Começamos o ano com boas aquisições.
Foram 4 jogos antigos e um lançamento que já tinha planejado comprar desde que foi anunciado.
Queria ter pego o Immortals no Switch, porém o preço proibitivo nessa plataforma me fez pegar no PC mesmo.
Foram 4 jogos antigos e um lançamento que já tinha planejado comprar desde que foi anunciado.
Queria ter pego o Immortals no Switch, porém o preço proibitivo nessa plataforma me fez pegar no PC mesmo.
Na oportunidade eu optei por um processador da AMD, principalmente pelo custo menor, além de ter comprado um computador já montado por uma loja. Foi a escolha mais confortável na época, pois havia anos que eu não acompanhava o mercado de peças de PC e não queria perder tempo estudando as possibilidades de placas e peças disponíveis no mercado.
Com a pandemia que atravessamos o ano de 2020 (continuando ainda em 2021), minha empresa nos enviou para o trabalho em casa e passei a utilizar cada vez mais meu computador pessoal para trabalhar. Além disso, o WOW que venho jogando nas últimas semanas me fizeram ver que meu PC já estava no limite do que ele podia me oferecer de agilidade e performance.
Com isso, decidi que estava na hora de trocar a máquina e com a ajuda de alguns colegas que jogam WOW comigo, consegui escolher uma excelente máquina que irá me acompanhar durante muitos e muitos anos. Dessa vez estudei bastante cada um dos componentes e comprei cada peça para eu mesmo montar a nova máquina.
Interessante que quando comprei o meu atual PC em janeiro/2016, o processador já tinha 3 anos e 3 meses de mercado e a placa de vídeo já tinha 1 ano de mercado. Dessa vez eu comprei o que tem de melhor hoje em dia, sendo que o processador que escolhi foi lançado no 2º trimestre de 2020 e a placa de vídeo foi lançada em outubro/2020.
Diferente de 2019, o ano de 2020 eu assisti mais filmes, porém não deixei de assistir as séries que eu gosto. Em 2019 eu tinha visto 50 filmes e em 2020 fechei com 74 filmes vistos!
Novamente eu vi mais filmes do ano do lançamento e o filme mais antigo que vi foi de 1980, o clássico O Iluminado do Stanley Kubrick.
Chegamos ao último mês do ano e mesmo assim entraram 3 novos jogos na coleção da principal plataforma.
Não basta ter duas máquinas de cápsula, coador de pano e coador de papel, agora é a vez da cafeteira elétrica que sempre vi nos filmes americanos, mas que praticamente nunca vi nos lares brasileiros (pelo menos aqueles que eu frequento).
Já estava pensando em comprar há alguns meses atrás, quando, por uma coincidência incrível, minha esposa trouxe da casa da mãe dela uma cafeteira elétrica que ela tinha ganhado anos atrás, mas que nunca tinha usado. Era uma cafeteira simples e que nos serviu durante uns dois meses até que ela parou de funcionar na semana passada.
Esse "test drive" foi importante, pois descobrimos que gostamos do tipo de café que essas máquinas tiram.
Diante desse cenário, voltei a minha atenção para a máquina que estava namorando meses atrás e compramos a Cafeteira Expressionist Collection da Electrolux (CMP050).
Pelo que pesquisei essa é uma das cafeteiras mais modernas que tem hoje no mercado, permitindo até programar o horário de coar o café.
Depois de comprar tantas máquinas de fazer café, fico pensando qual será a próxima máquina/dispositivo que terei...
Depois de pesquisar um bocado e decidido a investir um bom dinheiro (R$ 1.500,00!!!!) comprei uma na Black Friday desse ano.
Comprei o modelo Armor X1 Series XTR009 da marca XT Racer. A montagem foi ligeiramente fácil e já vem com a própria ferramenta de parafusar no pacote.
A primeira impressão é que ela é bem confortável e parece ser bem construída, parecendo que irá durar muitos anos!
Comparando com a minha cadeira antiga foi uma baita evolução!
Tivemos algumas boas novidades, entrando jogos para o Xbox Classic e para o Game Cube, além do normal que são jogos de PC e do Switch que são minhas duas plataforma principais hoje em dia.
Sempre tive vontade de iniciar um MMORPG e o ponto máximo desse gênero foi o World of Warcraft lançado há 16 anos atrás, praticamente na mesma época que eu tinha acabado a faculdade. Entretanto o jogo só chegou oficialmente no Brasil em 2011.
Interessante que lembro muito da campanha de marketing da 4ª expansão lançada em 2012 chamada Mists of Pandaria. O motivo é que foi nessa época que eu voltei a me interessar por jogos voltando a jogá-los de forma mais consistente.
Agora chegamos em 2020 e a Blizzard lança a 8ª expansão, chamada de Shadowlands, do seu maior sucesso!
O mais perto que já cheguei de um MMO foi Destiny (nem sei se pode ser considerado plenamente como um) e até já tinha tirado da minha cabeça jogar algo desse estilo. Isso até então, pois hoje um amigo me fez um convite de jogar a nova expansão e na hora veio o desejo antigo de tentar esse tipo de jogo.
Iniciar em WOW não é barato! Primeiro temos que comprar a expansão, caso queiramos aproveitar tudo que tem no jogo, e ainda assumimos uma despesa fixa que é a mensalidade para poder jogar.
Sempre ouvi que esse tipo de jogo é gigantesco e que o gasto compensa! O problema desses jogos é o seu maior triunfo: ficamos tão viciado nesse mundo que não queremos jogar mais nada!!
Hoje consegui terminar um desse estilo que é um dos jogos mais pirados que já joguei na vida que é o Sayonara Wild Hearts. Terminei ele no iPad aproveitando a assinatura que tenho do Apple Arcade que o disponibiliza em sua biblioteca de jogos.
As fases são de uma criatividade sem tamanho e logicamente que as músicas, que é o principal apelo do jogo, são excelentes e apropriadas para esse estilo de jogo.
Terminar esse jogo não é difícil. Basta ir passando de fases até chegar na última. O grande desafio desses jogos é conseguir os ranks altos, ou seja, conseguir fazer a fase concluindo o mais perfeito possível o que o designer criou. Daí beira ao impossível terminar em rank gold as fases. Seria necessário decorar cada trecho para conseguir tal façanha e isso é para poucos!
É um jogo que vale muito a pena (até uma história ele tem), seja por seu visual, pelo desafio ou pela música!
E lá vamos nós para o 4º serviço de streaming de filmes/séries que eu assino!
Comecei com a Netflix em março/2012, assinei o Prime Video em agosto/2018, o Globo Play foi assinado em janeiro/2020 e agora em novembro/2020 eu assino o HBO Go.
Já tinha um tempo que eu estava interessado em assinar esse serviço, mas o seu alto preço (R$ 34,90) me afastava um pouco. Ele chega a ser R$ 2,00 mais caro que o Netflix!
Analisei nos últimos dias o catálogo do serviço e percebi que ele ia complementar bem os outros que já assino. Interessante notar que o serviço Disney+ começa no Brasil na próxima terça-feira por um preço mais atrativo e mesmo assim preferi assinar o serviço da HBO.
A Vivo ainda me deu um incentivo a mais com uma promoção ligeiramente atraente de dois meses com 50% de desconto.
Coleção deu uma boa crescida com jogos antigos nesse mês.
Vanquish é o jogo mais "recente", tendo sido lançado em 2010 para a geração do PS3 e Xbox 360.
Esse mês inauguro os jogos de um novo console, sendo que nem tenho o console ainda que é o caso do 3DO. Esse é o próximo console que devo comprar e em breve ele deve estar entrando na coleção.
Mesmo sendo desenvolvido como um acessório do Mega Drive, gosto de considerá-lo um novo console, pois os jogos desenvolvidos para ele só serve nele, até porquê a mídia utilizada é outra, migrando do cartucho para o CD-ROM.
Eu rodava os jogos do Sega CD no emulador que o Xbox Classic possui, mas para embelezar a coleção aproveitei e peguei um em conjunto com um Mega Drive III, modelo este diferente do que eu já tinha. Paguei R$ 840,00 no conjunto com um controle de Sega CD de 6 botões.
Igual ao Sega Saturn, este é um console que eu não lembro de ter visto na época que foi lançado. Este 2º modelo do Sega CD que eu comprei foi lançado no final de 1994, ou seja, já bem perto do lançamento do Saturn.
Com essa compra a coleção chega nos 31 consoles!
CONSOLES DE MESA (23):
CONSOLES PORTÁTEIS (8):
Continuando a história, temos agora dois contos (que foram publicados originalmente em abril e novembro/dezembro de 1945) onde continua a saga do Planeta Fundação e seus habitantes.
O 1º conto temos a história de um general do antigo Império Galáctico que tenta destruir a Fundação e o 2º conto temos a história de uma pessoa (chamada de Mulo) que consegue sobrepujar a Fundação, porém ainda fica uma ameaça para ele, que será tratada no 3º livro da trilogia.
Novamente, fica o encanto pela maneira que as histórias são contadas e pelo saltos temporais que há entre um conto e outro. São sempre novos personagens (logicamente, pois a distância temporal entre as histórias são bem grandes em alguns casos), sendo que no máximo os antigos personagens são citados apenas pelos feitos que desempenharam no passado.
Desde o início do ano que não entrava mais de um jogo de PC na coleção. Mesmo gostando de jogar mais em consoles, não tem jeito; os jogos de PC são muito mais baratos. No longo prazo vale a pena manter um bom PC para continuar rodando os jogos.
Além disso, entraram mais dois jogos prensados que eu tinha comprado há meses atrás, mas que só agora chegaram.
Passeando pela loja da Amazon, me deparei com um livro do Isaac Asimov que não seria o clássico Eu, Robô. Nunca tinha ouvido falar da Trilogia Fundação, essa sim seria considerada sua obra-prima.
A história foi publicada na forma de contos entre 1942 e 1944. As histórias foram reunidas com mais um conto inédito e foi publicada na forma de livro em 1951.
A história é claramente inspirada na queda do império romano, porém se passando em um império que está em ruínas que governa toda a Via Láctea.
Os cinco capítulos do livro (que são os 4 contos publicados na década de 40 mais o conto feito para a publicação do livro) narra a história de um grupo de cientistas que criam essa "Fundação" que será o ponto de partida para um novo império quando o atual acabar. Cada capítulo se passa uma época diferente com grandes saltos de tempos com novos personagens protagonizando a história.
Achei interessante essa maneira de escrever, pois o personagem principal é a própria Fundação e não as pessoas que passam pela história. Essa escolha da um ritmo diferente para a história, algo que não tinha visto em nenhum outro livro.
É um pouco confuso de entender algumas partes, pois o autor escreveu de forma sucinta muitas informações. Portanto, em um simples parágrafo várias informações são dadas e termos que estar bem concentrados na leitura para não perder o fio da trama.
Um foi o 2º título da série Picross e o outro foi o Lugi's Mansion 3, um exclusivo da Nintendo. Ambos pude aproveitar uma promoção que teve na eShop do Switch.
Um dos meus puzzles favoritos é do estilo Nonogram. Criado pelos japoneses no final da década de 80 e bem implementada pela Nintendo em seus consoles em 1995.
Fez tanto sucesso que uma empresa japonesa, a Jupiter Corporation, criou a série Picross para o Game Boy e desde então vem lançando jogos dessa série para todos os portáteis da Nintendo, além de alguns jogos para o SNES.
Logicamente que ela trouxe a série para o Switch e nesse momento já há 4 jogos da franquia para esse console.
Hoje consegui terminar o 1º título, finalizando os 300 puzzles que o jogo traz! A jogabilidade é super viciante e funciona muito bem em consoles portáteis.
Tanto é que quando estava terminando os últimos puzzles eu já comprei o 2º título da franquia, aproveitando um desconto de 20% que estava sendo praticado essa semana.
Do aclamado Koji Igarashi, programador do clássico Castlevania: Symphony of the Nigtht, jogo que deu nome ao estilo, temos o seu novo jogo que foi financiado via Crowdfunding e lançado no ano passado o Bloodstained: Ritual of the Night.
O jogo segue a fórmula clássica criada no Symphony com mecânicas modernas de craft. O jogo continua tendo várias armas, equipamentos e magias para equipar a personagem, além de podermos até mudar a roupa e o cabelo do personagem ao longo do jogo.
Pra variar fiquei um pouco perdido em alguns momentos do jogo, mas o próprio estilo propicia isso e é normal ficarmos um pouco perdido. Foi até bom, pois pude evoluir alguns níveis para conseguir passar mais facilmente pelos chefes.
Gostei bastante da ambientação e dos gráfico (item que foi criticado por muitos) e a jogabilidade é bem fluida com algumas habilidades tradicionais do gênero (alô pulo duplo) e outras habilidades novas.