sábado, dezembro 31, 2016

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos & Fechamento Anual


Mais um ótimo mês com algumas pérolas que há tempos estava de olho.

Começando pelo PC adquiri clássicos da série Resident Evil e o aclamado Doom que foi lançado esse ano. Além disso, finalmente foi lançado o jogo do 99 Vidas o qual eu fui patrocinador na campanha do Catarse e aproveite e comprei também mais um jogo que foi financiado via crowdfunding que foi o Mighty No. 9.

No PS4 teve excelentes jogos pela Plus e comprei também um exclusivo que foi o Until Dawn. no XONE mais dois exclusivos e no 3DS mais um exclusivo também.

Foram 20 novos jogos com um bom avanço do PS4 firmando a Sony como minha principal plataforma de jogos se eu somar os jogos de seus consoles.


Chegando agora no último dia do ano, posso dizer com tranquilidade que a coleção se consolidou e creio que faz anos que não me dedico com tanto empenho a um hobby!

Eu comecei a controlar a coleção em junho, portanto a minha base de comparação é com o fechamento de maio e desde então foram 191 novos jogos na coleção, uma média de 27 jogos por mês.

A compra do PC no inicio do ano fez essa plataforma ser minha principal plataforma de jogos, com quase 44% das compras nesse período.

Outro dado interessante é verificar que comprei bastante jogos no formato físico, sendo quase 40% das minhas compras. A assinatura da PS Plus rendeu alguns bons jogos também, mas as compras na Steam realmente dominou a forma de aquisições dos jogos.






Tirando o mês de agosto e setembro, todos os meses foram ótimos! Apenas o mês de novembro que destoa demais, porém o motivo não foi apenas a compra de jogos. Foi um mês que tirei para organizar a coleção e catalogar vários jogos e a partir daí eles começaram a "oficialmente" fazer parte da coleção.


Além dos jogos, 6 novos consoles entraram na coleção: Game Boy Advance, Super Nintendo, Xbox360, GameCube, Xbox One e o Ouya.

Espero que 2017 seja tão bom quanto foi 2016. Meu desejo é pelo menos fechar a coleção de consoles "comuns" que ainda faltam (Atari, NES, Mega Drive, Saturn e o Dreamcast).

quarta-feira, dezembro 28, 2016

Plug & Play


Estava peregrinando pelo YouTube quando me deparei com um vídeo de famoso Youtuber testando um jogo bem diferente.

Nos primeiros segundos do jogo vi que realmente o jogo se apresentava como bizarro, tanto que parei o vídeo na hora e fui comprar o jogo na Steam pra testar troço sem saber de nada mesmo.

O jogo é bem rápido (uns 12 min aproximadamente) e é até bom que seja assim, pois pelo nível de bizarrice e surrealismo, esses poucos minutos já foram suficientes para mostrar a mente doentia do seu criador.

O jogo tenta passar algumas mensagens, creio que devo ter pegado algumas e outras devo nem ter percebido. A mensagem é um misto de amor, desilusão e sei lá mais o que!

Para quem curte um surrealismo forte eu recomendo, mas para quem gosta de saber tudo o que acontece é melhor passar longe!


quarta-feira, dezembro 21, 2016

Armazenamento Extra para o PS4 e o XONE


Anteontem eu escrevi do meu problema de armazenamento no PC e de como resolvi. Hoje é a vez de solucionar o mesmo problema nos dois consoles da atual geração e de uma vez só!

Com essa nova política de instalar quase todos os jogos no HD, o Playstation 4 já estava ficando sem espaço para instalação de novos jogos em seu pequeno HD de 500GB. Eu ainda tenho o problema da internet à rádio que tenho, pois quando eu quero reinstalar um jogo deletado tenho que passar novamente por toda lentidão de ter que baixar um jogo da minha conta da PSN.

Como o PS4 não aceita HD externo, tive que comprar um novo HD para substituir o atual. Escolhi também um de 2TB. A questão que ficaria era o que eu faria com o HD de 500GB?

Com a compra recente do XONE (que é mais rígido ainda que o PS4 na exigência de instalação dos jogos) eu iria ter o mesmo problema no futuro. Entretanto como o XONE aceita HD externo, pude aproveitar o HD do PS4 nele utilizando uma case!

Agora tenho 2TB no PS$ e 1TB no XONE e creio que também será o suficiente para utilizar ambos os consoles com tranquilidade.

segunda-feira, dezembro 19, 2016

Armazenamento Extra para o PC


Desde quando comprei o novo PC há um ano atrás eu já sabia que "apenas" 1TB de espaço no HD não seria suficiente para os meus planos de uso do PC.

Como montei um PC com o objetivo principal de jogar e por eu ter uma forte dificuldade de ficar apagando jogos (sim, eu sou um acumulador digital) esse 1TB iria acabar e isso quase aconteceu nesses últimos dias.

Com pouco menos de 100GB ainda livre, tive que sair na busca de um novo HD. Fiquei alguns dias pensando qual seria a melhor opção: HD interno ou externo. O HD externo seria mais prático de instalar, porém como só tenho USB 2.0 iria ficar prejudicado na velocidade de leitura e por isso decidi comprar um interno mesmo, além do que minha placa-mãe possui 6 saídas SATA e por isso essa foi realmente a decisão mais sensata.

Comprei um Seagate Barracuda ST2000DM001 de 2TB e como meu gabinete possui espaço para acomodar 2 HDs, não precisei usar a baia do drive de DVD para acomodar esse HD extra.

Portanto, a partir de agora tenho 3TB de espaço e creio que será suficiente para acomodar tudo que preciso!

domingo, dezembro 18, 2016

Super Mario Run


Na quinta-feira passada (15/12) foi lançado o 1º jogo da Nintendo fora de suas plataformas móveis, o esperado Super Mario Run!

O jogo foi anunciado no dia 7 de setembro desse ano na Keynote da Apple. O jogo foi "vendido" como um endless runner e que seria pago, mas sem nenhuma compra interna posterior.

Nesses últimos 3 dias o que eu mais tenho lido na internet são pessoas xingando o jogo, tanto aqui quanto no exterior. O motivo é basicamente o mesmo: o alto preço de US$9,99 e que o jogo não seria um Mario de verdade.

Eu joguei as 3 primeiras fases que são gratuitas e paguei os R$ 35,83 para a versão completa do jogo (valor convertido do dólar + o IOF do cartão) e posso tranquilamente dizer que foi muito bem pago!

Já terminei as 24 fases do jogo, mas só terminei mesmo, sem completá-las. Digo completar, pois o grande desafio do jogo é pegar as moedas coloridas e tentar cada vez mais bater o seu próprio recorde da coleta de moedas. Além disso, o jogo não é um endless runner clássico. É preciso pensar um pouco mais e as mecânicas o aproxima bastante de um jogo de plataforma. Muitas pessoas jogam os jogos clássicos do Mario sem olhar muito pra trás (eu sou um desses), apenas seguindo em frente correndo. Esse Super Mario Run se você encarar do mesmo jeito ele vira quase um jogo de plataforma.

Aqueles que argumentam que o jogo não é um Mario de verdade, até agora não entenderam a real estratégia da Nintendo: fazer as pessoas lembrarem como é divertido jogar um jogo do maior personagem deles com uma mecânica simples de coleta de moedas que sempre foi um dos grandes objetivos dos jogos clássicos do Mario.

Outros reclamam que queriam um jogo no estilo de Super Mario World no celular. Essas pessoas não sabem o que pedem, pois os jogos clássicos do Mario não foram feitos para o toque do celular e quem quiser a jogabilidade clássica é só pegar QUALQUER videogame da Nintendo que ele terá o quer!!!

O preço pode ser salgado sim para alguns. Fico na dúvida se o jogo custasse US$5,99. se teríamos tantos haters assim. Além disso, a Nintendo, possivelmente, poderia ter conseguido mais vendas e com isso mais lucro.


segunda-feira, dezembro 12, 2016

Estante para HQs, Livros e DVDs


Em maio desse ano consegui fazer a estante que estão expostos todos meus videogames. Ela foi projetada apenas para os consoles e os jogos, porém como tenho muitas HQs, livros e DVDs acabei utilizando os espaços vagos para guardar esses itens.

Hoje foi o dia de colocar cada item em seu lugar com a chegada do complemento da estante principal.

Com ela posso tranquilamente continuar com minha coleção de jogos e ainda terei um local apropriado para guardar as HQs que esporadicamente eu compro.

Uber: Estamos vivenciando uma revolução?


Em 2009 uma pequena empresa era fundada em San Francisco nos EUA, com apenas US$ 200.000,00. Já no ano seguinte ela já tinha captado mais US$ 1,25 milhão, antecipando o sucesso que ela faria nos próximos anos.

Em 2011 ela inicia os seus serviços na cidade onde está a sua sede e aos poucos ela vai ganhando os EUA e por consequência o mundo!

Não preciso explanar aqui o que está sendo o Uber para a sociedade atual. Há diversas análises pela internet, sob os mais diversos pontos de vista. Aqui será apenas um pequeno relato da minha experiência com o serviço.

Em março de 2015 o serviço chega em Brasília na sua categoria Black. Na época lembro de ver notícias, mas nem dei bola, já que é um tipo de serviço que não me interessava, por possuir carro próprio. Entretanto, logo mais em agosto, a opção da categoria UberX chegou e agora sim parece que as notícias começam a ficar mais intensas e a utilização do serviço começa a se popularizar.

Ainda sim continuo sem utilizar, sendo que nem o aplicativo eu tinha instalado em meu iPhone. Porém, em 1º de junho desse ano acontece um problema que me faz lembrar desse aplicativo tão falado na mídia.

Meu carro estava no mecânico e minha esposa não podia me pegar no trabalho. Me vi sem meios de voltar para casa. Pensei em pegar alguma carona até metade do caminho e de lá pegar um táxi. Foi quando lembrei do app e resolvi instalar, já que esse serviço tinha a fama de ser mais barato que o táxi.

Instalei e chamei o carro com destino até a casa dos meus pais. Ao final da corrida não acreditei no preço da corrida!! Sem contar que ainda fui beneficiado com um cupom de desconto. Entretanto, o que mais me chamou a atenção mesmo foi o recibo. Realmente me fez perceber que estamos no séc. XXI e aquele recibo manual dos táxis começa a não fazer mais sentido!


No outro dia tive que utilizar novamente e daí por diante até a data de hoje já foram 34 corridas em 7 meses! A maioria é a trabalho, o que considero ainda mais relevante a utilização do Uber, pois o recibo com todas essas informações traz uma segurança para a empresa de saber exatamente como o funcionário se deslocou, além de poder controlar desvios.

Nesse tempo "gastei" com o Uber R$ 1.116,63. Digo gastei, porém poderia ser melhor analisada como uma transferência de renda que deixou de ir para os taxistas e foram para os motoristas do Uber. Logicamente que há ainda a economia que fiz para a minha empresa, pois uma corrida de táxi do aeroporto para a minha casa geralmente ficava em R$ 78 e uma corrida de Uber sai por R$ 38,00!

A época que eu comecei a utilizar o Uber foi um dos mais intensos aqui em Brasília. Os ânimos estavam bastante acirrados com vários casos de taxistas violentando os motoristas, chegando até a agredir alguns passageiros! A sorte é que em agosto foi sancionada a lei autorizando o funcionamento da empresa e creio que desde então está mais tranquilo o clima por aqui. Vou e volto do aeroporto com a maior tranquilidade (local que normalmente há os maiores conflitos quando do início das atividades).

Não tem como saber como será o futuro do transporte de passageiros. Há diversos "especialistas" tentando prever o futuro, mas uma coisa é certa, o modelo antigo já está superado...

domingo, dezembro 11, 2016

Ouya: O Pequeno Notável


Um mês antes de eu voltar ao mundo dos games (Post: A Volta ao Mundo Gamer), mais precisamente em 9 de agosto de 2012, um pequeno console baseado no sistema Android foi financiado via crowdfunding por mais de 60.000 pessoas arrecadando mais de US$ 8,5 milhões!

Os realizadores pediram US$ 950 mil e em menos de 24h eles arrecadaram essa quantia e ao longo de 30 dias eles se tornaram um dos maiores sucessos do Kickstarter e hoje ele é o 7º projeto que mais arrecadou em toda a história da plataforma!


Lembro de acompanhar pela mídia o desenvolvimento desse console e na época do lançamento, em junho de 2013, li as análises que foram saindo. Na prática era um console de mesa que rodava jogos de smartphones na TV, com um apelo de ser uma plataforma aberta para os desenvolvedores publicarem os seus jogos.

O console foi um fracasso comercial, sendo que em julho de 2015 ele foi descontinuado e a empresa foi vendida para a Razor Inc.

Nunca me apeteceu esse console, pois jogos simples eu jogava no meu iPhone e os jogos mais complexos eu utilizava os meus consoles tradicionais mesmo.

Entretanto, de um tempos para cá, venho flertando como uma máquina de emulação para a TV e a placa Raspberry Pi 3 com emuladores instalados veio chamando minha atenção. Várias pessoas vendem essas placas já instaladas com vários emuladores, porém o preço exorbitante que eles cobram sempre me desanimou.

Até que pesquisando um pouco sobre esse assunto, descobri que o Ouya é uma máquina excelente para emulação, ainda mais para os consoles que quero emular que seria da 4ª geração para trás.

O preço de um usado estava mais barato do que um Raspberry Pi 3 já pronto, além de realmente ser um console oficial, ficando mais bonito na minha coleção!

Comprei um que veio até com um controle extra. Hoje deu tempo de apenas instalar e jogar um jogo que já veio na memória.

Nos próximos dias vou prepará-lo para ser minha máquina de emulação e aí sim ele estará devidamente pronto para cumprir o seu objetivo na minha coleção.

sábado, dezembro 10, 2016

10 Anos de Blog!


Era um dia de domingo às 23:14, sendo que algumas horas antes tinha acabado de falecer o ditador chileno Pinochet aos 91 anos de idade. Nessa hora eu publico o 1º post desse blog em 10 de dezembro de 2006!

O objetivo do blog era bem singelo e amador (não que atualmente não continue sendo amador). Mas era mais para servir como uma plataforma para eu publicar fotos das festas do trabalho e escrever um pouco sobre música que era minha paixão na época.

Nesses últimos 10 anos muita coisa mudou por aqui e já tive várias fases. Tive a fase Transformers quando inicie a coleção dos bonecos, tive a fase jurídica quando eu publicava várias leis que eram promulgadas, tive a fase musical onde detalhava os CDs que entravam para a coleção, etc. Creio que atualmente estou numa fase de jogos, publicando bastante sobre os jogos que termino e os consoles que eu compro.

Esse está sendo o 429º post e está coroando um dos melhores anos de atividade. Apenas em 2008 e em 2009 que eu postei mais do que esse ano.


A frequência de postagens mensais aumentou também nos últimos meses. Nada comparado ao ano de 2008 que cheguei a escrever 14 postagens por mês, mas está bem maior do que entre 2013 e 2015 que postei bem pouco. Cheguei a ficar 3 meses em 2015 sem postar nada.


Relembrando uma postagem que fiz no meu aniversário de 2009 (O que era o Brasil 28 anos atrás?) fiz novamente uma pesquisa na Revista Veja que foi saiu na semana que iniciei o blog para relembrar o que era o Brasil em 2006!

Começando pela capa que previa a morte iminente de Fidel Castro e a ascensão de Chavez como líder da Revolução Bolivariana. O interessante é que Fidel realmente morreu, só que foi há duas semanas atrás e Chavez acabou indo primeiro em 2013. Hoje vemos a Venezuela literalmente quebrada com sua população passando fome e Cuba reatando as relações diplomáticas com os EUA. A veja errou feio aqui...


Na campo das propagandas temos o lançamento do "revolucionário" Palm Treo 650 e a Claro dando 1.000 minutos por mês. Hoje a Vivo me dá minutos ilimitados e mesmo assim só uso em torno de 30 minutos por mês. Uma época que voz era muito mais importante que dados.


No setor bancário (que até hoje é um dos principais anunciantes na revista) temos o Itaú desbancando o Bradesco e o Unibanco tentando ser relevante. Mal sabia ele que dali dois anos por causa da crise internacional ele iria se fundir com o Itaú.


No final de 2006, Lula estava reeleito para o 2º mandato e o Governo ainda sofria as consequências do Escândalo do Mensalão iniciado no ano anterior. Na época ninguém imaginava quem seria o sucessor de Lula para 2010.


E na parte "cultural" temos o fenômeno Tati Quebra-Barraco surgindo para a grande mídia. Era o funk das favelas cariocas invadindo o mainstream.


E pra finalizar na última página uma propaganda do Ministério da Agricultura divulgando a marca Cafés do Brasil. Até hoje vejo a cadeia produtiva dessa importante commodity batendo cabeça para divulgar o café no exterior. Parece que se passaram 10 anos e não saímos do lugar...


Esse blog continua vivo para servir de auxílio às minhas memórias. Um arquivo do que vivi e do que vale a pena ser registrado para não ser esquecido. Eu sonhava em chegar no futuro ainda escrevendo e quando olhasse para trás relembrar o que vivi. Dos últimos 10 anos eu consegui fazer e só Deus sabe se continuarei nos próximos dez!

Revista Game Informer



Sempre gostei de revisas! Desde criança assinava a Super Interessante e comprava várias outras nas bancas. O armário vivia lotado e minha mãe ficava louca de tanto espaço que ocupava nos armários.

Fui um grande consumidor das revistas de videogames da década de 90. Ação Games, Videogame, Game Power e Supergame eram devidamente compradas quase todos os meses e seus posters colados nas paredes e nas portas do guarda-roupa. Não sei nem o que aconteceu com essas revistas, creio que minha mãe deve ter me convencido a jogar fora em algum momento da adolescência.

Na semana passada quando recebi o telefonema da Editora Europa me oferecendo a coleção Old!Gamer a atendente informou que eles estavam também publicando a revista Game Informer. Falei que ia dar uma olhada e depois retornava.

Nos tempos de hoje eu me questiono se ainda há espaço para publicação impressa de revistas de videogames. Com a internet conectando todo mundo ficamos sabendo das notícias praticamente em tempo real, com isso uma notícia da semana passada já poderia ser considerada velha, imagina então do mês passado!

Pesquisei um pouco sobre a revista e vi que ela hoje pode ser considerada a revista mais importante da indústria de jogos, com 25 anos de estrada, sendo a revista de videogames mais lida e a 3ª maior revista em circulação nos EUA.

Pensando que essa revista poderia servir como um arquivo histórico para quando eu ler daqui décadas eu relembraria o que aconteceu na indústria de jogos nesses anos, decidi assinar a revista!

A Editora ainda me fez uma promoção ao me enviar as quatro primeiras edições e minha assinatura começa na 5ª edição.

O pacote com as quatro primeiras chegou ontem e hoje li a 1ª edição brasileira que é a edição de setembro que saiu nos EUA.

A revista é muito boa, com seções tradicionais de reviews e previews de jogos. Entretanto ela brilha mesmo em reportagens mais profundas que a principio achei bem escritas e bem interessantes. É como se fosse uma revista Veja dos jogos: quase tudo que você vai ler nela tem na internet, porém de forma mais profunda e detalhada.

Não sei até quando vou continuar com a assinatura (os próximos 12 meses estão garantidos), mas creio que terei uma leitura agradável nos próximos meses.

sexta-feira, dezembro 09, 2016

Xbox One S: Fechando a 8ª Geração


No início de 2013 tivemos os anúncios dos novos consoles da Sony e da Microsoft. Em fevereiro tivemos o evento da Sony e em maio foi o da Microsoft.

O da Sony foi espetacular e o Playstation 4 realmente aguçou a vontade de muitos de tê-lo. Já o evento da Microsoft foi muito morno e não atiçou muita a minha vontade. Ali, naquele 1º semestre de 2013, já estava quase que definindo quem iria ser o vencedor da 8ª geração.

No mês seguinte do evento da Microsoft, aconteceu a E3 e lá foi sacramentado de vez o grande vencedor da 8ª geração: a Sony com o seu Playstation 4!

A conferência da Microsoft foi melhor do que o seu evento de maio, mas a conferência da Sony foi matadora. Ali eu escolhi o meu novo console e o Xbox One, apesar de ter um visual mais bonito, não iria entrar na minha casa.

Ambos os consoles foram lançados em novembro daquele ano e pelas vendas iniciais pudemos ver que a profecia da E3 se concretizava. No momento que escrevo esse post (3 anos após o lançamento de ambos) o PS4 já vendeu 48 milhões de unidades e o Xbox One vendeu 24,6 milhões. Pelo menos a Microsoft conseguiu ganhar da Nintendo que vendeu apenas 13,6 milhões de unidades com o seu Wii U (que eu considero o melhor console dessa geração).

O Xbox One é um bom console, mas o que peca é a falta de exclusivos. Para mim essa é uma variável mais importante ainda, pois tenho um bom PC e outros consoles. Portanto, os jogos realmente exclusivos, ou seja, que não teria em nenhuma outra plataforma, é que são o chamariz para mim.

Nesse momento há praticamente 3 jogos que me chamam a atenção no Xbox One: Halo 5, Sunset Overdrive e Rare Replay. Talvez o Forza Motorsport 5 se um dia achar usado num preço muito bom.

Outro ponto que piorou o console para mim é que a Microsoft anunciou recentemente que não haverá mais exclusivos para o XONE, lançando também os jogos para a plataforma Windows, a qual eu já tenho.

Tudo isso somado me fez adiar a sua compra até hoje, sendo o último da 8ª geração a entrar na coleção, pois o Wii U entrou em agosto/14 e o PS4 em abril/15.

Aproveitando a Black Friday, consegui achar o novo modelo S em um bom preço divido em 10X sem juros. Reconheço que a compra foi mais para completar a coleção e dividindo em 10X no cartão, quase não vou sentir a compra.

Castlevania: Symphony of the Night


Jogos clássicos não se tornam clássicos à toa. Há algo de diferente neles em comparação com o resto. Que seja a história, a jogabilidade, os gráficos ou até uma mistura de tudo isso.

O que esperar de um jogo 2D em plena era de surgimento dos jogos 3D, onde toda a atenção da indústria e dos jogadores estavam voltados para essa nova forma de jogar.

Castlevania: Symphony of the Night surgiu no console de estréia da Sony e entrou para a história trazendo tudo que um jogo 2D precisa e com isso se tornou o melhor jogo da série. Um jogo que juntamente com outra clássico da Nintendo deu nome a um estilo de jogabilidade: metroidvania.

Não joguei na época e hoje, 19 anos após seu lançamento, eu termino essa pérola no port para o PS Vita.

O jogo tem uma dificuldade bem balanceada, não é frustrante, mas também não pega na mão do jogador. Precisei usar apenas uma vez um walkthrough, mas o negócio é andar mesmo, decorar algumas salas, pois precisaremos voltar nelas outras vezes depois de pegar itens específicos e matar os inimigos para ir subindo de nível.

A trilha sonora é maravilhosa, alternando do rock, clássico, jazz e outros gêneros musicais. Esse é um jogo que não dá para jogar escutando outra coisa, a música do jogo faz parte de toda a ambientação do jogo!

Resumindo esse Castlevania é um jogo indispensável para quem aprecia videogame!


segunda-feira, dezembro 05, 2016

Coleção Old!Gamer


Em setembro do ano passado eu assinei a revista Old!Gamer, uma publicação da Editora Europa focada apenas em jogos antigos.

Estava querendo relembrar mais sobre os jogos que fizeram parte da minha infância e adolescência e essa revista cumpriria bem o papel. Dei uma olhada nas edições que tinham sido publicadas até então e decidi assinar.

A publicação era bimestral, portanto recebi a edição 30 apenas em dezembro cujo tema foi focado mais em esportes. Entretanto, mal sabia eu que essa seria a última publicação da revista!


Na época eu aproveitei e comprei também um livro chamado Dossiê Master System que contaria toda a história desse console, além de trazer informações de diversos jogos, servindo como um documento histórico. Como tenho um carinho por esse videogame, acabei comprando o livro.

Creio que o livro deve ter feito um relativo sucesso, pois o livro virou o 1º de uma coleção de 7 livros. Um dia a Central de Relacionamento da editora me liga avisando que eu tinha um crédito com eles por causa do cancelamento da revista e se eu não queria assinar a coleção com esse crédito. Aceitei e desde então venho recebendo os livros na medida que são publicados.

Depois do Master, saíram do Super Nintendo, do Playstation e do Mega Drive. Nesse mês chega do MSX, em fevereiro próximo sai do Atari e em abril sai o último do NES.

Recomendo muito a coleção, porque não se trata de um mero copia e cola de Wikipedia. Percebe-se que houve um trabalho de pesquisa profundo e a parte que cita os jogos que é mais da metade de cada livro serve como uma enciclopédia que não se acha fácil por aí na Internet.

Um dia desses estava pensando que seria muito legal se eles continuassem com essa coleção, pois há ainda vários consoles para serem abordados. Por isso, o meu espanto ao receber uma ligação nessa última sexta-feira em pleno aeroporto de Congonhas de um telefone fixo com DDD 011. Atendi e era a Editora Europa informando que eles estavam lançando o 2º volume da coleção e por eu já ser assinante eles estavam me oferecendo a assinatura com 50% de desconto. Não precisei nem pensar duas vezes e assinei na hora.


Percebe-se que ainda faltam alguns consoles clássicos nessa 2ª leva, portanto tudo leva a crer que se essa temporada vender bem, uma terceira com certeza virá!

sexta-feira, dezembro 02, 2016

Hub: Multiplicação das portas



Desde quando a minha coleção de jogos começou a aumentar e o projeto da estante foi se tornando real, surgiu um problema que teria que resolver: o desafio era ligar todos os meus videogames na televisão sem precisar ficar trocando de cabo caso eu quisesse jogar algum console específico.

A minha TV até que tem muitas saídas: 4 HDMI; 2 A/V; 1 Video Componente e 1 de antena externa. Sendo que uma A/V já está com a Sky e uma HDMI com a Apple TV.

O jeito foi utilizar Hubs de saídas A/V e HDMI. O primeiro que eu comprei foi o Hub de 8 saídas A/V, pois como eu tinha mais consoles antigos, apenas uma saída A/V não ia ser suficiente e com esse Hub eu consegui a quantidade suficiente.

A saída Video Componente acabou sendo utilizada também com o WII ligada nela e até a antena externa tem um console ligado (o Odyssey 2).

As 3 saídas HDMI que me sobraram eram suficientes para ligar o PS3, o PS4 e o Wii U. Só que com a compra recente do Xbox 360 e o Xbox One chegando em breve, tive que comprar meu 2º Hub só que agora de HDMI e com 5 saídas que foi o maior que eu achei.

Com esse Hub de HDMI eu já estou preparado até para o Nintendo Switch, pois ele ainda vai ficar com 2 portas disponíveis após a chegada do Xbox One.

No Hub de A/V já está ficando apertado, pois só tenho mais uma saída que em breve deve ser ocupada por um console da Sega.


quinta-feira, dezembro 01, 2016

Espelho Traseiro USB


Já tem quase um ano que comprei um novo computador e estou extremamente feliz com ele. O principal motivo da compra foi rodar jogos e até agora tenho rodado tudo sem nenhum problema como se estivesse jogando em um console.

Além disso, por estar mais familiarizado com o ambiente Windows, está bem mais fácil trabalhar em casa e não fico mais tentando encontrar as coisas como eu fazia no Mac.

Entretanto, tinha um problema que estava me deixando chateado e que finalmente hoje eu resolvi: me faltavam portas USB! Em um notebook é até compreensível não termos tantas portas USB, porém em um desktop é algo inaceitável!

Ele possui 4 portas traseiras e mais duas no topo do gabinete, só que apenas uma do topo que funcionava, ou seja, tinha apenas 5 portas disponíveis que já estavam preenchidas com: mouse, teclado, caixa de som, receptor controle Xbox e impressora. Quando eu tinha que plugar um pen drive eu tinha que tirar a impressora e nesses último ano eu convivi com isso.

Só que vou precisar comprar em breve um outro HD e se eu escolher um modelo externo ficaria sem portas para conectá-lo.

A solução a principio era bem simples, bastava comprar um Hub USB e plugar numa das portas e pronto. Só que no passado já fiz isso e nunca prestou. Esses Hubs acabam pifando ou desde o inicio nunca entregam o que realmente prometem, pelo simples fato deles não terem energia suficiente alimentado-os. Existem Hubs que ligam na tomada e os bons são bem caros.

Vi que minha placa mãe tinha além das 4 portas traseiras, tinham mais 4 portas internas que são acessadas por aqueles espelhos que ficam atrás do gabinete. Seria um absurdo eu comprar um Hub sabendo que eu tinha mais 4 portas nativas apenas precisando ativá-las.

Achei no Mercado Livre exatamente a peça que precisava e por um preço bem bacana (R$ 40) comprei o espelho com as 4 portas USB.

Só foi abrir o computador, plugar nos pinos da placa-mãe e pronto: ganhei mais 3 portas USB! Digo três, porque tive que desinstalar a porta do topo do gabinete que estava ligada a um desses pinos.

Agora com as 8 portas posso ligar os 5 periféricos atuais, mais uma porta para pen drive e ainda me sobram duas para futuros dispositivos!