quarta-feira, agosto 31, 2016
Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos
Desde que comecei a controlar minha coleção de jogos esse foi o mês mais fraco, porém tive duas aquisições importantes.
Primeiro o exclusivo Demon's Souls para o PS3 que até hoje não teve remaster e não foi lançado para nenhum outro sistema. Era o último do PS3 exclusivo que eu queria na minha coleção e até consegui comprar por um preço bem em conta.
O outro foi o Don't Starve que há muito tempo já estava de olho, porém queria comprar numa boa promoção. A PSN fez uma essa semana e comprei ontem o jogo para o Vita. Joguei umas duas horas e o jogo não pegou tanto assim. Não tenho muito tempo e paciência de ficar coletando itens para depois transformar em outros. O jogo é bem bonito e competente no que se propõe, porém creio que não é muito para mim.
domingo, julho 31, 2016
Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos
Mais um excelente mês com quase a mesma quantidade de aquisições do mês passado. Foram 34 novos jogos sendo mais da metade para PC.
Comprei bem menos do que no mês passado e o que explica essa quantidade de jogos antigos para o PC foi a retomada da minha conta no GOG, onde eu tinha vários jogos lá. Alguns que eu comprei no passado para relembrar os primeiros jogos que joguei no PC, como Screamer e o MDK. Porém, o GOG na época me deu vários jogos de RPG e Adventure e eles entram oficialmente agora na coleção.
Renovei a minha conta da PS Plus e por isso entraram mais 4 jogos das plataformas Sony na coleção.
Porém, as grandes aquisições ficaram nas plataformas da Nintendo! Foram jogos antigos de portáteis, além de 2 jogaços que faltam pra minha coleção do Wii U que está praticamente completa. Minha coleção do Metroid ganhou também mais um jogo para o Wii.
O ponto negativo do mês fica para o New Super Mario Bros 2 do Nintendo 3DS que tive que tirar da coleção. O jogo não era e sim do meu enteado e além disso ele perdeu o cartucho.
domingo, julho 10, 2016
Limbo
Depois de muito adiar, finalmente terminei um dos melhores jogos de puzzle já feitos.
Na 1ª vez que joguei fiquei empacado logo no início do jogo e sem muita paciência acabei abandonando o jogo. Fiquei meses sem jogar e nesses últimos dias fiquei pensando que nunca tinha terminado e decidi jogar até o final e recomecei o jogo do zero.
Consegui passar da parte que empaquei até com uma certa facilidade e fui jogando até o final e em apenas duas sessões eu terminei o jogo que realmente não é tão longo.
Queria ter terminado sem ter olhado nenhuma vez em walkthrough, porém em dois puzzles finais tive que me render a um vídeo no YouTube para conseguir passar e fica sempre a mesma sensação de "porque não pensei nisso"!!
Não precisa nem dizer que o jogo é fantástico com uma ambientação que fez escola com vários outros desenvolvedores tentando copiar.
O jogo quando foi lançado em 2010 era exclusivo do Xbox e só depois de 1 ano que saiu no PS3 e PC. Creio que na época deve ter sido um system seller, porque um jogo desses é motivo para se comprar o console!
quinta-feira, junho 30, 2016
Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos
Desde fevereiro eu faço o controle da minha coleção de jogos e só agora percebi que em nenhum post que coloquei a quantidade de jogos que eu tenho!!
A postagem mensal é "saldo" da coleção e desde então só estava colocando os jogos que comprei no mês. Entretanto, a partir desse mês passarei a controlar a quantidade a evolução da coleção mostrando os jogos por plataforma e por formato sempre comparando com o mês anterior.
Novamente um recorde batido com 35 jogos e o PC se consolidando como minha principal plataforma. Contribuiu para esse mês ter tido um Humble Bundle comemorativo de 25 anos de Sonic, portanto comprei o pacote com vários títulos clássicos e atuais da franquia, além de ter tido a Summer Sale do Steam onde pude comprar mais alguns jogos em promoção. Finalmente consegui comprar jogos que há tempos estava de olho como Dark Souls, Papers Please e Skyrim.
Ainda aproveitei também uma promoção na Nintendo Store e comprei dois jogos da franquia Zelda que originalmente foram lançados para o Game Boy Color, mas que foram relançados para o 3DS.
Peguei alguns jogos na PS Plus desse mês e desde o último dia 28 eu não posso acessar mais nenhum desses jogos, pois minha assinatura expirou. Vou esperar o dólar abaixar mais um pouco (nesse momento que escrevo está em R$ 3,21) e até o fim do mês eu renovo a assinatura para aproveitar os jogos de julho.
Para o PS4 pude comprar mais um jogo físico que foi o Knack. Já tinha algumas semanas que estava de olho nele e achei por um bom preço usado.
Um aspecto curioso foi a adição de 3 jogos do Playstation 1 para a coleção. Tinha comprado várias semanas atrás, mas como o meu PS1 deu problema no leitor e só nesse mês consegui trocar o leitor é que consegui rodar os jogos e pude considerar a entrada oficial deles na coleção.
terça-feira, maio 31, 2016
Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos
Rapaz! Se mês passado já tinha sido bom com 12 novos jogos, nesse mês o recorde foi quebrado fácil! Nada menos que 32 jogos entraram na coleção e temos desde jogos importantíssimos até alguns indies descartáveis.
Começando por mais um capítulo da série The Legend of Zelda com o título para o DS. Há tempos que o procurava e sempre estava caríssimo. Consegui comprar por um preço acessível a versão européia do cartucho. Como o DS não tem trava de região não terei problemas de compatibilidade.
Aproveitei também um Humble Bundle da Nintendo e consegui vários jogos do 3DS e do Wii U. Para os consoles da Sony vieram os jogos da PS Plus do mês.
Agora para o PC foram nada menos que 15 jogos e pelo menos 3 importantíssimos. Joguei meu 1º Civilization com o 5ª jogo da franquia. Foram mais de 15h jogadas no mês e posso considerar que arranhei a casca do jogo. Aproveitando a onda comprei o clássico Warcraft III para matar a saudade desse jogo que joguei demais na época do seu lançamento há 14 anos atrás. Ainda aproveitei uma excelente promoção e comprei o melhor jogo de 2015 (eleito por grande parte da indústria) que é o The Witcher 3. Jogaço de mundo aberto que me mostrou realmente o poder da nova geração.
Comprei alguns jogos menores mas não menos importantes como The Cat Lady, Titan Souls, Strider e vários outros.
O difícil é conseguir jogar todos quando se tem tanto jogo bom entrando na coleção em tão pouco espaço de tempo!
sábado, maio 28, 2016
Estante Para Todos os Videogames
Finalmente o "altar aos jogos", como dizem alguns amigos, está pronto!
Foram alguns anos de planejamento até que chegou o momento de tirar do papel a estante onde ficaria todos os meus consoles de videogame.
A estante foi projetada para receber 24 videogames e os jogos que tenho em mídia física. Como no momento não tenho essa quantidade de consoles, preenchi os espaços vazios com minha coleção de HQs, DVDs e livros.
Por causa das conexões HDMI e A/V dos consoles, tive que colocar de um lado os videogames mais recentes e do outro lado os mais antigos.
Para os consoles com saída HDMI, a quantidade de entradas da minha TV foi capaz de suportar, porém não tem mais nenhuma entrada sobrando. Para aqueles com conexão A/V tive que comprar um multiplicador de entradas para conseguir ligar todos ao mesmo tempo. Tem um console que está usando sozinho a única saída video componente que tem na TV. Ainda tem um outro console que está usando até a saída da antena com conexão RF.
Pro futuro quando a quantidade de consoles aumentar, os demais itens não relacionados a jogos terão que sair e ir para sua estante própria que farei no futuro.
sábado, abril 30, 2016
Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos
O mês foi muito bom com 12 novos jogos na coleção!
O Playstation 3 foi a grande plataforma do mês com aquisições exclusivas do console. Fui atrás de jogos que só foram lançados no PS3 mesmo que não sejam tão bons. Heavenly Sword é um "God of War" genérico com um boa estrutura narrativa. Killzone Trilogy são os três primeiros jogos da franquia. Resistence também foi uma franquia exclsuiva de FPS que também não acrescenta muito ao estilo.
Para o Playstation 4 comprei mais um jogo físico, o inFamous 3 e o Zombi que era exclusivo do Wii U foi também lançado para o PS4 e veio na Plus desse mês. O Bully e o Manhunt são clássicos do PS2 que foram lançados para o PS4 e aproveitei comprei numa promoção. São clássicos que nunca tinha jogado e agora terei a oportunidade de testar.
Para o PS Vita peguei um jogo também gratuito na Plus que é apenas legal.
Agora a grande surpresa do mês foi o Shadow of Mordor que comprei numa excelente promoção no Steam e realmente é um jogaço!! Esse jogo faz jus mesmo a fama que teve na época de o melhor jogo já lançado sobre o Universo Senhor dos Anéis.
sábado, abril 23, 2016
Projeto Sala Gamer: Quadros Decorativos
Dei o pontapé inicial no projeto da Sala Gamer!
Desde que comecei a colecionar jogos eu penso onde eu colocaria todos os consoles e jogos. Cheguei a cogitar um quarto, porém pela atual configuração dos quartos e por dar um maior destaque à coleção a escolha ficou mesmo na sala principal da casa.
Há quase dois anos vinha comprando quadros com tema gamer no site TeeNow e chegou a hora de pegar os 11 quadros que estavam lá e juntar com os 4 que já estavam pendurados na sala e decorar toda a parede.
Então nesse primeiro momento foi a hora da decoração e em breve será a vez da estante principal onde ficará os consoles.
Ainda terei um bom caminho pela frente construindo as duas estantes laterais e aumentar o sofá, mas pelo menos pude iniciar o projeto que, desde a construção da casa, estava em gestação.
quarta-feira, abril 13, 2016
Bruce Dickinson: Biografia Não Autorizada
Bruce Dickinson foi o primeiro e talvez único vocalista que realmente virei fã.
Quando eu conheci o Iron Maiden ele para mim era a personificação da banda e achava que era o líder supremo. Logicamente que quando adentrei na história da banda vi que estava errado, mas a minha admiração pelo vocalista nunca diminuiu.
Sua carreira solo eu acho fantástico com álbuns maravilhosos e músicas que Steve Harris & Cia adorariam ter no Maiden e quando ele voltou à sua principal banda em 1999 eu fui acometido de uma das minhas maiores felicidades até então!
O livro escrito por Joe Shooman não é excelente, mas cumpre um bom papel de criar um panorama de como surgiu essa lenda e os caminhos que ele seguiu.
Às vezes os depoimentos das pessoas que o jornalista foi atrás se tornam muito longos fugindo até um pouco do personagem principal do livro. Para quem não conhece nada da história do Bruce, o livro se torna um pouco chato, pois são citados muitos nomes que não irá fazer muito sentido para leigos em sua história.
Por se tratar de uma biografia não autorizada, até que o trabalho foi competente e vale a leitura para quem é fã do vocalista.
domingo, abril 10, 2016
Gravity Rush
E hoje foi o dia de terminar mais um exclusivo da Sony e que foi considerado pela Famitsu o melhor jogo do PS Vita.
Gravity Rush é um excelente jogo de ação com uma jogabilidade que no início estranha mas que no decorrer da aventura nos acostumamos e se torna até orgânico a maneira como controlamos a personagem principal Kat.
O poder de Kat é controlar a gravidade e por isso ela pode voar e levantar objetos ao seu redor. A maioria das batalhas acontece no ar contra uns monstros chamados Navi, onde devemos mirar em seus pontos fracos e acertar várias voadoras para derrotá-los.
O enredo me pegou e a personagem é extremamente cativante, além do jogo ter belos gráficos em cel shading.
Logo que comprei o Vita eu comecei a jogá-lo, mas o deixei parado um ano sem saber que faltavam apenas 2 capítulos para terminá-lo.
Aproveitando uma noite de insônia que tive hoje, não precisei mais do que uns 30 minutos para finalizá-lo e comprovar que Gravity Rush é o jogo que deve estar na prateleira de todos os donos do portátil da Sony!
quarta-feira, abril 06, 2016
Killzone: Mercenary
Finalmente finalizo meu 1º jogo no PS Vita e não poderia deixar de ser um aclamado título pela crítica e considerado o melhor FPS já lançado para um portátil.
Killzone: Mercenary é um FPS de primeira linha que não deve em nada ao gênero e bate de frente com os jogos de console de mesa. A jogabilidade é fluida, fazendo um bom uso da parte traseira tátil do portátil.
O jogo é todo dublado em português e até gostei do trabalho de dublagem, fazendo com que a imersão seja maior ainda comparado com um jogo em inglês. Por mais que eu entenda inglês razoavelmente, nada melhor do que jogar um título na nossa língua.
O jogo não é difícil e nem muito fácil, ou seja, uma dificuldade bem balanceada com check-points estratégicos que não deixa o jogo frustrante. Empaquei em algumas partes, mas uma leve persistência foi suficiente para passar desses desafios.
Há uma ótima variedade de armas e acessórios que deixa o jogo com um gameplay bem variado. Como o jogo não é muito longo, ele não dá aquela sensação que estamos fazendo as mesmas missões que acaba cansando para quem gosta de jogos do estilo.
É um jogo recomendadíssimo e compra obrigatória para quem tem um PS Vita!
terça-feira, abril 05, 2016
Game Collector: Colocando Ordem na Coleção
Já tem alguns anos que utilizo a solução de catalogação de CDs da Collectorz e hoje senti necessidade de comprar também o seu programa para catalogar jogos.
A coleção aumentou sem eu perceber e quase me vi comprando essa semana um jogo que eu já tinha!
Depois de tudo devidamente catalogado, fiz algumas observações interessantes. Primeiramente que o PC virou minha plataforma principal, seguida pelo PS3 e pelo PS Vita. O PC aparece em primeiro, pois comprei muitos jogos no Humble Bundle e nos consoles da Sony é explicado pela assinatura da PS Plus que todo mês a Sony nos oferece de graça alguns jogos.
Tanto é que a grande maioria dos meus jogos está no formato digital, isto é, está ou na Steam, ou na PSN ou no Virtual Console da Nintendo. O 2º formato que mais tenho jogos é da PS+ que é exatamente a assinatura anual que tenho com a Sony. Pago US$50 para manter essa biblioteca de jogos e que pode aumentar todo mês caso tenha algum jogo que me interessa da lista. Deixei eles separados da categoria digital, pois se um dia parar de pagar a anuidade eu perco todos esses jogos e da categoria digital não, pois estes foram comprados mesmo. Mídia física tenho um volume considerável também, com destaque para o Wii U e o Wii que tenho bastante jogos. Cartucho é basicamente do Nintendo 3DS.
A minha paixão pela Nintendo é traduzida no ranking dos desenvolvedores dos jogos que tenho. É praticamente a Big N dominando a minha coleção com a Valbe bem atrás, mas num sólido 2º lugar e depois tem o restante.
E por último as franquias que mais tenho jogos e já esperava que The Legend of Zelda ia estar em primeiro, pois passei os últimos anos procurando por jogos da série e meu objetivo maior será um dia ter jogado todos os jogos da série. Já estou bem adiantado, mas ainda falta muito jogo pela frente.
sábado, abril 02, 2016
God of War
Um dos motivos de ter comprado um PS2 foi ter a possibilidade de jogar alguns clássicos que não joguei na época. Um desses clássicos seria a franquia God of War que nunca joguei nenhum.
Acabei por não utilizar o meu PS2 para jogar o 1º jogo da franquia e sim o PS Vita, aproveitando uma promoção que teve na PSN no pacote com os dois primeiros jogos.
O jogo é bem desafiante, me fazendo até empacar em alguns puzzles que exige uma destreza bem alta para passar.
Jogar na "telinha" do Vita foi bem interessante, contribuindo para uma imersão bem legal, pois a tela do aparelho fica a poucos centímetros de nosso olhos.
Como disse, comprei o pacote com os dois primeiros jogos e o III já está ali na estante esperando a sua vez de ser experimentado!
quinta-feira, março 31, 2016
Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos
Nesse 2º mês de acompanhamento da coleção de jogos tive novamente um bom desempenho com 7 novos jogos.
Dessa vez a plataforma da Nintendo reinou soberana com jogos para seus últimos dois consoles e para o seu portátil mais atual.
Para o Wii U eu praticamente já tenho quase tudo que eu gostaria de ter desse console. O Hyrule Warriors era um dos últimos títulos que faltava para minha coleção.
Para o PC, aproveitei uma promoção de jogos da Ubisoft e comprei meu 1º Assassin's Creed e um RPG que foi bem aclamado pela crítica.
terça-feira, março 22, 2016
Iron Maiden: The Book of Souls Tour
Há exatos 5 anos atrás estava assistindo pela 2ª vez a minha banda do coração em solo brasiliense. E não é que hoje foi a vez deles pisarem pela 3ª vez na capital federal e logicamente não podia perder o Maiden tocando na minha cidade.
Fomos novamente eu e a mulher, só que dessa vez o show foi no ginásio Nilson Nelson. Assistimos um pouco mais longe, da arquibancada.
O show teve a abertura da banda do filho do Steve Harris, a Raven Age, além do Anthrax. Chegamos na metade do show do Anthrax e já deu pra perceber que o som estava bem embolado com a acústica do ginásio não propiciando um som mais cristalino.
O Maiden fez desfilou 6 músicas do novo CD e outros clássicos que não podem faltar nos shows, além de alguns clássicos que não eram tocados a muito tempo ao vivo.
Houve até um sacrifício em pleno palco, com o Bruce arrancando o coração do Eddie e jogando em um caldeirão na música The Book Of Souls.
No set list tivemos as seguintes músicas (em negrito são do novo álgum):
1. If Eternity Should Fail
2. Speed of Light
3. Children of the Damned
4. Tears of a Clown
5. The Red and the Black
6. The Trooper
7. Powerslave
8. Death or Glory
9. The Book of Souls
10. Hallowed Be Thy Name
11. Fear of the Dark
12. Iron Maiden
Bis:
13. The Number of the Beast
14. Blood Brothers
15. Wasted Years
Depois desse show eu acredito que a cidade possa ter entrado em definitivo na rota do Maiden e quando eles resolverem voltar aqui, estarei lá para saudá-los e cantar suas músicas a plenos pulmões!
segunda-feira, março 21, 2016
Post Número 400!!
Dessa vez demorou mesmo!!
Se na época de quando escrevi o meu 300º post eu já tinha demorado, dessa vez bati o recorde!
Fazendo as contas;
- Para o 100º post levei 1 ano e 9 meses
- Para o 200º post levei 1 ano e 7 meses
- Para o 300º post levei 2 anos e 8 meses
- Para o 400º post levei 3 anos e 3 meses
As publicações foram de Janeiro/2013 a Março/2016 e ao longo desse período foram 6.700 visualizações, sendo que o tráfego foi gerado 76,5% no Brasil, 9% nos EUA, 2% na Rússia e o restante em vários outros países. Em relação as cidades brasileiras tive São Paulo com 16,8%, Brasília com 11% e Rio de Janeiro com 4,2%.
O post mais acessado foi de maio/2015 sobre a antena externa para melhor o sinal de 3G que comprei para o Vivo Box. Teve um post também de maio/2011 sobre o surgimento de Brasília que teve um bom acesso. Nesse período de quase 3 anos e meio fiquei um tempo sem coletar informações, pois a ferramente de análise estatísticas do Google mudou e fiquei vários meses sem ligar o blog à nova ferramenta.
O ritmo de publicação aumentou consideravelmente desde o ano passado. Com isso espero que a publicação do 500º post não leve mais 3 anos...
domingo, março 20, 2016
A Riqueza da Nação no Sécula XXI
Bernardo Guimarães é Mestre em Economia pela USP, Doutor pela Universidade de Yale e atualmente professor na FGV-EESP e autor desse fantástico livro que explica resumidamente os principais aspectos da economia brasileira.
O livro trata de alguns temas que estão diariamente no noticiário e que grande parte da população acha que entende, mas o autor desmistifica de forma simples e direta vários dogmas que achávamos que sabíamos.
São temas que vão desde como funciona a Política Monetária no Brasil, o papel do BNDES nas matrizes econômicas que o País tem desde o Governo FHC, a famigerada Lei do Conteúdo Local que obriga as empresas comprarem parte do seus insumos da indústria nacional, como funciona as contas do Governo, as implicações das leis trabalhistas, etc.
O autor faz uma apanhado bem geral de onde o PT errou e acertou em todo esse tempo que esteve no poder, lembrando que muitas ideias que o partido rechaçava no passado, virou a sua principal bandeira como o próprio Bolsa Família.
Com um viés liberal, o autor demonstra com vários dados e exemplos de como nós acertamos e erramos na economia nos últimas duas décadas e que tínhamos tudo para dar certo, mas os políticos atuais com sua política desenvolvimentista acabou por enterrar novamente a economia!
quarta-feira, março 16, 2016
The Legend of Zelda: The Wind Waker HD
Hoje foi o dia de terminar mais um jogo da franquia The Legend Of Zelda e o capítulo da vez foi o fantástico e aclamado Wind Waker lançado originalmente para o Gamecube (cujo jogo meu irmão até hoje tem em sua coleção).
Entretanto a versão que joguei foi o relançamento para o Wii U em uma versão HD, lançada em 2013 comemorando 10 anos do lançamento original do jogo.
Comprei o jogo em 2014 quando adquiri meu Wii U nos EUA com um monte de jogos juntos. Fiquei até hoje sem jogá-lo, pois queria aproveitá-lo em um momento que teria tempo de apreciá-lo e nada melhor do que nas minhas férias desse ano que nesse momento já está chegando aos seus últimos dias.
Não preciso nem escrever aqui como o jogo é fantástico com o Link estando melhor do que nunca com uma expressão facial que apenas esse tipo de gráfico permite. Engana-se quem acha que o mapa é vazio pela aventura se passar em um grande oceano com várias ilhas espalhadas. O mapa é enorme e cada ilha (são dezenas delas) tem a sua parte de exploração que já é característico da franquia.
Terminei o jogo em 39 horas e facilmente poderia ter levado quase o dobro disso. Logicamente deixei algumas side quests de lado já que não sou aquele tipo de jogador que precisa fazer TODAS as missões para poder aproveitar o jogo e logicamente tive que usar guias em algumas partes, mais até para me guiar mais rapidamente entre as ilhas e encontrar alguns itens mais escondidos. Sem esse guia rápido teria que gastar muitas horas a mais que na minha idade não posso despender, pois tenho outros jogos para apreciar e o trabalho para conciliar.
Continuo na minha saga para jogar e tentar terminar todos os jogos da franquia. Tenho mais dois ali na estante esperando para serem apreciados e mais dois instalados no meu 3DS.
segunda-feira, março 14, 2016
Ori and the Blind Forest
Atualmente, poucos são os jogos que me fazem jogar por mais de uma hora. Normalmente eu jogo em pequenas doses e por esse motivo eu demoro a terminar (tem jogo que levei mais de ano para terminar) ou a maioria fica pela metade mesmo.
Sempre gostei do gênero metroidvania, mesmo que não tenha conseguido terminar muitos por achar um gênero difícil em grande parte dos jogos e que requer paciência e dedicação para finalizar.
Mas esse lançamento exclusivo da Microsoft me pegou de jeito e possivelmente posso cravar sem receio que é o melhor metroidvania que já joguei!
Ori and the Blind Forest foi um lançamento exclusivo do Xbox One e para o PC. Antes de voltar a ter um PC eu cogitava seriamente a comprar um Xbox One só para jogá-lo, porém com a compra do meu novo PC e com uma bela promoção no Steam tratei de comprar essa obra-prima.
Começando pelo enredo que é muito bom e até um pouco dramático, Ori brilha mesmo é na jogabilidade. Super fluída e gostosa de se jogar, tanto é que quando vi que já estava me aproximando do final, fiz questão de voltar em áreas do mapa onde não podia ir antes por não ter as habilidades necessárias apenas para conseguir as técnicas restantes e prolongar um pouco mais o jogo. Nunca tive vontade de andar todo o mapa nesse tipo de jogo, mas em Ori a vontade foi de explorar cada pedacinho do mapa!
O level design é brilhante com todo muito bem conectado e o mapa de navegação foi muito bem feito nos fazendo a ter vontade de explorar tudo e não se sentir perdido. A dificuldade é excelente também, sendo que praticamente traveis em apenas 2 partes e por simples falta de atenção mesmo, nada frustrante.
Os gráficos não precisa nem dizer, pois essa geração está sendo um deleite para os olhos. Para quem cresceu jogando Super Metroid é super gratificante ver como o gênero evoluiu e conseguiu evoluir não ficando preso em fórmulas passadas!
quinta-feira, março 10, 2016
Manifesto do Nada na Terra do Nunca
Meu mergulho na obra do Lobão, que iniciou no fim de janeiro com o seu mais novo álbum e livro, finaliza agora com a leitura do seu 2º livro lançado em 2013.
O livro foi escrito logo após a publicação da sua autobiografia e é meio uma continuação do seu 1º livro com histórias recentes de sua vida, porém o mote principal do livro é sua análise da situação atual do País, abordando aspectos culturais e políticos.
O livro serviu para o autor se desconstruir e jogar fora várias ideias erradas que ele tinha sobre o País e deixar claro qual é a sua posição politica e o que ele pensa sobre a cultura brasileira atual.
Um dos melhores capítulos é quando o autor narra toda a trajetória do seu engajamento político e o que levou ele abrir os olhos e ver que ele sempre se posicionou errado e que agora ele tenta buscar ideias melhores para o nosso País e as defende com argumentos sólidos.
sexta-feira, março 04, 2016
A Nova Era e a Revolução Cultural: Fritjof Capra & Antonio Gramsci
Depois da leitura desse livro, acho que comecei a entender os motivos de boa parte da população brasileira odiar esse autor e tentar desmoralizá-lo sempre que possível.
Ler Olavo de Carvalho não é para qualquer um (eu mesmo me perdi em alguns de seus raciocínios), mas é uma benção o Brasil ter a sua disposição um pensador como esse e é uma pena que não aplicamos seus ensinamentos que seriam muito uteis para tirar o nosso País desse lamaçal de problemas que vivemos há décadas.
O livro em questão pode ser considerado a sua 1ª publicação editorial, lançada originalmente em 1994. A edição que li é a 4ª que foi publicada em 2014 na comemoração dos 20 anos da 1ª edição.
O livro pode ser divido em 4 partes: a 1ª que ele desmistifica as ideias do físico Fritjof Capra em relação a Nova Era que ele vinha pregando nas últimas décadas e que chegou a palestrar no Brasil na década de 90 sobre o assunto. A 2ª parte (que é a mais extensa) ele explica como as ideias do filósofo italiano Antonio Gramsci estão sendo aplicadas perfeitamente no Brasil e o que isso vem acarretando para a nossa sociedade. A 3ª parte são várias ensaios que ele publicou em jornais brasileiros entre 1999 e 2012 sempre abordando as ideias de Gramsci na política nacional. A 4ª parte é uma entrevista que ele concedeu em 2014 revivendo os princípios que ele tratou na 1ª edição do livro lá em 1994 fazendo um paralelo com os esquemas de domínio que a esquerda brasileira efetuou no País (mais notadamente o PT).
Uma pena que um pensador como Olavo de Carvalho tenha que viver fora do País e que as ideias dele não ecoam como precisariam ecoar. Ideias assim que precisaríamos para efetivamente mudar o destino da nossa nação!
segunda-feira, fevereiro 29, 2016
Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos
Em novembro de 2007 comecei a utilizar esse espaço para acompanhar a minha coleção de CDs que há anos sempre foi minha principal paixão.
Entretanto, em março de 2014 fiz minha última postagem sobre esse acompanhamento e desde então parei de colecionar CDs, apenas mantendo o que adquiri até aquele momento. Um dos motivos foi o meu baixo interesse em bandas novas e o preço proibitivo dos disquinhos prateados.
Com a minha nova paixão em jogos aflorada nos últimos anos e com a consequência expansão dos jogos que venho comprando, decidi acompanhar a minha coleção de jogos da mesma maneira que acompanhei a de CDs.
Nesse 1º mês de acompanhamento, comprei 8 jogos e o PC foi o grande responsável por esse número. Com a compra do meu novo PC no mês passado, aproveitei algumas promoções na Steam e mandei ver em alguns jogos que não poderia ter no meu MAC e que nos consoles saíram mais caro.
Ainda consegui comprar o Skyward Sword que estava procurando há meses, propiciando que minha coleção de jogos da série The Legend Of Zelda cresça.
O Nintendo Land para o Wii U foi um achado, pois um rapaz aqui de Brasília anunciou por um preço bem bacana e mesmo eu não procurando esse jogo para minha coleção, tive que comprá-lo. Ainda mais por se tratar de um jogo que teve a missão de tentar vender o videogame da Nintendo.
quinta-feira, fevereiro 25, 2016
Game Boy Advance SP: O Verdadeiro Portátil
Nos anos de 2002/2003, na época da faculdade de Agronomia, tive a companhia inseparável de um gadget que, depois da minha calculadora científica, era o equipamento que eu mais utilizava: um Game Boy Advance SP ou simplesmente GBA SP.
O portátil era do meu irmão, porém quando ele trocou o seu GBA original, que era um trambolho para ficar levando na rua, por esse novo modelo SP eu pirei e naquele momento achei que a indústria de jogos tinha achado o design perfeito para um portátil: uma pequena caixa quadrada que ao abrir do flip mostrava a tela na parte superior e os botões na face de baixo e mais dois gatilhos nos cantos superiores.
Ele era tão portátil que literalmente eu o carregava no bolso para qualquer lugar, juntamente com meu celular Nokia e minha carteira, e não incomodava em nada. Com isso jogava praticamente em qualquer tempo livre, tanto é que tive que parar com esse costume, pois os estudos estavam começando a ser relegados e como já estava quase formando, não podia cometer esse erro.
Posso dizer que esse foi meu canto do cisne no mundo dos jogos, pois quando larguei o GBA foi quando iniciou meu período sabático abandonando os jogos e só voltando a jogar com mais regularidade a partir de 2012.
Desde quando voltei à jogar estou na tarefa de resgatar todos meus antigos consoles e um que faltava na minha coleção era o querido GBA SP. Alguns anos atrás o meu enteado me deu dois GBA SP que eram seus e que não estavam funcionando mais, mas ele me alertou que poderia ser apenas problema de bateria.
Joguei os dois consoles numa gaveta e eles ficaram lá adormecidos até essa semana, quando vi um anúncio da venda de um GBA SP aqui em Brasília e resolvi verificar se os meus estavam funcionando.
Percebi que tinha em mãos os dois modelos SP que foram lançados: o AGS-001 e o AGS-101. Porém, o AGS-101 estava sem a bateria e a própria tampa da bateria. Carreguei a única bateria que tinha e testei nos dois consoles e que para minha surpresa ambos ligaram! O receio começou quando as três velhas fitas que estavam no pacote não funcionou em nenhum deles.
E hoje ao comprar um cartucho EZ Flash para testar neles, consigo fazer funcionar o modelo AGS-001, porém o modelo AGS-101 (que é o melhor modelo por possuir iluminação backlight) continua não lendo o cartucho, mas vou continuar tentando buscar uma solução para fazê-lo funcionar.
Portanto, hoje posso dizer que volto a ter o "pequeno notável" na minha coleção, fechando a lista dos portáteis que já tive!
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