segunda-feira, fevereiro 29, 2016

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


Em novembro de 2007 comecei a utilizar esse espaço para acompanhar a minha coleção de CDs que há anos sempre foi minha principal paixão.

Entretanto, em março de 2014 fiz minha última postagem sobre esse acompanhamento e desde então parei de colecionar CDs, apenas mantendo o que adquiri até aquele momento. Um dos motivos foi o meu baixo interesse em bandas novas e o preço proibitivo dos disquinhos prateados.

Com a minha nova paixão em jogos aflorada nos últimos anos e com a consequência expansão dos jogos que venho comprando, decidi acompanhar a minha coleção de jogos da mesma maneira que acompanhei a de CDs.

Nesse 1º mês de acompanhamento, comprei 8 jogos e o PC foi o grande responsável por esse número. Com a compra do meu novo PC no mês passado, aproveitei algumas promoções na Steam e mandei ver em alguns jogos que não poderia ter no meu MAC e que nos consoles saíram mais caro.

Ainda consegui comprar o Skyward Sword que estava procurando há meses, propiciando que minha coleção de jogos da série The Legend Of Zelda cresça.

O Nintendo Land para o Wii U foi um achado, pois um rapaz aqui de Brasília anunciou por um preço bem bacana e mesmo eu não procurando esse jogo para minha coleção, tive que comprá-lo. Ainda mais por se tratar de um jogo que teve a missão de tentar vender o videogame da Nintendo.


quinta-feira, fevereiro 25, 2016

Game Boy Advance SP: O Verdadeiro Portátil


Nos anos de 2002/2003, na época da faculdade de Agronomia, tive a companhia inseparável de um gadget que, depois da minha calculadora científica, era o equipamento que eu mais utilizava: um Game Boy Advance SP ou simplesmente GBA SP.

O portátil era do meu irmão, porém quando ele trocou o seu GBA original, que era um trambolho para ficar levando na rua, por esse novo modelo SP eu pirei e naquele momento achei que a indústria de jogos tinha achado o design perfeito para um portátil: uma pequena caixa quadrada que ao abrir do flip mostrava a tela na parte superior e os botões na face de baixo e mais dois gatilhos nos cantos superiores.

Ele era tão portátil que literalmente eu o carregava no bolso para qualquer lugar, juntamente com meu celular Nokia e minha carteira, e não incomodava em nada. Com isso jogava praticamente em qualquer tempo livre, tanto é que tive que parar com esse costume, pois os estudos estavam começando a ser relegados e como já estava quase formando, não podia cometer esse erro.

Posso dizer que esse foi meu canto do cisne no mundo dos jogos, pois quando larguei o GBA foi quando iniciou meu período sabático abandonando os jogos e só voltando a jogar com mais regularidade a partir de 2012.

Desde quando voltei à jogar estou na tarefa de resgatar todos meus antigos consoles e um que faltava na minha coleção era o querido GBA SP. Alguns anos atrás o meu enteado me deu dois GBA SP que eram seus e que não estavam funcionando mais, mas ele me alertou que poderia ser apenas problema de bateria.

Joguei os dois consoles numa gaveta e eles ficaram lá adormecidos até essa semana, quando vi um anúncio da venda de um GBA SP aqui em Brasília e resolvi verificar se os meus estavam funcionando.

Percebi que tinha em mãos os dois modelos SP que foram lançados: o AGS-001 e o AGS-101. Porém, o AGS-101 estava sem a bateria e a própria tampa da bateria. Carreguei a  única bateria que tinha e testei nos dois consoles e que para minha surpresa ambos ligaram! O receio começou quando as três velhas fitas que estavam no pacote não funcionou em nenhum deles.

E hoje ao comprar um cartucho EZ Flash para testar neles, consigo fazer funcionar o modelo AGS-001, porém o modelo AGS-101 (que é o melhor modelo por possuir iluminação backlight) continua não lendo o cartucho, mas vou continuar tentando buscar uma solução para fazê-lo funcionar.

Portanto, hoje posso dizer que volto a ter o "pequeno notável" na minha coleção, fechando a lista dos portáteis que já tive!

domingo, fevereiro 14, 2016

50 Anos a Mil: Lobão


Após terminar de ler o excelente O Rigor e a Misericórdia no mês passado, nada mais natural do que ler a 1ª obra literária do músico que é sua autobiografia.

Como jã tinha dito anteriormente, nunca fui muito fã do artista, mas sempre gostei das suas músicas mais populares. Nada melhor do que conhecer profundamente o artista para que possamos apreciá-lo da forma devida.

Li o livro de quase 600 páginas em duas semanas e sempre intercalando com a audição dos seus discos assim que avançava na história. Isso propiciou que eu entendesse por completo cada fase que o artista passou e entender o processo de composição de várias canções.

Após a leitura do livro, podemos afirmar sem medo de errar que Lobão foi sim um caso de injustiça e de perseguição pela mídia tradicional. Ele lutou pelas suas ideia em um momento que a democracia brasileira estava ressurgindo e por isso boa parte da sociedade não o entendeu e preferiu jogá-lo ao ostracismo e tentar acabar com a sua iniciante carreira.

Lobão foi um guerreiro que lutou pelo seus ideais e por sua música, nunca pedindo tratamento diferenciado, mas que ao menos fosse tratado como os demais. Isso permitiu que ele chegasse em pleno século XXI como praticamente o único artista relevante da sua geração e um dos poucos que ainda fazem rock de qualidade no País!

sábado, fevereiro 13, 2016

The Stanley Parable


Pela primeira vez pude aproveitar as promoções da Steam, pois antigamente com o Mac eu ficava muito restrito aos jogos dessa plataforma. Agora com um PC com a minha configuração, poderia comprar qualquer jogo da loja sem nenhum tipo de amarras!

No meio dessa semana comprei alguns jogos que estavam com um preço muito bom e um deles foi o The Stanley Parable por meros R$ 7,49.

O pessoal do Jogabilidade já tinha comentado bem sobre esse jogo e decidi dar uma chance e jogar algo diferente.

A sensação de iniciar o jogo e terminá-lo no mesmo dia e só depois de 1h30min perceber que já tinha terminado pelo menos umas 4-5 vezes o jogo é que me toquei que estava diante de um jogo diferenciado.

Não há nada parecido que eu já tenha jogado e em alguns momentos senti até um pouco de medo pela solidão do meu personagem que era quebrada apenas pelo narrador que nos acompanha quase todo o jogo. A sensação de alguém ir narrando a sua vida antes de você fazer a ação foi amedrontadora em alguns momentos e me deixou atônito em vários outros.

Quando percebi que já tinha visto uns 4-5 finais diferentes, decidi parar já que estava satisfeito pela experiência. Entretanto, deu pra perceber que daria para descobrir mais coisas se eu continuasse a jogar e fizesse escolhas diferentes das que eu tinha feito. Será interessante voltar à jogá-lo daqui uns anos e fazer diferentes escolhas narrativas.

O jogo vale muito a pena até se estiver um pouco mais caro do que esse valor que eu paguei.


domingo, janeiro 31, 2016

Portal


Há 3 anos atrás, mais precisamente em dezembro de 2012, eu jogava pela 1ª vez o grande clássico da Valve que lançado despretensiosamente em 2007 logo foi elevado a categoria dos grandes jogos: Portal.

Portal é um jogo fascinante e que para melhor aproveitamento deve ser jogado de uma vez só e foi o que eu não fiz em 2012. Na época eu joguei até a fase 14 (sabendo que iria até a 19 com o próprio jogo mostrando isso) e parei para jogar outra coisa e nunca mais toquei no jogo. Sempre me interessava em voltar a jogá-lo, mas as mecânicas de utilização da Portal Gun já não me era tão frescas na mente e o melhor seria começar novamente. E foi o que fiz ontem!

Decidido a finalizar esse grande jogo, comecei a jogar na tarde de ontem e finalizei na madruga desse domingo quando o relógio já apontava para as 03:00! Logicamente que joguei em duas sessões, até porque o jogo é curto. Joguei de uma vez só até a fase 16, fui jantar e finalizei na 2ª sessão que durou até a madrugada.

O jogo tem uma curva de aprendizado que poucos jogos já conseguiram fazer. Chegamos na última fase com tanto domínio das mecânicas que a criatividade em resolver os puzzles aflora de uma forma tão natural que nos faz ter aquela boa sensação de perceber nosso cérebro funcionando em seu pleno potencial.

Portal deveria ser um jogo obrigatório não só para os gamers e sim para toda a sociedade, pois nele conseguimos desenvolver nosso intelecto de uma maneira que as outras mídias não conseguem!


sábado, janeiro 30, 2016

Valiant Hearts: The Great War


Ganhei esse jogo por esse assinante da PS Plus e depois de um longo período que deixei ele de lado para jogar outras coisas, consegui terminá-lo.

Trata-se de um adventure com puzzles não tão complicados, pois o mote principal do jogo é contar as mazelas da 1ª Guerra Mundial.

Temos 4 personagens que se alternam no gameplay onde suas vidas se entrelaçam e que de imediato criamos uma empatia enorme. Pessoas que não queriam estar ali, mas foram obrigadas a participar de uma guerra que não era sua.

O jogo alterna momentos de gameplay com storytelling, trazendo curiosidades de fatos e objetos da Grande Guerra (como ficou conhecida na época).

Valiant Hearts é um jogo que vale a pena ser jogado, pois nos traz o conhecimento de uma guerra que não paramos muito para pensar sobre ela e que parece que vive sob a sombra da 2ª Guerra Mundial. É um jogo rápido e bem tranquilo de se jogar, situação rara nos dias de hoje.


sexta-feira, janeiro 29, 2016

Lobão: O Rigor e a Misericórdia


Estava navegando pelo Whiplash, quando me deparo com a resenha do novo lançamento do Lobão. Nunca fui um fã do artista, mas sempre o admirei por lutar contra o sistema (desde o seu lançamento em carreira independente) e não ficar em cima do muro em seu posicionamento político. Logicamente que há sempre gostei de algumas músicas dele, principalmente da fase, digamos "clássica".

Como o a resenha falou muito bem do álbum, decidi escutá-lo e a porrada foi forte! Músicas pesadas com um instrumental que me agradou bastante, além de algumas músicas acústicas que deu um tom bem diversificado ao álbum, mesmo que ele demonstre uma linha mestra a seguir que é a situação atual da política nacional.

A única coisa que me desagradou um pouco é o jeito dele cantar que às vezes sinto que foge da métrica da melodia. Entretanto, nada que desabone o trabalho e creio que é mais uma questão estética que não agrada tanto meus ouvidos, mas a parte instrumental e a intensidade como ele canta é o que conta!

Fui pesquisar um pouco sobre quando que o álbum tinha sido lançado e me deparo com a notícia que ele publicou um livro também que narra o processo de composição do álbum que ele fez inteiramente sozinho! Fiquei super curioso em saber a história por trás dessa epopeia.

O livro é excelente e expõe com detalhes o processo de composição das músicas e as motivações que o levou a escrever as letras. Muito interessante saber como funciona o seu processo de composição atual e como ele veio evoluindo como músico.

Ao final fiquei com vontade de ler os outros dois livros anteriores dele o que devo fazer em breve, já que a sua biografia eu dei para minha mãe de presente há alguns anos atrás e o outro encontra fácil por ai.

quarta-feira, janeiro 20, 2016

Novo Computador: PC Gamer


Há um mês atrás eu me desfazia do meu Mac Mini e hoje chega a minha nova máquina que me acompanhará nos próximos anos!

Logo depois de vender o Mac, comecei a pesquisar os componentes que iria comprar, pois estava determinado a montar meu computador do zero. Iria comprar tudo separado e montar eu mesmo como já fiz muito no passado. Entretanto, vi que teria que aprender muita coisa de novo e como queria um PC que fosse possível rodar todos os atuais jogos, mas com um bom custo X benefício, teria que ter muito conhecimento de como balancear o melhor hardware para a minha situação.

Decidi comprar um computador já montado e vi que várias lojas na Internet fazem esse tipo de serviço. Após pesquisar em algumas lojas e comparar várias modelos, decidi comprar na Pichau Informática o modelo que eles chamam de Flux.

Pelo que pude ler nos últimos dias trata-se de uma boa máquina intermediária com os seguintes componentes:

  • Processador: AMD FX-6300, clock 3.5GHz
  • Placa-mãe: Gigabyte GA-78LMT-S2
  • Memória RAM: 8 GB Kingston HyperX
  • Placa de Vídeo: NVIDIA GeForce GTX 960 (2 GB)
  • HD: 1TB
  • Fonte: 500W, certificado 80 Plus
Já veio até com o Windows 10 instalado. Agora é aproveitar a máquina com o OS que eu estou acostumado e rodar os jogos que o Mac não me proporcionava.

domingo, janeiro 03, 2016

Uncharted 2: Among Thieves



Vinte e seis meses depois de zerar o primeiro jogo da série e inicar o segundo, hoje finalmente eu termino o Uncharted 2!

Fiquei tanto tempo sem jogá-lo que tive que iniciar novamente para lembrar os primeiros 5 capítulos que eu tinha jogado lá em 2013. Nesses últimos dois anos foram tantos outros jogos que passaram na frente que o Uncharted ficou esquecido, mas agora consegui sanar esse problema e terminei um dos melhores jogos do PS3.

O jogo tem umas cenas de ação que me deixou sem fôlego e algumas transições de cutscenes com o gameplay é tão suave que nem percebemos que temos que mexer no controle para fugir da situação complicada que se encontra o protagonista.

Preciso iniciar com urgência o terceiro jogo da série, pois o quarto título está prometido para esse ano e terá que ser jogado em seu lançamento pelo tamanho do alvoroço que ele certeza terá!


sábado, janeiro 02, 2016

Toren


Ano passado foi lançado o primeiro jogo brasileiro financiado pela Lei Rouanet pelo estúdio gaúcho Swordtales.

Toren bebe diretamete do famoso estúdio Temei Ico que desenvolveu duas pérolas para a Sony (Ico e Shadow of the Colossus) e consegue se sair muito bem demonstrando uma história e protagonista bem interesantes.

A jogabilidade se aproxima bem do Ico, porém a Criança da Lua deve praticamente seguir a sua jornada sozinha com o objetivo de restaurar a Lua e acabar com o dominio do Sol em seu Planeta.

Há alguns pequenos glitches, mas nada que atrapalhe a beleza do jogo e em torno de 3 horas é possível terminar o jogo. Comprei o jogo na terça-feira passada em uma promoção na PlayStation Store e hoje já terminei em apenas duas sessões.

Mais do que um bom jogo que ele é, Toren serviu como um marco para mostrar que a Lei de incentivo a cultura também pode financiar jogos!


sexta-feira, janeiro 01, 2016

Filmes Vistos em 2015

Sempre gostei muito de filmes e na minha adolescência eu praticamente ia todos os fins de semana ao cinema. Tinha o ritual de abrir o jornal de sábado, escolher o filme e ir com meus amigos à algum cinema de Brasília.

Com o passar dos anos fui perdendo um pouco do interesse em filmes e gostando cada vez mais das séries norte-americanas. Capaz de eu ter passado um ano inteiro sem ver nenhum filme ou quem sabe 2 ou 3. Cinema então, passava longe! Dos poucos filmes que vi nos últimos anos foi em casa.

Mas de uns 3 anos pra cá voltei a ter interesse em filmes e comecei até a anotar pelo aplicativo do IMDB os que que ia vendo . Acredito que o ano passado foi o meu ápice de quantidade de filmes assistidos rivalizando com o meu tempo de adolescente.

Cheguei à marca de 52 filmes assistidos, sendo que a maioria foram de lançamentos de 2014. Cheguei a ver alguns filmes lançados em 2015 e algumas velharias foram revistas também. O filme de 1981 foi Mad Max 2, aproveitando o hype do novo Mad Max que vi no cinema.


Nessa lista consta 3 séries que contei como um grande filme cada um, pois assisti todos os seus episódios lançados até então: Narcos, Shigatsu wa Kimi no Uso e Black Mirror.

Os meses mais movimentados foram no 2º semestre, mais para o fim do anos e só passei 2 meses sem assistir nenhum filme.
  • Janeiro (5):  Moonrise Kingdom, Os Cavaleiros do Zodíaco, 12 Anos de Escravidão, Maze Runner e O Segredo da Cabana;
  • Fevereiro (7): Whiplash, Birdman, A Teoria de Tudo, Foxcatcher, Unbroken, O Grande Hotel Budapeste e Sniper Americano;
  • Março (2): Corações de Ferro e O Jogo da Imitação;
  • Abril: -
  • Maio (4): O Abutre, Mad Max: Estrada da Fúria, Mad Max 2: A Caçada Continua e Malévola
  • Junho (5): Como Treinar o Seu Dragão 2, Atari: Game Over, Interestelar, Ex-Machina e Kingsman;
  • Julho: -
  • Agosto (4): Dia de Treinamento, Desafiando Gigantes, Poder Além da Vida e Missão: Impossível;
  • Setembro (3): Missão: Impossível 2, Narcos e Clube dos Cinco;
  • Outubro (5): A Vida é Bela, Shigatsu wa Kimi no Uso, Mamonas pra Sempre, Truque de Mestre e Divertida Mente;
  • Novembro (11): Downloaded, A Hora Mais Escura, Missão: Impossível 3, Para Sempre Alice, De Volta para o Futuro II, Missão: Impossível - Protocolo Fantasma, Que Horas Ela Volta?, Missão: Impossível - Nação Secreta, Jurassic World, Vingadores: Era de Ultron e Capitão Philips;
  • Dezembro (6): An Honest Liar, Contágio, Blackfish, Black Mirror, O Patriota e Maverick.
Esse ano pretendo ir mais ao cinema e sempre que possível assistir um bom filme em casa com minha esposa. Que seja na telona, via Netflix, na Tv a Cabo ou pelo Torrent, o importante é aproveitar tantas histórias que são contadas por essa arte!

domingo, dezembro 27, 2015

A Guerra dos Consoles


Existiram momentos na história dos videogames onde uma empresa se destacou tanto que fica até difícil dizer que houve concorrência na geração e outros momentos em que as empresas até se equivaleram, tanto que podemos até considerar um empate técnico.

Porém a 4ª geração dos consoles que foi de 1987 a 1996, pode ser considerada aquela que moldou a indústria que conhecemos e o grande pano de fundo foi a famosa guerra que a Nintendo e a Sega travaram em território norte-americano pela supremacia do maior mercado de jogos que sempre foi os Estados Unidos.

A Nintendo vinha de uma vitória incontestável na 3ª geração com o seu NES onde ela revitalizou uma indústria que estava acabada e finalizou a geração com mais de 90% de participação de mercado nos EUA.

A Sega que vinha tentando se firmar também, deu o pontapé na geração dos 16 bits com o seu Mega Drive (Genesis nos EUA), porém com uma estratégia aquém do potencial do console. Coube ao executivo Tom Kalinske comandar a Sega of America e iniciar uma batalha sem paralelo na indústria dos jogos.

O livro narra com riqueza de detalhes a briga entre as duas companhias, os seus bastidores e as estratégias que cada uma adotou, polarizando um mercado onde você tinha que escolher o lado e defendê-lo até o final.

sexta-feira, dezembro 18, 2015

Voltando ao Mundo Windows



A Apple, atualmente a empresa de tecnologia mais amada e odiada do mundo faz parte de mim há 11 anos! Em 2004 eu conheci de leve a magia de um produto Apple ao comprar meu 1º iPod e três anos depois já comprava o meu 2º iPod, pois o primeiro quebrou. Em 2010 flertei um pouco mais comprando meu 1º iPhone e iPad. Há 4 anos atrás, em outubro de 2011, eu pulava de cabeça no mundo Apple substituindo meu desktop por um Mac e entrando no ciclo de troca anual de iPhone, além de trocar o iPad por um novo.

Na época profetizei que teria que me acostumar a mexer em outro sistema operacional e desde então venho tentando me adaptar ao OS X. O sistema é muito bonito e prático, porém meu relacionamento com o OS X nunca teve a mesma fluidez que eu tenho com o Windows. Já tem alguns meses que venho sentido saudades da minha agilidade no Windows e por ter voltado a jogar em 2012, vinha pensando em vender o Mac, pois é sabido que o OS X não é tão amigável aos jogos.

Semana passada decidi anunciar o meu Mac Mini e hoje me despeço da Apple e volto aos braços da Microsoft pelo menos no mundo desktop.

Já comecei a pesquisar o meu novo PC e até a empolgação que eu tinha quando era adolescente voltou, de saber que terei a possibilidade de comprar as peças separadas e montar o computador na exata configuração que eu quero, coisa que a Apple não deixa nós fazermos.

quinta-feira, dezembro 17, 2015

Guia Politicamente Incorreto da Economia Brasileira


Após terminar o livro Para de Acreditar no Governo na semana passada, comprei mais um da mesma temática e hoje, 5 dias depois da compra, termino a leitura no meio do voo voltando para Brasília de uma viagem à trabalho.

O livro é da série de Guias Politicamente Incorretos que tratam de quebrar alguns mitos e paradigmas que o tema tenha. No caso específico o autor trata da economia brasileira e várias crendices populares são desmistificadas como as causas da desigualdade no Brasil, como milhões de pessoas saíram da pobreza no Governo do Lula, como as leis trabalhistas atrapalham o empregado, por que as mulheres ganham menos, etc.

Livro essencial para quem quer entender um pouco da nossa economia e para nos mostrar como a midia e os políticos nos manipulam com informações distorcidas para que não saibamos a realidade dos fatos.

sexta-feira, dezembro 11, 2015

Pare de Acreditar no Governo


Eis que terminou meu primeiro livro no Kindle, o qual comprei juntamente com na promoção do Black Friday no mês passado.

A leitura no Kindle se mostrou muito satisfatória! O peso e o tamanho das letras contribuíram para que eu lesse um livro de 300 páginas em poucos dias com mais ou menos 6-7 sessões de leitura. A facilidade de ler no escuro sem a vista cansar, grifar notas e apertar um botão e continuar de onde parei são coisas que realmente me faz pensar seriamente em cada vez mais abandonar a leitura de livro físico e sempre que possível optar pelo digital.

Falando do livro, o autor Bruno Garschagen, que descobri recentemente ao escutar o Podcast do Instituto Ludwig von Mises Brasil, conseguiu escancarar de maneira simples e didática o motivo da nossa conduta com a política e com os políticos.

Voltando até o descobrimento do Brasil e passando por todos os nossos Governantes (de Dom João VI até Dilma) o autor nos mostra que a nossa mentalidade atual é fruto de vários séculos de ideologias que foram implementadas de forma "torta" no País. Ideologias essas que muitas vezes nem deram certo lá fora e a implantação em solo brasileiro foi pior ainda.

Pelo menos ao final o autor nos mostra uma luz no fim do túnel, mostrando o que devemos tentar fazer para sair dessa situação. A solução não é simples e nem rápida, mas com o esforço individual e persistência nós poderemos ter o País que sempre sonhamos.

sábado, dezembro 05, 2015

Kindle: Rendi-me ao eBook

Sempre fui um leitor voraz de livros!

Desde minha adolescência, passando pelos tempos de faculdade e até o início da minha vida profissional eu lia bastante. Logicamente não era nenhum fenômeno, lendo em torno de 10 livros por ano com uma média de 300-400 páginas cada, mas cheguei a ler 18-20 livros em um ano.

Entretanto fui tendo dificuldades na leitura com um problema de memória, pois ao terminar um livro praticamente já tinha esquecido quase tudo dele em pouquíssimo tempo e isso foi me desmotivando na prática da leitura. Pra que ler um livro se dali algumas semanas eu já ia ter esquecido de seu conteúdo.

Portanto, nos últimos 6-7 anos eu praticamente só li coisas para o meu trabalho e na época da faculdade de Direito (2008-2012) eu li também alguns poucos livros jurídicos, porém bem aquém do que deveria ter lido em um curso desse tipo.

Essa situação sempre me incomodou e pensava no que poderia fazer para vencer esse problema, pois sempre acreditei que os livros são a principal fonte de diversão e conhecimento que uma pessoa pode ter a sua disposição.

Nesses últimos dias tenho pensando com mais força nessa situação, pois gostaria de estudar alguns assuntos, porém por conta própria. Sei que o conhecimento que preciso adquirir eu não precisaria passar por uma faculdade e que bastaria o estudo dos livros para eu me qualificar.

Depois de pensar por alguns dias decidi fazer um novo investimento e tentar ir por um outro caminho e tentar se eu volto a ter uma leitura eficaz e prazerosa. Decidi comprar um leitor de livros digitais e após pesquisar sobre os modelos disponíveis decidi pelo mais novo lançamento da Amazon o Kindle Paperwhite (3ª geração).

Além do leveza do aparelho e da tela que não cansa a vista (ler em tablet tem essas duas dificuldades), a possibilidade de marcar partes do texto me chamou a atenção, pois me possibilitaria ter com facilidade um resumo do livro e sempre a disposição trechos da obra que eu poderia utilizar em alguma ocasião.

Torço para que meu cérebro volte a gostar da leitura, pois já tive vários prazeres ao longo da vida que foram propiciados pelo simples ato da leitura!

sábado, novembro 21, 2015

The Legend of Zelda: A Link to the Past


Finalizando antigas pendências, consegui terminar mais um jogo da série e logo o título que é considerado um dos melhores jogos do Super Nintendo!

Iniciei o Link to the Past mais ou menos na mesma época que iniciei o Twilight Princess. O Twilight eu jogava em casa no Wii e o Link to the Past foi uma das minhas primeiras experiências de emulação no PSP. Comprei esse portátil exatamente para isso, pois além de não ter o console, ficaria muito caro comprar esses cartuchos antigos (se bem que o Link to the Past meu irmão tem um cartucho zerado na caixa guardado).

O jogo é o mais difícil dos que eu já joguei até hoje e só consegui terminar utilizando a ferramenta de save state. Infelizmente não tenho tempo hábil de dominar todas as técnicas que seriam necessárias para finalizar esse jogo como se estivesse jogando em um SNES. Levaria o dobro do tempo apenas lapidando a perícia necessária para passar dos puzzles e armadilhas dos castelos.

Ainda há um Zelda que eu iniciei e ainda não terminei. Pretendo terminá-lo antes de escolher entre outros dois jogos da franquia que tenho e que ainda estão intactos ali na estante só esperando para serem colocados em seus consoles.


domingo, novembro 15, 2015

The Legend of Zelda: Twilight Princess


No dia 21 de abril de 2014, em uma segunda feira feriado de Tiradentes, inicio a mais longa jornada que já tive até hoje no reino de Hyrule.

Logo após terminar o A Link Between Worlds, começo um dos jogos mais bonitos da série The Legenda of Zelda. Iniciei jogando ele em uma cópia pirata, mas tive o privilégio de conseguir uma cópia original e da metade pra frente pude aproveitar o jogo da maneira correta. E hoje com 70 horas de gameplay consigo terminá-lo!

O jogo é magnífico com os gráficos que todos os fãs da série sempre sonharam! Mundo enorme com dungeons bem desafiadoras, sendo que tive que recorrer ao walkthrough umas 5-6 vezes.

Ao longo desses 19 meses eu parei de jogá-lo algumas vezes, quase desistindo de tentar terminar. Porém, sempre voltava e avançava mais um pouco. Nesse meio tempo iniciei mais dois jogos da série que pretendo terminá-los também em breve.


sexta-feira, novembro 13, 2015

iPhone 6S Plus: O Gigante de Cupertino


Mais um ano que se passa e chegamos ao lançamento de mais um iPhone!

Não fiquei muito impressionado com a grande novidade do 3D Touch e esse seria o 2º modelo de iPhone que eu pularia (o 1º foi o 5) desde que eu adentrei no mundo Apple com o iPhone 4.

Decidi embarcar em mais um novo modelo por uma causa mais nobre: minha esposa sofre com a pouca memória do 5S dela com apenas 16GB. O WhatsApp dela e a imensidão de imagens que ela armazena ocupa toda a memória do aparelho e praticamente todo mês eu tenho que passar várias imagens pro PC. Então eu passo o meu iPhone 6 de 64GB para ela e compro o novo modelo aproveitando novamente o desconto da Vivo (não é lá essas coisas, mas fica um pouco mais barato do que se eu fosse comprar nos EUA).

Estava decidido em comprar a cor prata, mas lembrei do conselho da minha esposa quando eu fui comprar o 5S de escolher a cor dourada que era a nova cor que a Apple estava introduzido, portanto comprei a nova cor Rosa Dourado.

Além disso, resolvi apostar no modelo Plus de 5,5' que já tinha me impressionado quando comprei o 6. Se não me acostumar, um ano passa rápido e logo logo o fim de 2016 chega e volto para o modelo de 4,7' no iPhone 7.

sexta-feira, outubro 09, 2015

Shigatsu wa Kimi no Uso


Há três ano atrás eu escrevi sobre um jogo que me me emocionou e chegou a me levar as lágrimas. O jogo em questão era o To The Moon e desde então eu nunca mais senti emoções tão intensas quanto eu senti nos últimos dias e culminando com o dia de hoje ao assistir o último episódio desse fabuloso Anime.

Shigatsu wa Kimi no Uso é o nome dessa obra-prima que me fez ir ás lágrimas e sentir uma apreensão que há anos não sentia. Tristeza e felicidade novamente se misturando com tal intensidade que ao final de cada episódio não sabia dizer se me arrependia de ter começado a assistir essa obra ou me sentia felizardo de ter tido a oportunidade de conhecê-la.

A história gira em torno do pianista Kousei Arima que desistiu de tocar após a morte de sua mãe e também professora. Ele guardar traumas da infância e tem dificuldades de seguir com a sua vida até que um dia surge a violinista Kaori Miyazono que tentará tirá-lo dessa situação com a vida de ambos sendo transformada dali pra frente.

Todos os dramas que vivemos na juventude são tratadas de forma magistral fazendo nos lembrar de como foi a nossa também, com alegrias e tristezas tão intensas que infelizmente a vida adulta não consegue mais nos proporcionar!


sexta-feira, outubro 02, 2015

Show do Gamma Ray: Power Metal na Veia!


Fazia um bom tempo que não escutava Rock e Heavy Metal então, fazia mais tempo ainda!

Até que um dia desses navegando no Spotify, bateu aquela vontade de escutar um som pesado, só que queria escutar algo alegre e rápido. O Power Metal me veio imediatamente na cabeça e pensei que poderia ser a oportunidade de escutar uma banda que fez parte do meu imaginário de adolescente, mas que nunca tinha parado para escutar.

O Gamma Ray estampava as principais capas de revistas no final da década de 90 e eu sempre lia sobre eles, mas como os CDs deles não chegavam oficialmente no Brasil (apenas via importação), deixei a banda passar.

Escutei um Best Of e o som me pegou de jeito. Metal rápido com guitarras dobradas, solos rápidos e melódicos e um alto astral contagiante que só o Power Metal pode oferecer.

Aproveitei e reli sobre a origem da banda e relembro que o seu fundador era nada menos que Kai Hansen, considerado um dos criadores do gênero quando ele fundou o Helloween com seu parceiro Michael Weikath.

Escutei o som durante alguns dias, quando me veio a grande surpresa: eles estavam anunciado as datas da nova turnê comemorativa de 25 anos de banda e Brasília seria um dos locais que eles passariam!!

O time não poderia ter sido mais perfeito!! Dali alguns dias a bilheteria abriu e comprei imediatamente um par para mim e para a esposa (que fez questão de me acompanhar).


O show foi muito bom! Com um probleminha ou outro na mesa de som (normal em shows no Brasil), a banda energizou o local, mesmo com poucos pagantes (não deve ter chegado a 1000 pessoas). O interessante foi assistir o show de uma banda que eu não dominava o repertório, mas me diverti mesmo assim e pude até cantar junto umas duas ou três.

Uma pena que Brasília é uma rota quase esquecida para shows de Heavy Metal (até tivemos um ano glorioso em 2011) e quando uma banda da importância do Gamma Ray vem à nossa cidade, o mínimo que devemos fazer é sair de casa e prestigiar o som deles!

segunda-feira, setembro 07, 2015

Novo Álbum do Iron Maiden: The Book of Souls

Cinco anos se passaram desde o último lançamento do Maiden (esse é o maior tempo entre álbuns na história da banda) e na sexta-feira pudemos conhecer o novo trabalho dos rapazes ingleses.

É o maior álbum já lançado por eles, sendo um disco duplo com 11 músicas e incríveis 92 minutos de duração!

Como é de praxe dos últimos lançamentos da banda, é impossível ter uma opinião sólida com apenas uma audição. Trata-se de um trabalho complexo com algumas canções longas, sendo que uma tem 18 minutos de duração (uma obra-prima do Dickinson).

Mas numa primeira escutada dá pra perceber que é um ótimo álbum e que algumas canções podem virar clássicas e até permanecer no set-list da banda por muitos anos. Destaque para as faixas The Red and the Black, The Book of Souls e Empire of the Clouds (a majestosa faixa de 18 minutos).

Um ponto interessante é que no último lançamento da banda eu comprei o CD 10 dias após o seu lançamento (o que poderia ser considerado rápido em 2010), porém esse novo álbum eu comecei a escutar no dia do lançamento pelo Spotify (04 de setembro), onde teve o seu lançamento mundial.

Ainda nem comprei o álbum (possivelmente devo comprar), mas é interessante notar que pude escutar o álbum no dia do lançamento mundial ainda pela manhã, deitado em minha cama logo após acordar. Algo impensável anos atrás, onde já tive que esperar um bom tempo até o novo álbum do Maiden chegar nas lojas da minha cidade (o Virtual XI lançado em 1998 eu tive que ir quase todos os dia na loja durante várias semanas).

quarta-feira, junho 10, 2015

Gmail: Finalmente se torna o meu e-mail padrão!


Desde que tive minha 1ª conta de e-mail lá na década de 90 do século passado eu utilizei programas para gerenciar minha conta. Fui um usuário fiel do Outlook durante anos e na minha curta temporada no Mac também utilizei o programa nativo para gerenciar minhas contas de e-mails.

A conta de e-mail que me acompanhou por mais tempo com certeza foi do provedor Terra que devo ter assinado no início dos anos 2000 e até hoje foi o meu e-mail principal.

Com o surgimento do Gmail em 2004, eu acabei criando uma conta não sei quando, só sei que o e-mail mais antigo da minha é de novembro de 2007. Entretanto eu nunca fui um usuário do Gmail, sendo que esporadicamente eu encaminhava um e-mail para lá, mais servindo de backup mesmo de alguma mensagem importante.

Só que de uns tempos para cá venho sentido necessidade de ter acesso aos meus e-mails onde eu estiver e utilizando esses programas de gerenciamento de e-mail fica difícil. Além disso, outra coisa que me irritava era ter que pagar mensalmente pro Terra para manter meu endereço de e-mail. Todo mês o Terra recebia R$ 19 apenas por uma preguiça minha de migrar todos os meus contatos e cadastros para um novo e-mail.

Sendo assim, decidi acabar de vez com esse problema e a partir de hoje o Gmail passa a ser meu e-mail padrão e aposentei o Outlook de vez.

Foi mais de uma década tendo o e-mail raphagro@tera.com.br e a partir de agora esse e-mail desaparece da internet!

sábado, junho 06, 2015

Xbox: O Primogênito da Microsoft


Há quase 3 anos atrás eu iniciava minha coleção de videogames e na época escrevi um post explicando esse hobby e listando os consoles que tinha até então. Como na época eu ainda morava com meus pais, contabilizei os consoles do meu irmão também. Quando casei há 2 anos atrás e mudei para minha casa tive que passar pelo "divórcio" com meu irmão e pude levar apenas alguns consoles, pois alguns eram mais dele do que meu.

Um desses era o Xbox, o 1º console da Microsoft. Esse videogame era de nós dois, porém mais do meu irmão do que meu e ele (sabiamente) não quis cedê-lo para mim. Porém, há momentos da vida que damos uma sorte e conseguimos algumas ofertas realmente tentadoras.

Estava na Feira do Importados hoje pela manhã trocando o som do carro da esposa e olhando o facebook enquanto esperava vi um anúncio de um Xbox com 2 controles e 4 jogos (Halo 1 e 2, Doom 3 e expansão) por apenas R$ 350! Mandei uma mensagem para o rapaz na hora e ele respondeu que estava tudo funcionando e morava em Samambaia. Fiz uma pesquisa rápida se estava dentro do preço e ao verificar que estava num excelente preço, pensei por mais alguns segundos e decidi ir lá imediatamente e comprar.

Então, depois de alguns anos separados desse console que foi uma poderosa máquina de emulação e perfeito para jogar os FPS da Bungie, volto a ter o Xbox e agora sem dividir com meu irmão!

Na época haviam 4 videogames que eu dizia que eram "meu", mas que ficaram com meu irmão: Xbox, Xbox360, Nintendo 64 e o Wii. O Xbox comprei hoje, o Xbox360 meu irmão vendeu e na época não pude comprar, o Nintendo 64 nós trocamos no HD de Xbox360 que eu tinha (dei o HD pro meu irmão e ele meu deu o N64) e o Wii ainda é do meu irmão (está emprestado para mim atualmente) e espero conseguir comprar dele em outra oportunidade.

Portanto atualmente tenho 13 consoles:

CONSOLES DE MESA (9):
  • Sony: PS1, PS2, PS3 e PS4;
  • Nintendo: Nintendo 64 e Wii U;
  • Microsoft: Xbox;
  • Sega: Master System;
  • Magnavox: Odyssey2.
CONSOLES PORTÁTEIS (4):
  • Sony: PSP e PS Vita;
  • Nintendo: DS e New 3DS XL.

terça-feira, junho 02, 2015

Plano Agrícola Pecuário – Safra 2015/2016


Anos atrás eu escrevia sobre os lançamentos dos Planos Agrícola e Pecuário que todo ano o Governo Federal lança com o objetivo de financiar a nova safra que está iniciando.

Escrevi sobre o PAP 08/09, 09/10 e 11/12; e agora volto a dar minha opinião sobre as diretrizes que o Governo lançou que irá guiar o Crédito Rural a partir do próximo mês até junho do ano que vem.

Fomos hoje ao lançamento no Palácio do Planalto com a Ministra da Agricultura Kátia Abreu fazendo a abertura e a Presidente Dilma fechando o evento. Foram os discursos padrão de sempre: a Ministra exaltando a pujança do setor agropecuário e informando que as medidas apresentadas foram as melhores possíveis frente ao desafio econômico que o País vem enfrentado e o da Presidente mostrando a importância da agricultura para o País e que o Governo sempre olhou com atenção para o setor.

Foi anunciado que o Plano terá disponível R$ 187,7 bilhões, um crescimento de 20% em relação ao plano atual que foi de R$ 156 bilhões e aqui começam os problemas!

O crescimento se deu na fatia dos recursos próprios dos bancos que aumentou em R$ 30 bilhões oriundos da nova norma para a LCA criada pela Resolução 4.415 do CMN. Foi criada uma nova exigibilidade em cima das emissões desse título que será obrigatório direcionar 50% da captação para o crédito rural com taxas livremente negociadas entre o produtor e o agente financeiro.

Ainda em relação à disponibilidade de recursos, vários programas do BNDES tiveram corte de orçamento (ABC, PCA, Moderagro, Moderinfra, Inovagro, etc) e como nessa safra que já está finalizando faltou dinheiro no final, imagina nesta que irá iniciar daqui alguns dias. Pode ser que pela situação fiscal do País e pelo pessimismo do produtor, pode ser que tenha pouca procura desse recurso e o orçamento seja suficiente. Veremos no decorrer da safra...

Há anos que isso não ocorria, mas o Governo teve que aumentar a taxa de juros de 6,5% para 8,75% para o grande produtor e de 5,5% para 7,75%. Houve também diferenciação das taxas para os produtores e para as cooperativas de produção, estas tiveram suas taxas majoradas para 10,5%. Além disso, os programas do BNDES e o Funcafé também seguiram esses aumentos da taxa de juros.

Algumas medidas já foram publicadas nas Resoluções do CMN, mas ainda faltam algumas para realmente termos noção dos impactos que sentiremos com o novo regramento que irá ditar nosso trabalho nos próximos 12 meses.

domingo, abril 26, 2015

The Last of Us: Left Behind


Um ano e meio depois de terminar a obra prima The Last Of Us, pude ter o prazer de voltar um pouquinho para aquele mundo e aproveitar o DLC que conta a história da Ellie e sua amiga Riley que foi citada no jogo anterior.

O jogo é curto (próprio de uma DLC), mas longe disso ser um problema. A amizade e a cumplicidade entre as duas é contada de forma magistral, além de termos o nascimento da brava e corajosa Ellie!

O jogo apresenta um bom desafio e até fiquei empacado numa parte, ou seja, é um DLC respeitoso e que só agrega ao jogo original.

Como não teremos mais nenhum DLC, só me resta esperar a continuação ou jogar a versão remasterizada no PS4 quando bater aquela saudade de Joel e Ellie.


domingo, abril 05, 2015

PlayStation 4: O Todo Poderoso da 8ª Geração


Além do New Nintendo 3DS que meu irmão me trouxe, não pude deixar de aproveitar e adquirir também o todo poderoso novo console da Sony, o PlayStation 4!

Digo todo poderoso, porque nessa 8ª geração de consoles que se iniciou em novembro/2012 com o lançamento do Wii U, já temos um vencedor que dificilmente será batido.

O PS4 que foi lançado em novembro/2013 juntamente com o Xbox One, já vendeu 20,5 milhões de unidades, contra 11,8 milhões do Xbox One e 9,4 milhões do Wii U! O Xbox até tem chance de alcançar, pois a 8ª geração mal começou para esses 2 consoles, mas será difícil. O destino do Wii U já é certo, pois ele já se encaminha para o seu final (acho que deve durar mais uns 2 anos no máximo) e vai amargar a última colocação nessa geração.

Com o Wii U eu tenho os exclusivos da Nintendo que ainda são mágicos e consegue sustentar um console perfeitamente na minha visão. Porém, para jogar os jogos multiplataformas escolhi o PS4, ainda mais por causa da PS Plus que eu assino que me fornece jogos todos os meses. Além disso, terei a oportunidade de jogar alguns exclusivos da Sony também, como Uncharted, Bloodborne e God Of War.

O difícil é conseguir tempo para jogar tanta coisa boa nesse mundo de consoles que tenho!

New Nintendo 3DS XL: A evolução do pequeno notável


Há dois anos e meio eu voltava à vida gamer com a compra do portátil da Nintendo, o 3DS XL.

E agora, aproveitando uma ida do meu irmão aos EUA, tenho a oportunidade de trocar pela "evolução" do poderoso portátil: o New Nintendo 3DS XL.

Não se trata de um novo portátil e sim apenas uma pequena evolução com algumas melhorias pontuais no sistema 3D, no processador e adição de 2 botões, além de uma leve repaginada no posicionamento de outros botões.

Aproveitando a viagem meu irmão me trouxe 2 novos jogos: Ultimate NES Remix e Zelda Majora`s Mask. O 1º é sensacional, com excelentes desafios à vencer de jogos antigos da Big N. O Zelda será apreciado no futuro com mais calma.

Esse sim é o 3DS definitivo que só será substituído por uma nova geração que ainda nem foi anunciada.

domingo, março 29, 2015

Tomb Raider


Final de geração é sempre uma benção mesmo! Jogos magníficos que conseguem explorar ao máximo os hardwares dos consoles são lançados mostrando que o ápice do console chegou e que o melhor caminho agora é partir para a próxima geração.

O reboot de uma das franquias mais famosas dos videogames se encaixa nesse perfil de jogos, mostrando a 1ª aventura de Lara Croft em um aventura envolvente e bem cadenciada.

Os gráficos estão lindos, porém o que mais me chamou a atenção foi a excelente jogabilidade com uma ótima precisão dos controles e com um bom balanceamento de dificuldade também.

A história é muito bacana também e para nós brasileiros há a facilidade de ter legendas em Português, algo que já está se tornando rotineiro em jogos daqui pra frente.

Interessante notar que a franquia mais famosa da Sony, Uncharted, bebeu bastante dos primeiros jogos de Tomb Raider e agora parece que esse novo jogo é uma melhoria do que vimos em Uncharted!

Imagina o que podemos esperar dos novos jogos dessas duas franquias...

domingo, março 22, 2015

Spotify: A Evolução no Consumo de Músicas


Há  exatos três anos atrás eu estava assinando o Netflix, serviço esse que estava estreando no Brasil e que hoje é a sensação do mercado quando falamos em consumo de filmes, seriados e documentários.

Lembro na época que eu fui um dos primeiros do meu círculo de amigos a assinar o serviço e vários foram assinando ao longo desses anos por minha influência e outros que foram descobrindo por conta própria. Hoje o Netflix faz parte do dia-a-dia das pessoas e indicamos séries e filmes sem nem perguntar se a pessoa assina o serviço, pois já virou algo natural e até estranhamos alguém que ainda não assina um serviço tão bom com um preço tão acessível.

E hoje chegou o dia de eu me render a mais um serviço de streaming, mas agora de música!

Alguns meses atrás já vinha testando a versão gratuita do Spotify e hoje eu assino a sua versão Premium que me dá o direito de escutar as músicas na sequencia que quiser e sem propagandas.

Demorei a me render ao streaming de música até por uma questão emocional: fui cria dos anos 80 e 90, portanto fazia minhas próprias fitas K7 além de ter vivido o auge do CD, ou seja, o apego material é muito forte em mim!

Tanto é que a minha orgulhosa coleção de CDs que dediquei duas décadas da minha vida (de 1994-2014), meio que estacionou e agora é mais um relíquia de um tempo passado que serve mais para relembrar de belos momentos que vivi e que formaram o meu gosto musical.

Tanto é que o último CD que entrou para minha coleção foi em outubro de 2013, sendo um CD do Fernando & Sorocaba que minha esposa me deu de presente. Alguns meses depois, em março de 2014, parei de controlar a coleção fechando com 1.479 álbuns na minha estante.

Interessante notar que exatamente um ano depois de parar de monitorar minha coleção eu assino um serviço que pode ter sido a derradeira pá de cal em um hobby que eu pensei que me acompanharia pelo resto da minha vida. Pelo menos o enterro não terá sido em vão, pois o Spotify nada mais é que uma evolução do que fazíamos décadas atrás: descobrir novos artistas, escutar velhos conhecidos e compartilhar com os amigos as músicas, porém agora tudo com uma nova roupagem!

segunda-feira, fevereiro 16, 2015

PS Vita: O Portátil Poderoso da Sony


Depois de um tempo aproveitando os jogos que comprei nos últimos anos, hoje chega mais um videogame para a coleção e que viajará boa parte desse País.

Para fazer companhia ao meu Nintendo 3DS hoje eu comprei o atual portátil da Sony: PS Vita.

Já tinha um tempo que o "namorava", porém ia adiando a sua compra. Cheguei a levar dinheiro para comprá-lo em minha última viagem aos EUA, porém por falta de estoque na rede de lojas da GameStop e um pouco de desânimo por pensar que não o aproveitaria tão bem, pois já estava comprando o Wii U e vários jogos para o 3DS, decidi não comprar.

Hoje apareceu uma boa oportunidade no Mercado Livre, não pensei muito e o comprei por um preço bem menor do que compraria hoje nos EUA.

Como sou assinante da PS Plus, dificilmente irei comprar algum jogo físico para ele e viverei praticamente dos jogos que a Sony me disponibiliza mensalmente.

Com isso, a família Sony está praticamente completa faltando apenas o filho mais recente para chegar na coleção, o que deve ocorrer em breve...

domingo, fevereiro 01, 2015

Castlevania: Lords of Shadow – Mirror of Fate


Terminei meu 1º Castlevania que realmente joguei do início ao fim!

Essa é uma série que negligenciei no passado, sendo que joguei pouquíssima coisa da série e sempre parava no início do jogo.

Aproveitei uma boa oportunidade de comprar esse jogo usado para o 3DS e ao jogar os primeiros minutos percebi que esse seria o 1º Castlevania que eu terminaria.

Não sei dizer o que me chamou a atenção no jogo, mas a dificuldade equilibrada e um pouco de linearidade, talvez me fez gostar desse capítulo da franquia em tempos que eu não tenho muito tempo para ficar fazendo backtracking que caracteriza os jogos da franquia.

O sistema de batalha flui muito bem dando a vontade de não parar de jogar! O sistema de magias também é muito bom e até a história é contada de uma maneira interessante e conseguiu fazer com que nos importássemos com os personagens.

A vontade que dá é pegar o clássico Symphony of The Night e experimentar o mais aclamado jogo da série.


sexta-feira, janeiro 30, 2015

Star Fox 64 3D


Esse é mais um daqueles clássicos que perdemos a oportunidade de jogar na época do lançamento, mas temos a oportunidade de tirar o atraso tempos depois.

Hoje foi a vez de terminar a famosa continuação do revolucionário Star Fox do Super Nintendo.

O Star Fox 64 foi lançado em junho de 1997 para o Nintendo 64 e relançado com gráficos melhores em setembro de 2011 para o Nintendo 3DS e foi essa versão que pude apreciar.

O jogo já é considerado uma das raridades para o console, pois a Nintendo não fabrica mais esse cartucho e com isso foi uma dificuldade conseguir encontrá-lo usado e mesmo assim com preço superior a outros jogos usados (custou R$ 120, contra os R$70-90 dos demais jogos usados).

O jogo é relativamente curto e numa única sessão de poucas horas é possível termina-lo. Porém, esse jogo tem um sistema de rank e rotas escondidas dentro da fase que te incentiva a jogar outras vezes caso o jogador queira experimentar o jogo em sua plenitude.

A jogabilidade é super fluída trazendo uma sensação de que realmente estamos no cockpit da nave, além dos personagens super carismáticos que são verdadeiros clássicos da Nintendo.


domingo, janeiro 18, 2015

Donkey Kong Country Returns 3D


Ao terminar os últimos Zelda's bateu aquela vontade de voltar para um jogo de plataforma e nada melhor do que uma das sérias onde a dificuldade é levada a sério e iniciei o port do jogo do Donkey Kong que foi lançado originalmente no Wii e que agora aterrissava no 3DS.

O último jogo da série Country tinha sido lançado em 1996 para o SNES e eles nunca foram fáceis, porém creio que nesse jogo a dificuldade foi aumentada, tendo algumas fases que me tiraram dezenas de vidas para eu conseguir passar.

O interessante do Donkey Kong é que a dificuldade não chega a ser frustrante, pois você sabe exatamente onde você está errando e fica aquele espírito de que na próxima tentativa você irá conseguir, porém acaba morrendo novamente. Por isso que esse jogo requere uma concentração acima da média, pois se você jogar de forma despretensiosa (como os jogos do Mario permite) dificilmente você irá passar de algumas fases e será punido com muitos mortes estúpidas pelo caminho.

Não foi fácil terminar, mas ao final temos aquela sensação agradável de que a nossa habilidade e reflexos foram aprimorados ao longo das 11h40min de muita paciência e dedicação...


sábado, dezembro 13, 2014

iPhone 6: A Evolução Continua


O iPhone 5S foi o melhor celular que já tive, porém como não posso deixar de aproveitar o desconto que a Vivo me dá na troca do aparelho, tive que comprar o novo iPhone 6!

É impressionante como a Apple acertou no tamanho do celular, parece que ela foi nos acostumando com telas cada vez maiores e agora chegamos no modelo de 4,7' e o tamanho não me causou estranheza e cabe bem no bolso (não excelente, mas ainda está confortável). Cheguei a pegar o modelo 6 Plus em mãos e a tela impressiona ainda mais, porém acho que o tamanho de 5,5' comprometeu um pouco carregá-lo no bolso.

Por isso, creio que o modelo de 4,7' seria o tamanho definitivo para mim!

Falar do resto é chover no molhado, sendo novamente o melhor iPhone já lançado o que durará até o lançamento do próximo.