sábado, setembro 22, 2018

The Messenger


Uma mistura do antigo com o moderno, que poderia ter sido um desastre, acabou nos trazendo um excelente jogo, daqueles que ficamos com pena de jogar tanto para não acabar logo!

The Messenger mistura a jogabilidade dos antigos jogos de plataforma do NES, porém com controles atualizados (mais responsivos), com mecânicas de jogos modernos.

O level design é excelente também com tudo se encaixando muito bem. Acredito que deve ter sido um desafio e tanto para os designers, pois a principal mecânica do jogo fluiu muito bem em cada tela do jogo.

O jogo tem um pouco de metroidvania, mas ele é mais puxado mesmo para o gênero plataforma. Os desafios são muito bons sem ser frustante. É daqueles jogos que você sabe onde está errando e que basta melhor a sua perícia que conseguimos passar da tela.

Esse jogo foi uma surpresa!! Desconhecia ele completamente até alguns dias antes do lançamento e vendo que o burburinho dele já estava crescendo, comprei no dia do lançamento mesmo para o Switch.

Com certeza um dos jogos que mais me divertiram esse ano!!


sexta-feira, agosto 31, 2018

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


Agosto foi um bom mês, pois comprei dois jogos pro meu console favorito do momento, ganhei um de aniversário e os dois jogos do PC vieram de graças.

Tirando os jogos do PC, os outros três joguei bastante! Terminei o Owlboy, já fiz várias missões em Destiny 2 e iniciei o The Messenger, que aliás é fantástico!!

O duro escolher qual jogar e novamente estou jogando vários ao mesmo tempo. Iniciei até mesmo o Super Mario 64 no GPD XD, pois não cheguei a terminá-lo na época do seu lançamento.


domingo, agosto 26, 2018

Super Mario Bros. 3


Esse é um daqueles jogos que já iniciei várias vezes, mas nunca tinha me dedicado totalmente à ele. Joguei algumas vezes quando criança, na casa de amigos, porém foi a sua sequência que fez parte mesmo da minha infância.

Hoje foi o dia de finalmente finalizar o que é considerado (por muitos) o melhor jogo da franquia até hoje e que lançou boa parte dos fundamentos que até hoje acompanha a série.

Super Mario Bros. 3 foi lançado originalmente em outubro/1988 no Japão, porém chegou no ocidente apenas em fevereiro/1990.

Estranhei as primeiras fases, por achar muito curtas e com uma dificuldade relativamente fácil. Mas isso só durou o 1º mundo!!

O jogo se mostrou difícil e algumas fases beirando ao insano me tirando várias vidas!! Por esse motivo tive que usar muito save state. Sem essa artimanha do emulador, teria sido impossível zerar o jogo no tempo que me dediquei à ele. Esse é o tipo de jogo que é necessário uma excelente memória muscular para conseguir vencer vários dos obstáculos.

Comparando com o Super Mario World, eu tive a sensação que o Mario "escorrega" mais, como se todo a fase fosse de gelo (imagina como foi as fases realmente de gelo). Isso contribuiu para intermináveis caídas em buracos e mortes bobas ao encostar nos inimigos.

Realmente o jogo é tudo isso que falam dele e é inacreditável que ele saiu para o NES. Esse jogo é a prova que a Nintendo é a responsável por tudo que temos hoje.


segunda-feira, agosto 20, 2018

Owlboy


Já estava de olho nesse jogo desde o fim de 2016, porém com a compra do Switch decidi comprar a versão para o console da Nintendo. Acredito que esse estilo de jogo é perfeito para o Switch.

O jogo é mais puxado para o plataforma tradicional do que para o gênero metroidvania (mesmo tendo alguns elementos desse gênero).

Os personagens são bem carismáticos e os diálogos são bem legais, puxando para um leve humor. Um ponto positivo é que o jogo tem legenda em português!

A jogabilidade é gostosa, porém o jogo é um pouco fácil. Morri em poucas partes e apenas alguns chefes é que há um desafio um pouco maior, mas nada complicado.

O jogo vale a pena ser jogado, ainda mais levando em consideração que o seu criador levou 10 anos para lançá-lo e nada melhor do que prestigiar um trabalho tão árduo e que no final das contas me divertiu por algumas horas!


quinta-feira, agosto 09, 2018

Dreamcast: Fechando a 6ª Geração


Estava na hora de voltar a dar atenção para a coleção de videogames! Minha última aquisição tinha sido em outubro/2017 quando comprei o GPD XD.

Considero que para a coleção de consoles de mesa ficar parcialmente completa, faltariam mais três consoles: NES, Sega Saturn e o Dreamcast. Falo que parcialmente, pois ainda teria vontade de comprar o Neo Geo, o 3DO e o Jaguar. Porém, esses três consoles são bem mais caros e não sei se terei disposição para adquiri-los.

Então desses três consoles que realmente faltariam, hoje comprei um deles! O derradeiro console da Sega: o Dreamcast. O modelo que eu comprei foi o americano HKT-3020 na sua 1ª revisão.

Eu não tive muito contato com o Dreamcast, pois nenhum amigo meu teve esse console. Além disso, não lembro de tê-lo jogado também.

O lançamento americano dele foi em setembro/1999, época que estava finalizando meu 2º grau. Dali um ano seria lançado o PS2 que destruiu qualquer possibilidade do Dreamcast vingar, com a Sega descontinuando o console seis e oito meses antes do GameCube e do Xbox, respectivamente, chegarem ao mercado.

Esses três videogames da 6ª geração de consoles (PS2, GameCube e Xbox) eu tive em casa, mas o Dreamcast não. Isso já mostra o fracasso que esse console foi, vendendo apenas 9,13 milhões de unidades.

Logicamente que o Dreamcast tem o seu valor na história dos jogos, sendo revolucionário em trazer partidas online para um console de mesa, além de jogos que são aclamados até hoje.

Com essa aquisição eu estou com 26 consoles:

CONSOLES DE MESA (19):
  • Nintendo: Super Nintendo, Nintendo 64, Game Cube, Wii, Wii U e Switch
  • Sony: PS1, PS2, PS3 e PS4;
  • Microsoft: Xbox; Xbox 360 e Xbox One S
  • Sega: Master System; Mega Drive e Dreamcast
  • Magnavox: Odyssey2.
  • Atari: Atari 2600
  • Ouya: Ouya

CONSOLES PORTÁTEIS (7):
  • Nintendo: Game Boy Color, Game Boy Advance SP, DS e New 3DS XL.
  • Sony: PSP e PS Vita;
  • GamePad Digital: GPD XD

quarta-feira, agosto 08, 2018

The Legend of Zelda: Oracle of Seasons


Mais um jogo dessa fantástico franquia finalizado! Esse já é o 12º jogo que finalizo.

The Legend of Zelda: Oracle of Seasons foi um dos últimos lançamentos do Game Boy Color, sendo lançado em fevereiro/2001, sendo que no mês seguinte o Game Boy Advance estaria sendo lançado.

O jogo foi desenvolvido pela Capcom, que pegou emprestada a mesma engine do Link's Awakening que tinha sido lançado originalmente em 1993 para o Game Boy original.

Esse foi um Zelda diferente, pois ele foi lançado em par com o Oracle of Ages que é uma outra aventura, mas ambos contam uma história que se complementam.

Levei pouco mais de 21 horas para completar e novamente tive que olhar walkthrough em algumas partes. Só acho que olhei um pouco demais nos dois últimos labirintos, mas ta valendo...

Agora é partir para o Oracle of Ages e finalizar os jogos lançados para o Game Boy Color.


terça-feira, agosto 07, 2018

Rise of the Tomb Raider


Há pouco mais de três anos atrás eu terminava o reboot da franquia e hoje eu termino o seu sucessor.

O interessante é que na época que terminei o Tomb Raider (2013), faltavam poucos meses para ser lançado este e agora estamos há um mês do lançamento do 3º jogo dessa nova fase da Lara Croft que é o Shadow of the Tomb Raider.

Gostei bastante desse Rise of the Tomb Raider. Eles deixaram o jogo mais cinematográfico e a história mais empolgante. Os gráficos estão excelentes, com uma movimentação quase realista da Lara.

O único "probleminha" é que achei o jogo um pouco mais fácil do que o anterior, mas isso não tira o brilho do jogo.

Caçar os animais para obter recursos e procurar as tumbas opcionais é bem gratificante, deixando o jogo bem longo. Terminei com 65%, mas para mim foi o suficiente para me divertir bastante.

Provavelmente daqui uns dois anos eu pegarei o novo lançamento, pois esse é um dos estilos que mais gosto de jogar.


segunda-feira, agosto 06, 2018

Prime Video


Em março de 2012 eu entrava no mundo de streaming com a assinatura do Netflix. Nesses últimos 6 anos podemos presenciar a revolução que esse tipo de serviço trouxe na maneira de consumir filmes, documentários e seriados.

Em março de 2015 foi a vez de assinar outro serviço, só que dessa vez de música, que foi o Spotify.

E exatamente três meses atrás, no dia 06 de maio, eu comecei a assinatura de mais um serviço: o Prime Video da Amazon.

Lembro que em 2012 quando assinei o Netflix, uma das primeiras coisas que assisti foi a série The Ofiice. Cheguei a ver até a 6ª temporada (se não me engano), pois eram as temporadas que a plataforma tinha. Porém, sempre tive vontade de reassistir essa série até a última temporada e o Netlix, no Brasil, nunca consegui os direitos de todas elas e com o tempo até tirou a série do catálogo. Cheguei a cogitar em comprar os episódios no Mercado Livre, porém descobri que o Prime Video da Amazon tinha essa série.

Decidi testar a plataforma, até porque eles me deram 7 dias grátis para testar. Caso eu quisesse continuar com a assinatura, os primeiros 6 meses teriam o custo de R$ 7,90 e depois subirá para o preço normal atual de R$14,90, que era o mesmo do Netflix em 2012 (atualmente custa R$ 27,90).

Para a minha decepção, a série The Office só tinha dublado e, para quem conhece essa série, sabe da importância do áudio original para a graça de muitas piadas.

Fiquei um pouco frustrado tanto é que até abri um chamado no Atendimento ao Cliente explicando para eles da importância dessa série ter legendas em português para podermos assistir no áudio original. A atendente foi super educada e explicou que eles estavam buscando resolver esse problema o quanto antes e que minha reclamação estava anotada.

Qual foi minha surpresa de verificar que há um mês trás aproximadamente eles colocaram as legendas nessa série!! Com certeza não foi porque eu pedi, mas fiquei feliz ao saber que tive meu pedido atendido!!

Minha experiência nesses primeiros 3 meses foi muito boa e com certeza é mais uma empresa que continuarei assinando, fazendo um belo par com o Netflix.

terça-feira, julho 31, 2018

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


Um mês dedicado à Sony com dois jogos gratuitos da PS Plus e mais um que comprei usado na internet e chegou hoje em casa.

O que comprei usado foi o tão falado (mais negativamente do que positivo) No Man's Sky.

Foi anunciado um update chamado NEXT que prometeu várias melhorias e o jogo ficou novamente falado na mídia, só que agora de forma bem mais positiva.

Decidi dar uma chance para esse jogo que saiu bem incompleto na época do lançamento, porém, parece que agora ele está o mais próximo do que os desenvolvedores prometeram desde o início.


sábado, julho 28, 2018

Bancoob: A História de Sua Constituição por seu Primeiro Presidente


Já se foram quase 14 anos e lembro como se fosse ontem. O meu primeiro dia de trabalho no Bancoob, recém saído da faculdade, com 23 anos de idade, mal sabia que o Sicoob seria minha casa nesses últimos anos.

Era outubro/2004 e na época não sabia que estava vivendo um momento histórico, que era a transição do 1º presidente do Bancoob, Sr. Raimundo Mariano do Vale, para o que viria a ser o 2º presidente do nosso banco. Foram apenas 6 meses até a sua saída, mas foi o suficiente para compreender a força e a energia que esse homem tinha na instituição!

Já vivi muitas histórias nesse grande sistema e com muita nostalgia é que tive o prazer de ler o livro que nosso 1º presidente lançou esse ano com o apoio fundamental da atual Diretoria do banco.

O livro conta de uma maneira única os desafios e as situações que vários líderes cooperativistas tiveram que enfrentar para criar um banco que apoiasse as cooperativas de crédito do País.

O livro é uma delícia de ler, mesmo para mim que pude viver um pouco dessa fase. Imagino a emoção daqueles que viveram desde o início, lá em idos de 1996, relembrar os desafios que se apresentaram para a construção de um banco. Nessa época estava terminando o 1º grau e mal sabia que dali 8 anos eu também começaria a fazer parte dessa história!

segunda-feira, julho 09, 2018

The Legend of Zelda: Breath of the Wild


É até difícil escrever sobre esse jogo. Foram 9 meses explorando Hyrule e descobrindo todo dia um pedacinho diferente dessa terra onde se passa a maior saga da história dos videogames.

Andei, corri, nadei, espreitei, cavalguei e até moto guiei! Foram várias shrines, inúmeros korok seeds e muitas e muitas armas quebradas que fui deixando ao longo do caminho.

Todas as cutscenes foram desbloqueadas, inclusive as do DLC. Todas as Divine Beasts foram conquistadas e a Master Sword foi devidamente retirada de seu pedestal.

Não consegui contabilizar com precisão quantas horas joguei, mas fatalmente passei das 120h e devo ter chegado ao redor das 140-150h. Com certeza o jogo que mais joguei na vida e dificilmente jogarei outro por tanto tempo.

Não fiz tudo que gostaria, mas ontem decidi enfrentar o Ganon e colocar um ponto final nessa história. Talvez eu ainda volte um dia para essa aventura apenas pelo simples prazer de andar e descobrir novas áreas inexploradas!


domingo, julho 08, 2018

Hollow Knight


Mais um metroidvania para a rol de jogos terminados!

Hollow Knight é um jogo indie desenvolvido por um estúdio australiano (Team Cherry) com ajuda do Kickstarter. O jogo foi lançado para PC no fim de fevereiro de 2017 e cheguei a comprá-lo na semana do lançamento.Joguei umas 5 horas no PC, mas acabei abandonando-o.

Porém, no mês passado, a desenvolvedora lançou uma versão para o Switch e comprei ele novamente, sabendo que esse tipo de jogo é perfeito para um portátil. E não poderia estar mais correto!!!!

Terminei hoje com 34 horas jogadas e 79% completado e facilmente posso dizer que ele é um dos melhores jogos do gênero que já tive o prazer de jogar!

A grandiosidade do mapa, o backtracking fortíssimo, a atmosfera do mundo, os inimigos, a fluidez do controle, tudo nesse jogo foi muito bem construído e eleva o nível dos metroidvanias lá pra cima!

Nunca comprei um jogo duas vezes, mas pelo que a Team Cherry trouxe para nós nesse maravilhoso jogo, não me arrependo de ter comprado novamente, ainda mais que foi para a melhor plataforma atualmente!


sábado, junho 30, 2018

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


Finalmente tive um mês bom esse ano. Desde janeiro estava comprando poucos jogos, mas nesse mês consegui o Steam Sale para comprar alguns jogos de PC que já estava na minha lista de desejos e ainda entraram dois jogos para a coleção do Switch.

No Switch finalmente pude apreciar com mais intensidade o Hollow Knight que eu já tinha para PC. No computador eu tinha jogado umas 5h e no Switch já estou perto das 40h jogadas!! Esse tipo de jogo é perfeito para o Switch e por isso que na coleção eu o substitui por esta versão e não contabilizo mais a versão do PC.


segunda-feira, junho 04, 2018

O Milagre do Boi Brasileiro



Esses dias atrás fui arrumar minha estante de livros e no meio de tantos outros, encontrei esse título que nem lembrava que tinha. Ganhei ele em um evento que fui (não lembro qual) e até hoje não tinha nem tocado nele.

O livro é pequeno, mas o conteúdo é excelente! A linguagem que os dois autores utilizaram é bem direta ao ponto e o livro traz vários insights que se o pecuarista utilizasse ele conseguiria uma rentabilidade bem maior no seu empreendimento.

O livro narra desde o início da pecuária no País, até os aspectos de produção que devem ser encarados pelos pecuaristas.

O livro não ensina como criar gado de corte, mas serve como um bom guia de ideias gerais que deveriam ser seguidas pelos criadores.

Indicado para quem quer saber o básico da criação de gado, mas até os experientes conseguirão extrair bons ensinamentos desse livro.

domingo, junho 03, 2018

God of War III


Mais um para a lista de concluídos!!

Adentrei na franquia pelo 1º jogo da série e estou seguindo exatamente a ordem de lançamento. Terminei o I, depois o II, parti para o Chains of Olympus e quando coloquei o III para rodar no PS3, o susto foi grande!!!

A evolução gráfica é um absurdo e a grandiosidade das batalhas é de cair o queixo!! Eu que tive poucos meses de diferença entre terminar o II e iniciar o III, claramente pude perceber a diferença de potência entre o PS2 e o PS3.

O jogo tem mais cutscenes e mais violência que os anteriores, o que me trouxe uma imersão maior do que os anteriores. A história é qualquer coisa, típica história de vingança, mais como pretexto para sair batendo em todo mundo.

Ao mesmo tempo que jogava o III eu joguei o Ghost of Sparta e também já estou finalizando. Foi interessante ficar alternando entre os dois consoles, pois os golpes no PSP é mais limitado.

Já comecei a baixar o Ascension, que dizem que é o mais fraco da franquia, e espero terminá-lo antes de partir para o lançamento do ano!


sábado, junho 02, 2018

Minesweeper Genius


Primeira vez que escrevo sobre um jogo de celular por aqui, mas esse vale a pena!

Lançado pela Mgaia Studio, uma desenvolvedora brasileira sediada em Bauru/SP, o jogo é um misto de campo minado com picross que a princípio parece ser bem simples, mas esconda uma boa estratégia por trás dos puzzles.

Os puzzles não são difíceis, mas também não são triviais. Para mim ficou na dose certa de desafio! Terminei todas as fases com as 3 estrelas e o investimento de R$ 1,99 foi mais do que compensado pelas horas que ele me trouxe de diversão.


quinta-feira, maio 31, 2018

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


Mais um mês fraco com apenas uma aquisição e dessa vez advindo da minha assinatura da PS Plus.

Esse Beyong: Two Souls não é um estilo de jogo que eu curto muito, mas tenho a curiosidade de jogá-lo para realmente verificar se esse tipo de jogo me apetece.



sábado, maio 19, 2018

Economia e Organização da Agricultura Brasileira


Na minha incessante busca por literatura que versa sobre o agronegócio e agricultura, encontrei no no ano passado o livro Economia e Organização da Agricultura Brasileira escrito pleo brasileiro Fábio Chaddad.

Fábio, que faleceu precocemente no final de 2016, era Engenheiro Agrônomo formado pela ESALQ e bastante reconhecido pelos seus artigos e estudos nessa área.

O conteúdo do livro difere de outros livros "tradicionais" que se preocupam em explicar o que é o agronegócio. Nesse livro o autor tenta buscar, baseado em pesquisas que ele mesmo fez, os motivos que levaram o Brasil ser uma potência agrícola.

Cada capítulo enfoca uma região do País (Sul, Sudeste e Centro-Oeste) mostrando como que cada uma dessas regiões conseguiram trabalhar estrategicamente a agricultura. Senti falta da região Norte (falar de Rondônia) e do Nordeste (explanar sobre o MATOPIBA), mas mesmo assim o livro não perde o seu brilho.

Para quem trabalha no setor o livro é indispensável e nos refletir como que podemos continuar nessa missão de transformar o Brasil na maior fornecedora de alimentos do mundo.

terça-feira, maio 01, 2018

God of War: Chains of Olympus



Continuando na saga de jogar os títulos dessa franquia que deve ser uma das mais importantes da família Playstation, agora foi a vez do 1º jogo lançado para o PSP.

Lançado entre o God of War II e o III, cronologicamente o jogo se passa entre o Ascension e o I.

É incrivel como um um portátil do nível do PSP conseguiu rodar um jogo que é praticamente igual aos jogos do PS2. O jogo é mais curto (terminei em pouco mais de 6 horas), mas a diversão foi a mesma que tive ao jogar os títulos do PS2.

Achei um pouco mais fácil do que o II, mas mesmo assim tem bons desafios nos chefes de áreas.

Agora é começar o III e o Ghost of Sparta para cada vez mais me aproximar do momento de jogar o grande lançamento desse ano!


segunda-feira, abril 30, 2018

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


Quase que o mês passa em brando, mas na última semana do mês achei uma boa oportunidade de compra de um exclusivo do PS4.

Uma pessoa aqui de Brasília anunciou em um grupo do Facebook de venda de usados o Gravity Rush 2, que era um jogo que já procurava há um tempo, porém nunca tinha achado em um preço bom. Na hora entrei em contato com a pessoa e fechei o negócio!


domingo, abril 29, 2018

God of War II


Depois de 2 anos de terminar o 1º jogo de uma das franquias mais famosas da Sony, hoje termino o 2º God of War que é considerado um dos melhores jogos do PS2. O jogo foi lançado em março/2007, sendo que o PS3 já estava no mercado há 4 meses!

É impressionante ver como um jogo desses foi lançado para um console do porte do PS2! As cutscenes e a fluidez da jogabilidade são impressionantes!

Comecei esse jogo há muitos tempo atrás e fiquei um ano com meu save parado. Com o lançamento do God of War novo, fiquei empogado de voltar para a franquia e decidir terminar o que tinha começado.

O jogo é bem desafiante, com algumas lutas bem difíceis, onde não basta apenas ficar esmurrando os botões sem parar. É preciso um pouco de cadência nas lutas, bem ao estilo Dark Souls. Levei um pouco mais de 18 horas para terminá-lo.

O próximo agora vai ser um dos jogos que foram lançados para o PSP. Será o 1º jogo que jogarei desse portátil.


domingo, abril 15, 2018

Metroid Fusion


Duas semana depois de ter finalizado o Metroid Zero Mission, hoje foi a vez de finalizar o outro Metoid lançado para o GBA.

Esse capítulo da saga é mais linear do que os outros, mas isso não tira o brilho do jogo. Ainda há muito backtracking, porém é bem mais guiado e quase não há sensação de perda que é uma das características da franquia.

Eu segui essa linearidade e terminei o jogo em 4h42min, porém peguei apenas 42% dos itens! Isso mostra que para aqueles que gostam de tentar achar o máximo possível dos itens, terá um bom desafio.

Os chefes até que foram mais tranquilos se comparados com outros da franquia, mas teve alguns que me desafiaram como esse da imagem abaixo.


Com esse eu termino de jogar todos os jogos no estilo 2D, considerando que os jogos lançados originalmente para o NES e para o Game Boy eu terminei suas versões remasterizadas.

O desafio agora é voltar para a série Prime que é maravilhosa, mas até hoje não consegui terminar nem o 1º e também empaquei num chefe do Prime Hunters do DS.

segunda-feira, abril 02, 2018

Metroid: Zero Mission



Em fevereiro quanto terminei o Metroid: Samus Returns escrevi que pretendia voltar ao Game Boy Advance e jogar os dois Metroisd lançado para ele.

Nesse feriado de Páscoa, decidi iniciar o remake do 1º Metroid e hoje de manhã antes de ir para o trabalho derrotei o último chefe e finalizei esse excelente jogo com 5 horas de gameplay e 55% dos segredos descobertos.

Originalmente o 1º Metroid foi lançado em agosto/1986 para o Famicon Disk System no Japão e em cartucho nos EUA em agosto/1987. Cheguei a jogar o original no meu 3DS, porém a falta do mapa me fez desistir logo. Mesmo sendo um dos meus gêneros favoritos, a falta do mapa demandaria um esforço muito grande em ter que decorar os caminhos ou ficar jogando com um mapa baixado da internet ao lado.

Só que em fevereiro/2004 a Nintendo lançou o remake do jogo para o GBA que, além de trazer os gráficos atualizados e cutscenes para ampliar a história da personagem, trouxe também melhorias essenciais para o gameplay, como salas de save, mais armas, alguns movimentos adicionais e de quebra ainda esticou um pouco o final do jogo visando explorar mais o passado da Samus


O jogo é muito bom e mesmo sendo o mais curto que joguei até hoje, me diverti muito e poucas vezes me senti perdido, logicamente que o mapa ajudou bastante.

Para quem quiser um desafio adicional, basta jogar o original, pois esse sim não tem mapa nenhum para guiar, além de menos armamento e poucos lugares para salvar!


sábado, março 31, 2018

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


Mais um mês tranquilo com poucos aquisições.

Para o PC aproveitei duas promoções de dois jogos que já estavam na minha lista de desejos, além de uma surpresa no na PS Plus de março que eles deram um jogo que vez ou outra eu pensava em comprar e agora veio de "graça" na Plus.

Esses dias até me peguei pensando se valeria a pena parar de pagar a Plus. Não jogo muito os jogos que ela disponibiliza mensalmente e o custo de US$60 anual dá uma desânimo de pagar com o custo do dólar ultimamente. Por enquanto vou levando, até a próxima renovação...