quinta-feira, março 31, 2016

Saldo Fim de Mês da Coleção de Jogos


Nesse 2º mês de acompanhamento da coleção de jogos tive novamente um bom desempenho com 7 novos jogos.

Dessa vez a plataforma da Nintendo reinou soberana com jogos para seus últimos dois consoles e para o seu portátil mais atual.

Para o Wii U eu praticamente já tenho quase tudo que eu gostaria de ter desse console. O Hyrule Warriors era um dos últimos títulos que faltava para minha coleção.

Para o PC, aproveitei uma promoção de jogos da Ubisoft e comprei meu 1º Assassin's Creed e um RPG que foi bem aclamado pela crítica.

terça-feira, março 22, 2016

Iron Maiden: The Book of Souls Tour


Há exatos 5 anos atrás estava assistindo pela 2ª vez a minha banda do coração em solo brasiliense. E não é que hoje foi a vez deles pisarem pela 3ª vez na capital federal e logicamente não podia perder o Maiden tocando na minha cidade.

Fomos novamente eu e a mulher, só que dessa vez o show foi no ginásio Nilson Nelson. Assistimos um pouco mais longe, da arquibancada.

O show teve a abertura da banda do filho do Steve Harris, a Raven Age, além do Anthrax. Chegamos na metade do show do Anthrax e já deu pra perceber que o som estava bem embolado com a acústica do ginásio não propiciando um som mais cristalino.

O Maiden fez desfilou 6 músicas do novo CD e outros clássicos que não podem faltar nos shows, além de alguns clássicos que não eram tocados a muito tempo ao vivo.

Houve até um sacrifício em pleno palco, com o Bruce arrancando o coração do Eddie e jogando em um caldeirão na música The Book Of Souls.




No set list tivemos as seguintes músicas (em negrito são do novo álgum):

1. If Eternity Should Fail
2. Speed of Light

3. Children of the Damned
4. Tears of a Clown
5. The Red and the Black

6. The Trooper
7. Powerslave
8. Death or Glory
9. The Book of Souls

10. Hallowed Be Thy Name
11. Fear of the Dark
12. Iron Maiden

Bis:
13. The Number of the Beast
14. Blood Brothers
15. Wasted Years

Depois desse show eu acredito que a cidade possa ter entrado em definitivo na rota do Maiden e quando eles resolverem voltar aqui, estarei lá para saudá-los e cantar suas músicas a plenos pulmões!







domingo, março 20, 2016

A Riqueza da Nação no Sécula XXI


Bernardo Guimarães é Mestre em Economia pela USP, Doutor pela Universidade de Yale e atualmente professor na FGV-EESP e autor desse fantástico livro que explica resumidamente os principais aspectos da economia brasileira.

O livro trata de alguns temas que estão diariamente no noticiário e que grande parte da população acha que entende, mas o autor desmistifica de forma simples e direta vários dogmas que achávamos que sabíamos.

São temas que vão desde como funciona a Política Monetária no Brasil, o papel do BNDES nas matrizes econômicas que o País tem desde o Governo FHC, a famigerada Lei do Conteúdo Local que obriga as empresas comprarem parte do seus insumos da indústria nacional, como funciona as contas do Governo, as implicações das leis trabalhistas, etc.

O autor faz uma apanhado bem geral de onde o PT errou e acertou em todo esse tempo que esteve no poder, lembrando que muitas ideias que o partido rechaçava no passado, virou a sua principal bandeira como o próprio Bolsa Família.

Com um viés liberal, o autor demonstra com vários dados e exemplos de como nós acertamos e erramos na economia nos últimas duas décadas e que tínhamos tudo para dar certo, mas os políticos atuais com sua política desenvolvimentista acabou por enterrar novamente a economia!

quarta-feira, março 16, 2016

The Legend of Zelda: The Wind Waker HD


Hoje foi o dia de terminar mais um jogo da franquia The Legend Of Zelda e o capítulo da vez foi o fantástico e aclamado Wind Waker lançado originalmente para o Gamecube (cujo jogo meu irmão até hoje tem em sua coleção).

Entretanto a versão que joguei foi o relançamento para o Wii U em uma versão HD, lançada em 2013 comemorando 10 anos do lançamento original do jogo.

Comprei o jogo em 2014 quando adquiri meu Wii U nos EUA com um monte de jogos juntos. Fiquei até hoje sem jogá-lo, pois queria aproveitá-lo em um momento que teria tempo de apreciá-lo e nada melhor do que nas minhas férias desse ano que nesse momento já está chegando aos seus últimos dias.

Não preciso nem escrever aqui como o jogo é fantástico com o Link estando melhor do que nunca com uma expressão facial que apenas esse tipo de gráfico permite. Engana-se quem acha que o mapa é vazio pela aventura se passar em um grande oceano com várias ilhas espalhadas. O mapa é enorme e cada ilha (são dezenas delas) tem a sua parte de exploração que já é característico da franquia.

Terminei o jogo em 39 horas e facilmente poderia ter levado quase o dobro disso. Logicamente deixei algumas side quests de lado já que não sou aquele tipo de jogador que precisa fazer TODAS as missões para poder aproveitar o jogo e logicamente tive que usar guias em algumas partes, mais até para me guiar mais rapidamente entre as ilhas e encontrar alguns itens mais escondidos. Sem esse guia rápido teria que gastar muitas horas a mais que na minha idade não posso despender, pois tenho outros jogos para apreciar e o trabalho para conciliar.

Continuo na minha saga para jogar e tentar terminar todos os jogos da franquia. Tenho mais dois ali na estante esperando para serem apreciados e mais dois instalados no meu 3DS.


segunda-feira, março 14, 2016

Ori and the Blind Forest


Atualmente, poucos são os jogos que me fazem jogar por mais de uma hora. Normalmente eu jogo em pequenas doses e por esse motivo eu demoro a terminar (tem jogo que levei mais de ano para terminar) ou a maioria fica pela metade mesmo.

Sempre gostei do gênero metroidvania, mesmo que não tenha conseguido terminar muitos por achar um gênero difícil em grande parte dos jogos e que requer paciência e dedicação para finalizar.

Mas esse lançamento exclusivo da Microsoft me pegou de jeito e possivelmente posso cravar sem receio que é o melhor metroidvania que já joguei!

Ori and the Blind Forest foi um lançamento exclusivo do Xbox One e para o PC. Antes de voltar a ter um PC eu cogitava seriamente a comprar um Xbox One só para jogá-lo, porém com a compra do meu novo PC e com uma bela promoção no Steam tratei de comprar essa obra-prima.

Começando pelo enredo que é muito bom e até um pouco dramático, Ori brilha mesmo é na jogabilidade. Super fluída e gostosa de se jogar, tanto é que quando vi que já estava me aproximando do final, fiz questão de voltar em áreas do mapa onde não podia ir antes por não ter as habilidades necessárias apenas para conseguir as técnicas restantes e prolongar um pouco mais o jogo. Nunca tive vontade de andar todo o mapa nesse tipo de jogo, mas em Ori a vontade foi de explorar cada pedacinho do mapa!

O level design é brilhante com todo muito bem conectado e o mapa de navegação foi muito bem feito nos fazendo a ter vontade de explorar tudo e não se sentir perdido. A dificuldade é excelente também, sendo que praticamente traveis em apenas 2 partes e por simples falta de atenção mesmo, nada frustrante.

Os gráficos não precisa nem dizer, pois essa geração está sendo um deleite para os olhos. Para quem cresceu jogando Super Metroid é super gratificante ver como o gênero evoluiu e conseguiu evoluir não ficando preso em fórmulas passadas!


quinta-feira, março 10, 2016

Manifesto do Nada na Terra do Nunca


Meu mergulho na obra do Lobão, que iniciou no fim de janeiro com o seu mais novo álbum e livro, finaliza agora com a leitura do seu 2º livro lançado em 2013.

O livro foi escrito logo após a publicação da sua autobiografia e é meio uma continuação do seu 1º livro com histórias recentes de sua vida, porém o mote principal do livro é sua análise da situação atual do País, abordando aspectos culturais e políticos.

O livro serviu para o autor se desconstruir e jogar fora várias ideias erradas que ele tinha sobre o País e deixar claro qual é a sua posição politica e o que ele pensa sobre a cultura brasileira atual.

Um dos melhores capítulos é quando o autor narra toda a trajetória do seu engajamento político e o que levou ele abrir os olhos e ver que ele sempre se posicionou errado e que agora ele tenta buscar ideias melhores para o nosso País e as defende com argumentos sólidos.

sexta-feira, março 04, 2016

A Nova Era e a Revolução Cultural: Fritjof Capra & Antonio Gramsci


Depois da leitura desse livro, acho que comecei a entender os motivos de boa parte da população brasileira odiar esse autor e tentar desmoralizá-lo sempre que possível.

Ler Olavo de Carvalho não é para qualquer um (eu mesmo me perdi em alguns de seus raciocínios), mas é uma benção o Brasil ter a sua disposição um pensador como esse e é uma pena que não aplicamos seus ensinamentos que seriam muito uteis para tirar o nosso País desse lamaçal de problemas que vivemos há décadas.

O livro em questão pode ser considerado a sua 1ª publicação editorial, lançada originalmente em 1994. A edição que li é a 4ª que foi publicada em 2014 na comemoração dos 20 anos da 1ª edição.

O livro pode ser divido em 4 partes: a 1ª que ele desmistifica as ideias do físico Fritjof Capra em relação a Nova Era que ele vinha pregando nas últimas décadas e que chegou a palestrar no Brasil na década de 90 sobre o assunto. A 2ª parte (que é a mais extensa) ele explica como as ideias do filósofo italiano Antonio Gramsci estão sendo aplicadas perfeitamente no Brasil e o que isso vem acarretando para a nossa sociedade. A 3ª parte são várias ensaios que ele publicou em jornais brasileiros entre 1999 e 2012 sempre abordando as ideias de Gramsci na política nacional. A 4ª parte é uma entrevista que ele concedeu em 2014 revivendo os princípios que ele tratou na 1ª edição do livro lá em 1994 fazendo um paralelo com os esquemas de domínio que a esquerda brasileira efetuou no País (mais notadamente o PT).

Uma pena que um pensador como Olavo de Carvalho tenha que viver fora do País e que as ideias dele não ecoam como precisariam ecoar. Ideias assim que precisaríamos para efetivamente mudar o destino da nossa nação!