sobre esses fones caros!

Depois de fazer a sincronização ele pareia automaticamente com o celular toda vez que eu tiro um dos fones da caixa.

Ele consegue perceber quando eu pego apenas um dos fones ou os dois de forma muita rápida e fluída.

Realmente ter um fone assim é muito mais prático do que ter um fone com fio, que era algo que eu resistia em substituir.

O preço de R$ 610,00 que a Samsung pratica atualmente em seu site, parece que realmente é justificável pela qualidade e praticidade de um produto desse nível!

sábado, outubro 02, 2021

Esteira Athletic ADVANCED



Já tem um tempo que tento criar uma rotina de exercícios. Já tentei academias e até comprei uma bicicleta ergométrica anos atrás.

A atividade que mais chegou perto de me dar um pouco de prazer foi a caminhada com trechos de uma leve corrida.

Entretanto, correr no meu condomínio é bem complicado por causa da poeira e correr fora do condomínio tem a questão da segurança.

Tentando resolver esse problema comprei uma esteira elétrica da marca Athletic, com o intuito de tentar criar o hábito de caminhar/correr sem essas interferências.

Além disso, com os amortecedores que a esteira tem, quero ver se minimizo as dores na panturrilha que normalmente eu tenho depois de caminhar no chão duro. A canelite também sempre foi um problema que acabava por me prejudicar em criar o hábito.

sexta-feira, outubro 01, 2021

Samsung Galaxy Z Fold 3


Motivos não tinha para trocar! Estava muito satisfeito com o meu atual celular (Galaxy Note 9) que comprei em novembro/18.

Entretanto, quando vi os dois novos lançamentos da Samsung da linha de dobráveis, aquele sentimento que quando eu vi o iPhone pela 1ª vez aflorou novamente!

Mudei para o Galaxy em 2017 exatamente porque não sentia mais empolgação com os lançamentos da Apple. Mudei de fabricante e de sistema operacional e fui muito feliz na troca. A linha Galaxy me trouxe um ar de novidade, algo que o iPhone não me trazia mais.

E agora chegou o momento de fazer uma nova transição. Não de sistema operacional, mas de formato do celular!

Desde fevereiro de 2019 quando a Samsung anunciou essa nova categoria de celulares eu fiquei bem intrigado. Acompanhei as análises do 1º modelo e as críticas foram um pouco negativas, colocando o celular mais como um protótipo que foi lançado antes de estar finalizado.

Com isso tirei a minha atenção dessa categoria, tanto é que não acompanhei nada do lançamento da 2ª geração feita em setembro/2020.

Só que agora em agosto foi feito o anúncio da 3ª geração dos dobráveis da Samsung: o Z Fold3 e o Z Flip3! Achei ambos lindos e a vontade de tê-los foi aumentando a cada dia que passava.

Já tinha decidido que iria comprar, só que me restava decidir por qual modelo, pois gostei demais de ambos!

Depois de ponderar bem, decidi arriscar no mais arrojado mesmo que é o modelo Z Fold3 que vira quase um mini-tablet na mão quando aberto.

Esse é o meu 11º celular nesses últimos 15 anos e o 4º da Samsung. Interessante notar que o anterior que tive (Note 9) foi o celular que mais tempo fiquei e provavelmente ficaria mais vários meses, pois ele ainda estava entregando muito desempenho até hoje. Outro fato interessante é que esse Z Fold3 é o celular que eu comprei com a menor janela de lançamento. Comprei ele apenas 35 dias após o lançamento mundial!!



quinta-feira, setembro 30, 2021

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


 Poucas aquisições nesse 2º semestre, motivado pela assinatura do Game Pass que fiz alguns meses atrás.

Ainda assim entraram dois jogos novos na coleção. Ambos estavam em promoção, sendo que um eu fiquei com curiosidade de testar e o outro é a continuação de um jogo que terminei anos atrás.





domingo, setembro 19, 2021

Psychonauts


Como estou novamente com a assinatura do Game Pass resolvi testar o jogo do momento que muitos estão falando: Psychonauts 2.

Comecei a jogá-lo e já nos primeiros minutos o jogo me cativou bastante!! Resolvi parar e jogar o 1º jogo da franquia lançado lá em 2005 para o 1º Xbox e para o PS2.

Que jogaço!!! Claro que tem algumas coisas que não envelheceram bem e dá para perceber que o desenvolvimento foi conturbado, pois tem algumas partes que merecia um polimento melhor.

Porém, isso não tira o brilho do jogo que é um excelente jogo de plataforma, com puzzles bem interessantes, com personagens extremamente carismáticos, além de um texto muito sagaz e cômico.

O jogo começa fácil, porém ele vai se tornando desafiador com o desenrolar da história, sendo até difícil em algumas partes. Tive até que recorrer em tutorial em três partes que não conseguia passar de maneira alguma.

Levei quase 14 horas para terminar e foi uma grata surpresa conhecer um jogo lá da 6ª geração de consoles que pode ainda ser muito bem aproveitado hoje em dia.



domingo, setembro 12, 2021

Hellblade: Senua's Sacrifice


Como tantos jogos sendo lançados hoje em dia e com as produções ficando cada vez mais caras é interessante ver um estúdio lançar um jogo com "cara" de AAA Game, porém feito por um estúdio pequeno e com uma jogabilidade muito interessante!

O grande chamariz de Hellblade: Senua's Sacrifice é a protagonista ser esquizofrênica e ficar constantemente ouvindo vozes em sua cabeça. O jogo tenta passar essa sensação para o jogador ao pedir que joguemos com fone de ouvido para sentir o som binaural do jogo.

O jogo é muito bom com puzzles bem interessantes e diferentes, além de um combate bem legal. Não é nada revolucionário, mas diverte bem. A história também é boa e conseguimos sentir empatia pela protagonista.

Eu tinha começado esse jogo no PC há anos atrás, mas não tinha passado da 1ª parte do jogo. Já que ele está no Game Passe e a sequência do jogo foi anunciada, recomecei ele no Xbox Series X e agora sim terminei.



segunda-feira, setembro 06, 2021

Xbox Series X


Nesse mês completei 9 anos que voltei a jogar videogame. E no ano de 2012 estávamos chegando ao final da 7ª geração de consoles, geração esta que nos trouxe o PS3, o XBOX360, o Wii e o 3DS.

A 8ª geração de consoles estaria iniciando em novembro/2012 com o lançamento do Wii U da Nintendo. No apagar das luzes da 7ª geração eu cheguei a ganhar um PS3 de presente da minha atual esposa em janeiro/2013.

A 8ª geração de consoles foi a primeira, desde o meu retorno aos jogos, que acompanhei desde o início até o final da geração. Acompanhei os eventos de revelação, os dias de abertura das vendas, os problemas de falta de estoque, etc.

Uma coisa que consegui segurar relativamente bem é a compra impulsiva logo no início das vendas. Os motivos que não me animam em comprar consoles logo no início é que não há bons jogos lançados, os primeiros consoles fabricados correm o risco de vir com pequenos defeitos de fabricação e o preço exorbitante que os atravessadores cobram no Brasil.

Tanto é que na 8ª geração eu levei 17 meses contados da data de lançamento para comprar o PS4, 21 meses para comprar o Wii U e 37 meses para comprar o Xbox One. Só o Nintendo Switch é que cheguei a comprar relativamente rápido, com apenas 6 meses de lançamento.

Agora chegamos novamente ao final de uma geração e em novembro/2020 iniciou-se a 9ª geração de consoles com o lançamento do PS5 e do Xbox Series X/S. Novamente acompanhei tudo, desde os boatos, evento de lançamento, início das vendas, etc.

Já tinha me programado a começar a pensar em comprar esses consoles lá pro fim desse ano para comprar em 2022, mas voltei a assinar o Game Pass da Microsoft e vários lançamentos para o Xbox Series X/S serão lançados no serviço.

Portanto, depois de 10 meses de lançado, decidi entrar na 9ª geração de consoles e agora começando pelo console da Microsoft.

Já queria ter comprado há algumas semanas atrás, mas só se acha o modelo S para comprar e desde o evento de divulgação dos consoles eu já tinha decidido que iria comprar o modelo X que casaria muito bem com a minha TV 4K.

Com essa compra a coleção chega nos 32 consoles!

CONSOLES DE MESA (24):
  • Nintendo: NES, Super Nintendo, Nintendo 64, Game Cube, Wii, Wii U e Switch
  • Sega: Master System; Mega Drive, Sega CD, Saturn e Dreamcast;
  • Sony: PS1, PS2, PS3 e PS4;
  • Microsoft: Xbox; Xbox 360, Xbox One S, Xbox Series X;
  • Outros: Odyssey2, Atari 2600, Ouya e Neo Geo CD.

CONSOLES PORTÁTEIS (8):
  • Nintendo: Game Boy, Game Boy Color, Game Boy Advance SP, DS e New 3DS XL.
  • Sony: PSP e PS Vita;
  • GamePad Digital: GPD XD

terça-feira, agosto 31, 2021

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


Desde que comecei a controlar a minha coleção de jogos em fevereiro/2016 eu não tinha falhado nenhum mês, ou seja, mensalmente sempre entrou um jogo na coleção.

O mês passado pela primeira vez não entrou nenhum jogo na coleção e por esse motivo não postei.

Agora em agosto entrou pelo menos dois novos jogos, um que consegui gratuitamente na Epic Store e o outro que comprei na Steam pelo hype que tive ao jogar o Star Wars Jedi: Fallen Order.





quarta-feira, agosto 25, 2021

Star Wars Jedi: Fallen Order


Se tem um gênero que eu gostaria de aprender a jogar bem é o tal do Souls-like.

Já tentei os criadores do Gênero (Demon's Souls e Dark Souls), já joguei o Bloodborne e também o Remnant: From the Ashes. O Remnant foi o que consegui ir um pouco mais longe e os demais falhei miseravelmente.

Navegando pelo catálogo do Game Pass da Microsoft vi esse título e resolvi dar uma chance. Ele tem características de Souls-like e até de Metroidvania, mas ele é bem mais inclusivo, permitindo pessoas com meu nível de habilidade aproveitar o jogo sem tanta dificuldade. Tanto é que joguei até na dificuldade difícil praticamente o jogo todo (só diminui a dificuldade no chefe final).

Gostei demais do jogo e fiz bastante coisa dele, praticamente completando 100% em quase todos os planetas que o jogo se passa.

A história (para quem gosta de Star Wars) é muito legal e a jogabilidade é excelente!! Você realmente se sente um Cavalheiro Jedi do nível do Obi-Wan.








domingo, agosto 01, 2021

Helloween: Os Deuses do Power Metal


É curioso pensar que realmente muito do nosso "ser" é definido na adolescência. A pessoa que iremos carregar para o resto de nossas vidas é definido ali, numa fase difícil e confusa para quase todos.

Nascido em 1981, sou cria do final da década de 80 e início dos anos 90. Toda a cultura desses anos está entranhada em mim e a música é parte importante. Sempre acreditei no poder da música, desde que a descobri seriamente. Passando de mero ouvinte para apreciador musical.

Se minha memória não falha, creio que lá para idos de 1993 eu fui apresentado ao Rock e desde então a chama da minha alma foi acesa. Começando com Legião Urbana e Guns N' Roses, logo cai no Heavy Metal ao escutar Be Quick or Be Dead do Maiden. O contato com o Metal foi uma experiência; algo que muitos religiosos afirmam ter; quase uma iluminação!

Minha vida girava em torno de escutar cada vez mais Metal e descobrir cada vez mais bandas. Lembrem que estamos no final da década de 90, onde ainda dependemos das revistas para nos informar e os CD's físicos para conhecer as bandas.

Conheci muita coisa boa que me acompanha até hoje!!! Muitas bandas foram a trilha sonora da minha vida. Escutava fazendo tudo: estudando, comendo, caminhando, dirigindo, etc. Além, da melhor maneira: simplesmente colocar o CD no mini system e ficar olhando o encarte enquanto todas as músicas rolam na caixa de som. Depois de olhar o encarte várias e várias vezes, você fica simplesmente olhando para o nada, apenas curtindo aquele som.

Essa foi minha vida até 2012, ou seja, quase duas décadas tendo a música como meu hobby preferido. Foi quando descobri o Podcast e virei um ouvinte voraz!! Cheguei a substituir completamente a música por esses programas, sendo que apenas esporadicamente eu voltava a escutar alguma música antiga e, mesmo assim, não escutava nada novo, que é algo que sempre fiz.

Descobrir bandas é um dos prazeres que apenas quem é  apreciador sabe o quanto é único esse momento. A última banda que eu lembro de ter tido o prazer da descoberta foi o Nightwish e isso foi lá em 2007!! 

Em 2018 eu cheguei novamente a ter o sentimento de descoberta quando eu resolvi escutar o novo lançamento do Angra (Ømni). Essa fantástica banda brasileira passou despercebida por mim na época do seu auge e depois de tantos anos pude conhecer o som deles ao escutar toda a sua discografia.

E agora, novamente, três anos depois eu estou tendo o prazer de (re)descobrir uma banda fantástica, mas muita subestimada: Helloween!

Eu já "conhecia" a banda. Tenho até um CD deles (Better Than Raw) e cheguei a vê-los ao vivo em 1998 no 1º show do Iron Maiden que fui, o qual eles foram a banda de abertura. Cheguei até me aproximar mais do som deles ao ir ao show do Gamma Ray em 2015. Na época escutei bastante os álbuns dessa banda para me preparar para o show. Para quem conhece as duas bandas, sabe que o fundador do Gamma Ray é um dos fundadores do Helloween também (Kai Hansen).

Voltei a escutar Metal nessas últimas semanas e vi que estava chegando o novo álbum deles e estava sendo muito esperado, pois dois membros originais voltaram para a banda no final de 2016 e, depois de uma extensa turnê, o álbum de inéditas seria lançado no dia 18 de junho.


O novo álbum chamado apenas de Helloween foi disponibilizado no dia marcado e lá fui eu escutar! Olha!!! Fazia tempo, muito tempo, que eu não me deliciava com um álbum de Heavy Metal! Escutei do início ao fim com a boca aberta abismado como que cada música me pegou de jeito. Gostei de todas!! Não conseguia pular nenhuma! Escutei por dias sem parar e algumas músicas, de tão poderosas, chegava a mudar o meu humor, me trazendo uma felicidade genuína.

Como há tempos não fazia, comecei a consumir outros álbuns da banda e ler tudo que achava da banda. Logo me deparei com os Keeper's e vi que estava colocando mais uma banda no meu panteão de grandes bandas.

Preciso falar do vocalista Andreas Deris! Ao descobrir o Helloween veio junto a eterna discussão de quem é o melhor vocalista e pude perceber que até hoje existem as "viúvas" do Michael Kiske, que foi o o vocalista dos dois Keeper's, e que não aceitam o Andreas. Infelizmente nisso o Heavy Metal não é diferente dos outros estilos musicas e há fãs babacas por aqui também. Para mim não existe melhor! Os dois são excelentes e as músicas ficam ótimas com ambos cantando! Entretanto, tendo a apreciar mais o Andreas, pelo simples motivo de que ele foi o cara que ficou e o Michael o cara que foi embora...

Decidi escrever esse post para deixar registrado essa magnífica descoberta, mas também para deixar registrado um outro fenômeno que aconteceu.

Existem músicas que tocam no fundo da nossa alma. Essas músicas são raras e creio que todo mundo, pelo menos uma vez na vida, tenha sentido isso. A sensação é diferente! O corpo arrepia todo, uma paz inunda o coração, algumas fazem até você chorar. Mas não é o choro da tristeza. É o choro da mais pura emoção. É a sua alma vibrando com as notas musicais! É uma sensação quase poética!

Por ser um um grande fã de música e por essa arte ter permeado minha vida inteira eu tenho o privilégio de ter mais de uma música que me causa essa sensação.

A 1ª música que me fez ter essa sensação foi Faroeste Caboclo da Legião Urbana. A 2ª foi Judas Be My Guide do Iron Maiden. A 3ª foi Virtuality do Rush. A 4ª música foi a 9ª Sinfonia do Beethoven (essa me fez chorar). A 5ª foi It's Quiet Uptown do musical Hamilton (essa me faz ir as lágrimas toda vez que eu ouço). Agora mais uma música entra nessa lista: The Keeper's Trilogy que consta no (subestimado) álbum Unarmed – Best of 25th Anniversary lançado em 2009 em comemoração aos 25 anos da banda. Eu escrevi esse post escutando esse álbum e coloquei essa música duas vezes para tocar (são 17min da mais pura beleza musical).

O último show que eu fui foi em 2016 do Iron Maiden e já tinha afirmado que poucas bandas me faria sair de casa para ir ver um show ao vivo. Posso dizer que não vejo a hora do Helloween voltar ao Brasil, pois com certeza estarei lá no público não importa em qual cidade eles venham!




quarta-feira, junho 30, 2021

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


O mês foi recheado de boas aquisições! Aproveitei algumas promoções na Steam, na Microsoft, no Submarino, jogos grátis pela Epic e até uma oportunidade que poucas vezes acontece.

A oportunidade que surgiu foi no Final Fantasy VII Remake que muito por acaso estava olhando o Facebook e vi um anúncio por R$ 50,00. Na hora mandei mensagem para a pessoa e pedi para reservar uma cópia das 8 que ele tinha! Até estranhei e achei que poderia ser um golpe. Marquei de pegar com a pessoa e descobri que, infelizmente, ele foi uma vítima da quebradeira de pequenas empresas que a pandemia do Covid-19 trouxe. Ele tinha uma loja de jogos perto do Gilberto Salomão e teve que fechar por causa da pandemia e estava se desfazendo do estoque que tinha sobrado.





segunda-feira, junho 28, 2021

Final Fantasy XV



Uma das maiores franquias de todos os tempos, o que definiu o estilo JRPG, creio que esse é o 2º jogo que eu termino da franquia (lembro que cheguei a finalizar o Final Fantasy VII quando eu era adolescente).

Já cheguei a jogar outros jogos da franquia, mas esse 15º capítulo da franquia me pegou de jeito. Ele não foi muito bem recebido pela crítica e teve um desenvolvimento muito conturbado, mas tive uma grata surpresa ao iniciar esse jogo de forma bem despretensiosa.

Ele estava disponível no Game Pass então resolvi testá-lo. Creio que devo ter jogado umas 6-7h, quando resolvi não renovar minha assinatura do serviço da Microsoft. Fiquei mais de um ano sem jogá-lo, quando bateu uma vontade de voltar pra ele. Como eu não queria recomeçar o jogo, tive que comprar o jogo para o Xbox One, para continuar do meu sabe.

Consegui achar uma cópia usada num bom preço e lá fui voltar de onde tinha parado e agora até terminar.

Fiz bastante side quests e quase não tive que "farmar". Apenas antes da batalha final que eu cheguei um pouco fraco, mas farmei umas duas horinhas e resolvi o problema.

O jogo é muito bonito e gostei bastante do sistema de batalha. A maneira que as side quests são apresentadas me agradou bastante também.

Depois de terminá-lo bateu até um vontade voltar para os antigos e tentar encontrar a mesma experiência que tive jogando esse excelente jogo!



sábado, junho 19, 2021

Halo: Combat Evolved


Uma semana depois de terminar o Halo Reach, hoje terminei o jogo que lançou a franquia de maior sucesso da Microsoft e o vendedor de Xbox!

Halo: Combate Evolver até hoje continua muito bom de jogar! Joguei a edição de aniversário que traz os gráficos e os sons melhorados.

Primeira vez que joguei deve ter sido uns 19 anos atrás e até hoje eu lembrava de algumas fases e de quase todos os inimigos. Realmente é um jogo marcante!



segunda-feira, junho 14, 2021

Vigil: The Longest Night


Mais um metroidvania terminado! E que jogão esse Vigil: The Longest Night! 

Misturando um pouco do estilo "souls", o jogo é um clássico metroidvania com bastante backtracking, obtenção de power-ups e chefes interessantes.

O estilo do jogo é bem legal, sendo que nunca vi nada parecido em jogo desse gênero. Meio desenhado e meio real com personagens que possuem suas próprias narrativas.

O que esse jogo também tem de diferente em relação aos demais (além do estilo gráfico e do cambate inspirado na franquia "souls") é a maneira que as side quests aparecem e como devemos concluí-las. A depender do caminho que eu pego, essas quests somem e não ficam mais disponíveis! Deve ser um bom desafio concluir o jogo fazendo todas elas.



domingo, junho 13, 2021

Halo: Reach



Sempre gostei da franquia e esse fim de semana bateu a vontade de voltar pra franquia ao ver uma promoção da coletânea The Master Chief Collection que possui todos os jogos da franquia remasterizados para a nova geração.

Joguei alguns jogos na época do seus lançamentos (não lembro se todos), mas esse Reach eu tenho certeza que não tinha jogado e preferi começar por ele, por se tratar do 1º jogo na ordem cronológica dos eventos.

Eu adoro a jogabilidade de Halo. Acho muito fluída e muito divertida. Não é uma jogabilidade mais "realista" no estilo Call of Duty, mas encaixa bem para a proposta do jogo.

A parte em que pilotamos uma nave em uma batalha no espaço poderia ser um jogo à parte de tão divertido que foi!

Começar agora o Halo: Combat Evolved focando na história e aproveitando os gráficos da geração mais atual.





sábado, junho 12, 2021

Duna


São poucos os livros que eu já li mais de uma vez. O melhor exemplo que posso dar é o Silmarillion que já devo ter lido umas 3-4 vezes.

Dessa vez foi o clássico de ficção científica Duna que eu termino de ler pela segunda vez.

A primeira vez que li foi há muitos anos atrás em uma edição que nem existe mais. A nova edição que li é a da capa acima e o livro que eu tenho em formato físico é da capa abaixo.


Mesmo tendo o livro na edição física, comprei novamente o livro em sua versão digital para ler no Kindle.

Falar do livro aqui chega a ser redundante! A história é fantástica, com personagens super cativantes e uma intriga tão legal que não tem muito parecido por aí.

Todo fã de Duna espera o dia que a história vai ser transposta para o cinema com o cuidado que a obra merece. Esse ano vai estrear um novo filme da obra e esperamos que dessa vez consiga capturar toda a grandiosidade dessa história!

segunda-feira, maio 31, 2021

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


O mês teve aquisições interessantes!

Começando pelo Hepta Beats que é um jogo feito por um brasileiro que dias antes do lançamento, o desenvolvedor postou no Twitter e resolvi comprar pra incentivar o trabalho nacional. Aliás, jogo bem interessante.

Comprei também o Final Fantasy XV que joguei na época que era assinante do Game Pass e gostei bastante. Como quis voltar a jogar, tive que comprar o jogo na plataforma que já tinha iniciado.

Chegou também o último jogo das campanhas de financiamento coletivo que eu apoiava (que atualmente eu não compro mais).

Por último, finalmente comprei a continuação de um dos melhores jogos que já joguei na vida. Estou jogando novamente o The Last of Us do PS3 para me preparar para essa obra prima.





terça-feira, maio 11, 2021

Hepta Beats


Dias atrás apareceu para mim no Twitter um desenvolvedor postando que o seu jogo seria lançando nos próximos dias na Steam.

Como se tratava de um brasileiro que sozinho criou o jogo, coloquei na minha lista de desejos esperando o lançamento para comprar e apoiar todo o trabalho que ele deve ter tido.

Como o gênero me agrada e o preço também estava bem baixo, é o mínimo que poderia fazer.

O jogo foi lançado na semana passada e hoje eu terminei em pouco menos de uma hora. O jogo é curto, mas o level design é bem interessante e a música também é muito boa!

Para quem gosta do gênero de plataforma misturado com ritmo é uma compra bem acertada.


 

sexta-feira, abril 30, 2021

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos

 


Mais um mês fraco.

Apenas dois jogos de plataforma para o PC que estavam em promoção.





quarta-feira, março 31, 2021

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


 O mês foi um pouco fraco, mas foram duas boas aquisições para a coleção.

Dois jogos que até que joguei bastante ao longo do mês, sempre alternando entre eles quando cansava de um ia para o outro.

O Blasphemous foi oferecido gratuitamente pela Amazon para os assinantes Prime o Assassin's Creed estava numa boa promoção na Steam.






domingo, março 14, 2021

O Universo da Programação


Aproveitando que estou iniciando os estudos de programação, nada melhor do que pegar um livro que te mostra exatamente o que irei encontrar nos próximos anos.

O autor William Oliveira explica com uma linguagem muito simples e didática o que iremos encontrar no universo da programação, explicando vários conceitos iniciais e trazendo reflexões que teremos que fazer ao longo da caminhada de aprender a programar computadores.

O autor compartilha experiências próprias para facilitar nossa caminhada e até dicas para quem precisar arranjar o 1º emprego na área.

Recomendo demais o livro para quem tem dúvida se esse é o caminho que a pessoa quer seguir e até recomendo para quem está precisando daquele empurrãozinho que estava faltando para iniciar os estudos, pois o autor tem um espírito bem otimista que é necessário para quem ainda está cheio de dúvidas.

sexta-feira, março 12, 2021

Drinks: Reação Química Entre as Bebidas


Se tem uma coisa que essa pandemia trouxe foram novos hábitos ou a transformação de velhos hábitos.

Nunca fui de gostar de álcool e a bebida alcóolica que eu mais cheguei a gostar foi o Whisky. Era sempre a bebida que eu procurava em festas e até conseguir desenvolver um certo prazer em bebê-la. Cheguei a ter uma fase que gostava de tomar vinho, mas não durou mais do que alguns poucos anos. Já tentei por diversas vezes gostar de cerveja, mas essa bebida realmente não é pra mim. Nunca gostei de tomar nenhuma cerveja ou chopp!

Até que nas últimas semanas voltei a tentar a ter uma bebida alcóolica que eu gosto e lembre do velho e bom Whisky. Como tudo que eu gosto nessa vida, resolvi ler e estudar sobre a bebida e comprei um White Horse para voltar a apreciar essa bebida. Meu pai sabendo que eu tinha voltado a beber  me deu até o Jack Daniel's abaixo de presente para fazer par com o White Horse.



Passei as últimas semanas degustando algumas doses e de repente me deu vontade de experimentar o Whisky com outras bebidas. Não sei dizer de onde veio essa vontade! Pode ser fruto dessa pandemia..sei lá!

Com isso comecei a estudar bastante o mundo dos drinks e até comprei o kit que ilustra o começo desse post. Cada vez que eu lia mais eu comprava mais algumas bebidas que chegarão nos próximos dias que servirão para montar alguns drinks clássicos.

Toda essa vontade de voltar a beber algum álcool me fez até comprar um móvel novo para a sala onde colocarei todas as bebidas.

Como eu disse no início, essa pandemia teve o poder de trazer velhos hábitos e até transformá-los em novos!

domingo, março 07, 2021

Programação de Computadores: Iniciando uma nova Jornada


É difícil precisar o ano que tive o primeiro contato com computadores. Lembro que no 1º grau nós tivemos uma aula de programação envolvendo uma tartaruga que desenhava retas após escrever alguns comandos. Tentei pesquisar que programa teria sido esse e descobri que a minha escola estava tentando nos ensinar a linguagem de programação chamada Logo. Creio que esse 1º contato com a programação deve ter ocorrido entre 1991/1993.

Nessa época eu ainda não tinha computador em casa, mas em breve meu pai compraria meu 1º computador. Falo meu, pois lá em casa eu era o único que mexia no PC, ou seja, meus pais nem tocavam na máquina. Isso deve ter ocorrido entre 1993/1994, pois meu 1º PC ainda tinha o MS-DOS como sistema operacional rodando o Windows 3.10 por cima dele.

Então já se vão quase 30 anos que eu tive o 1º contato com PC e, como grande parte dos garotos da minha geração, se apaixonaram por essa máquina. Entretanto, tirando a iniciativa da minha escola no 1º grau, eu nunca adentrei em sua Programação. Sempre tive muita vontade de aprender e até pensei em fazer minha faculdade em algo ligado a TI. Entretanto, sempre fui deixando esse desejo de aprender a linguagem das máquinas para depois.

Creio que agora chegou o momento de tentar tirar esse atraso e finalmente me adentrar nesse mundo. O momento não poderia ser melhor, pois terminei o MBA no fim do ano passado e estava procurando um novo assunto para estudar.

Não tenho pressa para aprender, pois não dependo de aprender programação para continuar trabalhando. Posso ir aprendendo com calma e consolidando bem os fundamentos até para não desistir desse desafio que, pelos relatos que li, pode ser bem frustrante no início.

Para iniciar esse desafio me inscrevi em uma imersão de programação que a escola online Alura irá realizar na semana que vem, exatamente para pessoas que nunca programaram na vida.

Ansioso para começar esse novo desafio que eu espero que dure longos anos a partir de agora!!

quinta-feira, março 04, 2021

Castlevania: Aria of Sorrow


Na época que decidi jogar os 3 jogos da franquia Castlevania que saíram para o GBA, eu praticamente joguei os 3 de uma vez só.

Terminei os dois primeiros em março/2019 e na sequência comecei o 3º que é este, o Aria of Sorrow.

Creio que devo ter ficado com estafa de jogar 3 jogos iguais na sequência e acabei largando o Aria.

Praticamente dois anos depois, voltei novamente ao jogo, apaguei meu save da época e comecei do zero e hoje termino ele completando 92% do mapa com 6h de jogo.

O jogo é uma evolução natural dos dois primeiros e bem parecido com o 2º (Harmony of Dissonance), até porquê eles foram feitos ao mesmo tempo. O que eu tinha criticado na época do Harmony (música e mapa), nesse daqui eles consertaram e o jogo é praticamente impecável!